Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Lei de autoria do vereador Raimundo Penha garante contratação de Bombeiros Civis

Lei 6.229/2017, aprovada pela Câmara Municipal de São Luís, de autoria do vereador Raimundo Penha, torna obrigatório a contratação de bombeiros civis pelos estabelecimentos comerciais

O Prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), sancionou a Lei 6.229/2017, aprovada pela Câmara Municipal de São Luís, que é de autoria do vereador Raimundo Penha, tornando obrigatório a contratação de bombeiros civis pelos estabelecimentos públicos e privados, comerciais, hospitalares, campi universitários, escolas, creches, etc, na capital maranhense.

A partir de agora, com a lei, os bombeiros civis terão que identificar e avaliar riscos nos locais de aglomeração pública, inspecionar, periodicamente, os equipamentos de combate a incêndio, aplicando testes de manutenção básica em mangueiras e acessórios de alarmes, motores, bombas e instrumentos similares, entre outras diversas funções.

A medida trará mais segurança e comodidade para a população ludovicense que frenquenta diariamente estes espaços públicos. 

Bombeiro civil agora é obrigatório, com a nova Lei

Sabia que, além de apagar incêndios, o bombeiro civil é responsável por inúmeras outras atividades? E esse leque de funções acabou de aumentar ainda um pouco mais, com a entrada em vigor com esta nova lei no município de São Luís que obriga empresas e, na verdade, quaisquer recintos que recebam fluxo grnade de pessoas a terem um bombeiro civil. Você está por dentro dessa legislação? Ficou curioso para saber mais? Então confira agora mesmo as informações abaixo.

As funções do bombeiro civil

A obrigação maior desse profissional é proteger as pessoas e seus patrimônios de riscos que envolvam incêndios e vazamentos, inspecionando e testando equipamentos de segurança. Faz também salvamentos terrestres, aquáticos e em lugares altos, prestando primeiros socorros sempre que necessário. Além de tudo isso, o bombeiro civil ainda treina equipes e brigadas em situações de emergência.

O curso de formação do bombeiro civil

Para exercer a função de bombeiro civil, a pessoa deve fazer um curso específico, que engloba:

  1. Legislação, normas brasileiras e normas regulamentadoras;
  2. Aulas teóricas e práticas de prevenção e combate a incêndios, bem como de primeiros socorros;
  3. Aula com desfibrilador e administração de oxigênio;
  4. Balizamento de helicóptero;
  5. Treinamento prático de combatentes;
  6. Treinamento de sobrevivência em selva e montanha;
  7. Treinamento em rapel, busca e resgate.

As diferenças entre civil e militar

Nem todo mundo entende bem as diferenças entre um bombeiro civil e um bombeiro militar, mas ter essa noção é, sim, importante, veja a seguir:

Bombeiro civil

  1. Integra uma instituição particular, não governamental, não podendo realizar atividades de caráter público ou utilizar uniforme similar ao do bombeiro militar;
  2. Presta serviços a empresas privadas, como shoppings, boates, restaurantes e outros;
  3. É conhecido também como brigadista particular;
  4. Exerce serviço em eventos específicos e áreas delimitadas.

Bombeiro militar

  1. Integra uma organização estatal, dentro da estrutura da Secretaria de Segurança Pública;
  2. É uma força auxiliar do exército;
  3. Tem sua admissão à corporação por meio de concurso público.

O famoso caso da boate Kiss

O incêdio na Boate Kiss em Santa Maria (RS), abalou todo o país e certamente levou muitos estados e municípios a adotarem medidas preventivas mais rígidas no que se refere a estabelecimentos de maior porte. O lamentável evento, ocorrido em 2013, matou 242 pessoas e deixou 680 feridas, tendo acontecido pelo acendimento de um sinalizador dentro do estabelecimento. Foi um caso de imprudência e más condições de segurança que serviu para mudar muitas leis pelo país afora.

As regulamentações cabíveis

A Lei Federal de número 11.901, de 2009, disciplina a profissão de bombeiro civil no Brasil, especificando suas características. E há ainda uma norma regulamentadora – ABNT NBR 14608, de 2007 – que determina que um condomínio a partir de dez mil metros quadrados com elevado risco de incêndio deve ter, no mínimo, um bombeiro civil em atividade. Esse número pode aumentar quando outros parâmetros são considerados. A mesma norma determina que uma indústria ou um estabelecimento que armazene produtos químicos com os mesmos dez mil metros quadrados devem ter, de início, quatro bombeiros civis por turno.

Infográfico do G1 que coloca Flávio Dino como cumpridor de promessas é piada

Levantamentos mostram que alguém mentiu sobre os dados do Infográfico do G1

O Blog está fazendo um levantamento apurado, sobre as “Promessas Cumpridas” pelo governador Flávio Dino (PC do B), de imediato, vamos fazer um paralelo de duas promessas que constam no Infográfico do G1 e contabilizam para a “boa” imagem do pagador de promessas, lembrando que cumprir o que promete não é ato para se vangloriar, é o mesmo que uma pessoa encontrar uma carteira cheia de dinheiro, saber quem é o dono, entregar e pedir recompensa.

Portanto, duas “promessas cumpridas” e elencadas pelo G1, são:

Mobilidade Urbana – Criou a MOB 

O que Dino prometeu:

Flávio DinoCriar a Empresa Estadual de Transportes Urbanos, para captar mais recursos federais, exercer articulação com os municípios de regiões metropolitanas e prestar assistência técnica, com foco prioritário na Ilha de São Luís e entorno (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa, Bacabeira, Rosário, Santa Rita, Baixada); na região de Imperatriz e municípios vizinhos; e no eixo Coroatá-Codó-Caxias-Timon-Teresina.

G1 – A empresa foi criada com o nome de Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB). Segundo o governo, o serviço atende o foco prioritário citado no compromisso: São Luís e entorno, região de Imperatriz e municípios vizinhos. Especificamente sobre o serviço de ônibus, são nove cidades atendidas, segundo o governo. Contudo, não há trabalho desenvolvido ainda no eixo Codó-Caxias-Coroatá, como parte da promessa original.

Blog do Filipe Mota – A Agência muda de secretário como o povo muda de roupa, não tem programas, não há mobilidade urbana, o secretário que estava à frente foi responsável pelo VLT de São Luís. Agora tem um delegado que assumiu o órgão, que não sabe nem o que se trata mobilidade urbana, está lá porque se filiou ao Partido dos Trabalhadores – PT, e o encaixaram.

Mas em que mudou ou melhorou a mobilidade urbana do maranhenses, onde, aonde ????

Transparência 

O que Dino prometeu:

Flávio DinoCriar a Secretaria de Transparência e Controle, sem que seja criado nenhum novo cargo comissionado. A estrutura da nova Secretaria será advinda do remanejamento de cargos do gabinete do governador e da Casa Civil. A secretaria irá realizar o controle interno da administração, garantir o cumprimento da Lei de Acesso à Informação, apurar denúncias e fiscalizar a execução das despesas públicas, inclusive as realizadas mediante convênios. A Corregedoria Geral do Estado e a Controladoria Geral do Estado serão integradas à nova secretaria. Haverá concurso público para ampliação de quadro efetivo estável e independente.

G1 – A secretaria foi criada pelo governador no primeiro dia de mandato. A secretaria se tornou o órgão central do Sistema de Controle Interno, sucedendo a Controladoria-Geral do Estado.

Blog do Filipe MotaA secretaria praticamente não existe, não há controle de nada das outras secretarias, tanto que foi desbaratado pela Polícia Federal, uma quadrilha que desviava dinheiro público da Saúde, e o pior: os membros da ‘orcrim’ presos eram de confiança do governador.

Membros do governo se valeram destas informações do portal da Globo, para afirmarem que Dino é o melhor goverandor do Brasil – quanta sandice e falta de compromisso com a informação.

Deste jeito, o governador do Maranhão, deveria ter cumprido 100% do que prometeu, juntaram o mal feito, o mal acabado e o por fazer como cumprimento de promessas.

Amanhã (4), vamos postar aqui as promessas da Habitação e Segurança Pública. Pelo visto, alguém mentiu sobre os dados do Infográfico do G1.

TOTVS lança app para apoiar empresas de terceirização na alocação de funcionários

A novidade registra entrada e saída, via celular, do colaborador no posto de trabalho, assegurando a presença por geolocalização

O setor de serviços está ganhando força e se preparando cada vez mais para avançar em 2018. Hoje, já são mais de 13 milhões de trabalhadores terceirizados e um alto índice de representatividade na economia brasileira, cerca de 70% do PIB, segundo o IBGE. Diversos segmentos – incluindo transportes, comércio, limpeza, segurança, portaria, alimentação, telemarketing, hospedagem, logística e contabilidade – apoiam esse crescimento.

Pensando em apoiar as empresas de terceirização nesse cenário de expansão, a TOTVS lança o aplicativo Meu Posto de Trabalho. A tecnologia foi criada para ajudar a aprimorar, do ponto de vista tecnológico, a eficiência da operação, trazendo mais mobilidade, agilidade e automação na marcação de chegada dos funcionários, eliminando o retrabalho e minimizando os riscos trabalhistas.

Integrado ao software Gestão de Serviços, ele é direcionado às companhias que oferecem serviços de manutenção, conservação, segurança, limpeza, portaria, locação de equipamentos, entre outros. Com o aplicativo é possível fazer a gestão das rotinas diárias em um único local, como o registro da entrada e saída do próprio funcionário terceirizado via celular, o acesso do roteiro de tarefas do dia e o apontamento de ocorrências ou falhas do posto de trabalho.

Normalmente, o gestor só tem conhecimento da chegada do funcionário na empresa se alguém checa pessoalmente ou por telefone. Muitas vezes, o próprio cliente liga para comunicar se o colaborador compareceu ou não ao local. Agora, o administrador pode realizar as projeções de distribuição dos funcionários de um determinado local, manutenção das agendas, apontamento de faltas (com substituição ou não do colaborador) e, ainda, o controle de carga horária de trabalho.

O Meu Posto de Trabalho também informa a localização exata e a identidade da pessoa. Ao chegar até o local, o funcionário realiza o login em um dispositivo móvel, informa o local em que está e envia uma foto dele ou do posto para sua empresa. Por meio do software da TOTVS, o gestor recebe a informação e tem uma visão rápida e fácil de cada integrante do seu time, podendo atuar rapidamente em caso de faltas ou atrasos. Em uma empresa de segurança, por exemplo, a medida evita não só o desconforto com o cliente, mas também possíveis multas contratuais – já que uma agência bancária só pode iniciar as atividades quando o vigilante está presente.

Mais do que pensar em um app, a TOTVS vem ampliando constantemente o seu portfólio de mobilidade para os prestadores de serviços visando a uma gestão totalmente flexível. Pensando na importância dessas empresas conhecerem bem o seu público em potencial, a companhia oferece também o TOTVS Pocket CRM Mobile e o TOTVS Analytics Mobile. Diretamente do smartphone, o gestor e sua equipe conseguem realizar consultas e verificar atualizações de oportunidades de vendas, garantindo flexibilidade e praticidade a quem está utilizando o app dentro e fora da empresa. Além disso, é possível acompanhar a evolução dos indicadores dos gráficos e dashboards inteligentes em tempo real, trazendo agilidade e produtividade para as análises de resultados.

“Os profissionais terceirizados têm uma rotina de trabalho fora da empresa que o contratou e administrar diversas pessoas em locais diferentes sem tecnologia é um desafio. A mobilidade é a única forma de mudar esse cenário com total segurança e eficiência, tanto para empregado quanto empregador”, afirma Marcelo Cosentino, vice-presidente de Professional Services da TOTVS.

Sobre a TOTVS

Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 20ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan). Para mais informações, acesse o website www.totvs.com.

Informações TOTVS para a imprensa: 

RMA Comunicação

Viviane Andrade – viviane.andrade@agenciarma.com.br – (11) 2244-5917

Marina Zimmaro – marina.zimmaro@rmacomunicacao.com.br – (11) 2244-5935

Maíra Porto – maira.porto@rmacomunicacao.com.br – (11) 2244-5958

Marina Escarminio – marina.escarminio@agenciarma.com.br – (11) 2244-5984

Regina Sanches – regina.sanches@rmacomunicacao.com.br – (11) 2244-5997

Olivia Nercessian  –  olivia.nercessian@rmacomunicacao.com.br – (11) 2244-5992

Allianz dá dicas para evitar roubos e furtos durante a estadia em casa de veraneio

Allianz dá dicas para evitar roubos e furtos durante a estadia em casa de veraneio; Na casa de praia ou campo é necessário tomar alguns cuidados para aproveitar as férias

O número de roubos e furtos em casas de veraneio aumenta cerca de 10% durante o verão, aponta o diretor executivo de Sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri.

Com base nos sinistros mais comuns, no litoral ou no campo, a seguradora elaborou uma série de dicas que auxiliam o segurado a evitar roubos e furtos durante a viagem.

MÉTODOS DOS LADRÕES

  • Os assaltantes costumam utilizar mulheres e crianças para observar os moradores, em especial, os turistas em suas casas. Para disfarçar, esses “olheiros” geralmente pedem alguma coisa para o morador e vão embora. Eles transmitem tudo o que observaram para os ladrões, como o número de pessoas, o modelo do veículo, se a família mantém o portão aberto e se tem o costume de conversar na calçada.
  • Os furtos geralmente são praticados por assaltantes de bicicletas, motos ou a pé, sempre acompanhados.
  • Nos assaltos a residências, durante o dia ou à noite, os ladrões armados costumam surpreender os turistas na chegada ou saída da residência. Em seguida, após recolherem os pertences de maior valor, utilizam o veículo da família para fuga.
  • Preferem furtar ou roubar eletrodomésticos, armas, vídeo games, dinheiro e celulares.

AO CHEGAR DE VIAGEM

  • Nunca tire seus pertences na rua. Procure descarregar o veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam o que você trouxe.
  • Não deixe objetos (bolsas, sacolas, óculos, celular) sobre os bancos.
  • Se possível, mantenha o alarme sempre acionado.
  • Não deixe o carro e vidros abertos, mesmo que o afastamento seja por pouco tempo e de pequena distância.

NA CASA DE VERANEIO

  • Não deixe portões abertos e objetos (bicicleta, brinquedos e bolsas) em locais de fácil acesso.
  • Evite ficar conversando na porta, mesmo que esteja em grupo.
  • Se possível, quando for à praia ou se ausentar da casa de campo ou de praia, deixe alguém na residência ou comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular.
  • Evite deixar que as janelas da casa sejam “vitrine” para os objetos de valor no interior da casa.
  • Não deixe joias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.
  • Ao chegar na residência, tenha atenção e entre rapidamente. Caso haja algum suspeito, não entre. Dê algumas voltas e ligue para a Policia Militar no telefone 190.
  • Feche bem as portas e janelas, mesmo que tenha que sair por pouco tempo. Se for possível, reforce as portas com fechaduras auxiliares.
  • Mantenha uma luz externa ligada durante a noite. Se notar a presença de pessoas suspeitas, ligue imediatamente para o telefone 190.
  • Lembre-se de que os “ladrões de ocasião” optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança.
  • Em hipótese alguma reaja a um assalto.

Sobre a Allianz Seguros

No País há mais de 110 anos, a Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial e está presente em todo o território nacional por meio de suas 63 filiais.

A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa, com presença em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.

A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apoia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).

 Informações à imprensa

Virta Comunicação Corporativa

WeWork apresenta números globais e aposta no Brasil como “mercado” da América Latina

Em 2017, maior empresa de espaços de trabalho compartilhado do mundo dobrou a quantidade de membros em 20 países

We Work, Rio de Janeiro Foto: Selmy Yassuda

A WeWork, maior empresa de escritórios compartilhados no mundo, apresenta em 2017 o maior crescimento em seus sete anos de história. Foram 90 novas unidades inauguradas, chegando a mais de 200 endereços em 20 países, 30 mil empresas e 175 mil membros globalmente. Só no Brasil, a empresa chegou em julho, em São Paulo, e finaliza o ano com cinco unidades: quatro na capital Paulista e uma no Centro do Rio de Janeiro. Ainda no primeiro trimestre de 2018, pelo menos mais uma unidade carioca e uma paulista serão inauguradas, chegando a sete endereços em menos de um ano no país.

“Encerramos este ano muito felizes com os resultados que conquistamos aqui no Brasil nestes primeiros seis meses de operação. Nossa comunidade cresce mais a cada dia e ver as histórias de sucesso incríveis e as conexões geradas entre os membros é o que nos dá combustível para seguir em frente e buscar oferecer uma experiência cada vez melhor. Em 2018 queremos continuar contribuindo para aplicar aqui a missão global da empresa, que é transformar a maneira como as pessoas encaram o trabalho”, afirma Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

A operação da empresa no Brasil tem superado expectativas em todos os aspectos. Todos os prédios inaugurados até o momento foram abertos com 100% de ocupação – e o ritmo de expansão leva a crer que não será diferente daqui para frente. Além disso, o Brasil já é destaque globalmente em um indicador interno de interação entre membros, medido a partir do seu engajamento no aplicativo da empresa, e ocupa a primeira posição entre todos os prédios do mundo. No Brasil, fazem parte da comunidade empresas como Facebook, Keyrus, Groupon, MasterTech, EDP e Tozzini Freire Advogados.

Além das novas unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, a WeWork já tem prevista a expansão da sua área de atuação para outras cidades, e Belo Horizonte será o próximo destino. O número de funcionários também tem acompanhado a rápida expansão: o time local da empresa já ultrapassou os 80 colaboradores. Globalmente, esse número passou de quase dois mil funcionários no começo de 2017 e finaliza o ano em mais de quatro mil, em proporção igual entre homens e mulheres.

WeWork no mundo em 2017

Em 2017, a WeWork inaugurou 90 unidades ao redor do mundo, em cidades como Detroit, Toronto, Buenos Aires, Bogotá, Pequim, Mumbai, Melbourne, Paris, Frankfurt e Haifa. Para 2018, já estão anunciadas Barcelona e Madrid (Espanha), Munique (Alemanha), Lima (Perú), Tóquio (Japão), Dublin (Irlanda), Raleigh (Estados Unidos) e Deli (Índia). Com todas as novas unidades, a WeWork também expandiu sua comunidade, que já chega 175 mil membros. Todos estão conectados pelo aplicativo da empresa, que possibilita que negócios possam ser gerados em qualquer lugar do mundo pelos membros da empresa.

Cabe destaque também à presença cada vez maior de grandes companhias (empresas com mais de 1.000 funcionários) em prédios WeWork pelo mundo. Com um crescimento de 370% em relação ao ano anterior, esse produto já representa 30% das vendas mensais e 25% de participação no negócio da empresa. Algumas empresas que representam esse modelo globalmente são Dell, Facebook, Mastercard, Microsoft, Pinterest, Red Bull, Samsung, Starbucks e Spotify.

Sobre a a WeWork

A WeWork é uma rede global de espaços de trabalho presente em 64 cidades e 20 países, co-fundada em Nova York por Adam Neumann e Miguel McKelvey em 2010. Nossa comunidade já conta com mais de 175 mil membros globalmente – desde empreendedores, freelancers, artistas e pequenos negócios até grandes corporações. Presente no Brasil desde julho de 2017, a empresa conta com prédios em São Paulo e Rio de Janeiro.

Assessoria de imprensa WeWork – Textual Comunicação

Juliana Pezzoni – Atendimento – (11) 96454-5335

Após veto a Fernandes, cabo eleitoral de Flávio Dino diz que Sarney tem que morrer

Furioso com a não ida de Pedro Fernandes a Ministério, cabo eleitoral de Flávio Dino usa redes sociais para chamar o ex-presidente Sarney de “filho da puta” e que ele tem que “ir para as profundezas do inferno”

Este tipo de gente passa o dia nas redes sociais, atingindo a honra de homens e mulheres, simplesmente pelo fato de lerem matérias em blogs, que antes do final do ano afirmavam que a indicação de Pedro Fernandes ao Ministério do Trabalho Emprego – MTE, teria sido indicação do ex-presidente, onde o próprio Pedro Fernandes já havia negado.

Usam  e abusam do nome do ex-presidente Sarney sem ele sequer ter dado uma declaração. 

Passado a virada de ano, e a não ida de Fernandes ao MTE, culpam que Sarney pelo veto, e cabios eleitorais de Flávio Dino (PC do B), destilam o ódio pelas redes sociais.

Por isso que o próprio ex-presidente afirma: “Há mais de 50 anos que não disputo uma eleição pelo meu querido estado do Maranhão, mas, mesmo assim eles dizem que sou responsável pelas chuvas e pelas secas que acontecem no estado”.

Veja abaixo, o ódio que eles compartilham nas redes sociais

Passa o dia nas redes sociais compartilhando vantagens ao governador 

 

 

Cadê o dinheiro??? Governo Flávio Dino consegue “rolar” dívidas com o BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), renegociou cerca de R$ 1 bilhão da dívida do Maranhão; com isso, o estado ganhou uma prorrogação de 10 anos nos pagamentos, incluindo um prazo de carência de 4 anos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), conseguiu renegociar cerca de R$ 1 bilhão da dívida do Estado do Maranhão, ainda com base na Lei Complementar nº 156 de 28 de dezembro de 2016 – que estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal, incluindo as dívidas dos entes federativos com o BNDES. Com a renegociação, o estado do Maranhão ganhou uma prorrogação de 10 anos nos pagamentos, incluindo um prazo de carência de 4 anos.

A dívida renegociada pelo governo Dino, corresponde aos empréstimos que o executivo tem com o banco, para inclusive, jogar borra de asfalto em vários municípios maranhenses, o dinheiro foi aprovado pelo governo passado para garantir infraestrutrura, por meio do Programa Viva Maranhão, da ordem de R$ 2,8 bilhões.

Além do Maranhão, o governo Temer concedeu a renegociação das dívidas para outros 13 estados, totalizando em R$ 9 bilhões.

Em tempo: esta dinheirama que o estado do Maranhão usa para colocar asfalto eleitoreiro nos municípios, restará a dívida para outros governos. 

E mais: bem que o governo Flávio Dino poderia abater a dívida com o dinheiro gastos com propaganda.

Pra fechar: ao longo da gestão comunista (4 anos), serão gastos mais da metade deste valor, apenas com propaganda.

Flávio Dino ‘encarna’ Pilatos, na disputa pelo Senado

O “Trilema Comunista”  


* Por Abdon Marinho.

EMBORA o termo seja pouco usual, trilema é uma situação embaraçosa da qual só se pode sair pela opção de uma de três opções, todas difíceis. Trilema é assim uma espécie de dilema de três.
O governador Flávio Dino tem um trilema nas mãos que é compatibilizar na vaga que resta de pré-candidato ao Senado na sua chapa o interesse de três postulantes. Só tem vaga para um. Como não se desgastar além do necessário com os outros dois?
Claro que poderia ampliar ainda mais o problema se trouxesse um nome de fora do espectro político deixando os três deputados-postulantes à ver navios. Mas isso é algo que, parece, não fará.
Em recente entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno, mais precisamente no último dia do ano, que diga-se, está cheia de assuntos – no momento só me deterei na questão da segunda vaga ao Senado –, sua excelência, instado a manifestar-se sobre o preenchimento da vaga restante, respondeu como se nada tivesse com a questão.
Inicialmente, teceu loas aos três postulantes, mas, em seguida, tal qual, Pilatos, lavou mãos. Sugeriu-lhes que seguissem os passos do primeiro ungido, o deputado Weverton Rocha, e se viabilizassem.
Na narrativa do governador, não lhe cabe “trair suas convicções” e aparecer indicando um candidato. Este, ainda segundo ele, deve ter o apoio daqueles que o apoiam, para, assim, como fez com o primeiro escolhido, apenas o referende.
Agir de forma diversa, na sua opinião, seria uma espécie de coronelismo que já não cabe na política maranhense. Encerrou a questão.
Seria muito bom se a política fosse essa ciência cartesiana que quer fazer crer o governador. Embora a solução apresentada – e a que vai lhe nortear a escolha –, parecer perfeita, pois os dois postulantes preteridos devem, na sua visão, colocar o insucesso, na sua própria falta de articulação, talvez não seja tão fácil.
A guerra de uma escolha dessas não funciona como uma assembleia de estudantes, em que se levam as propostas para serem votadas “na hora”, sem qualquer articulação prévia. Não é assim. Tantos os pré-candidatos, quanto os demais agentes políticos, sabem para que lado “pende” o interesse do governo e, até mesmo, como funciona o chamado “fogo amigo” nestas horas.
A situação torna-se um pouco mais dramática quando os postulantes têm como certo possuírem “crédito” junto ao governador.
Esse “crédito”, que na entrevista, o governador não reconheceu, é algo mais um menos público.
A exceção da deputada Eliziane Gama, que não sabemos o nível de “acerto” feito, os outros dois, até já o disseram publicamente, possuem uma fatura a apresentar.
O primeiro, o deputado José Reinaldo Tavares, a quem o governador colocou na fatura apenas um débito de “carinho especial”, assim mesmo por ser ex-governador do estado. Sabemos que não é só isso.
O ex-governador José Reinaldo é credor da própria carreira política do hoje governador. Conforme é fato público e notório.
Foi ele, Zé Reinaldo, que ousou apostar no projeto de renovar a política maranhense trazendo, com o poder de governador que tinha, alguém da magistratura para fazê-lo deputado, já no projeto de fazê-lo governador nos pleitos seguintes.
Neste propósito, não mediu esforços. Como não possuía convicções a “trair”, queria mesmo era elegê-lo, chamou um grupo de prefeitos de confiança e lhes deu a missão de conseguir os votos necessários. Como dizem no sertão: determinando que “atirassem sem tomar chegada”.
Não há quem no mundo político ignore que foi no velho “coronelismo” – que o atual inquilino dos Leões jura repudiar –, que conseguiram os votos nos lugares que o então candidato nem sabia existir no Maranhão. Basta pegar o mapa de votação.
Estes fatos são públicos e conhecidos de todos, repito.
Assim, tanto na capital quanto no interior do estado todos sabem que o ex-governador é credor de bem mais que “um carinho todo especial”.
Acredito, por isso mesmo, tratar-se de um monumental equívoco do governador – e seus auxiliares –, ter excluído o deputado José Reinaldo da condição de candidato natural ao Senado da República na sua chapa, depois de tudo que fez por ele próprio e pelo Maranhão.
Todos sabem que sozinho e com prejuízo da própria liberdade, “bancou” o projeto de mudança e foi para o “sacrifico” nas duas eleições seguintes (2010 e 2014).
Ninguém “estranharia” a candidatura “natural” do ex-governador e que o cabeça de chapa, no caso o governador, lhe pagasse os favores que lhe foram feitos a partir de 2006.
Uma regra elementar da política – e mesmo da vida –, é que quem faz um “favor” espera receber o mesmo troca. Pensar diverso é desconhecer as regras do jogo.
Ao agir como “credor da humanidade” e achar-se merecedor de tudo que lhe foi feito “sem dever nada a ninguém”, o governador corre o grave risco de passar por “ingrato” ou, pior, “desleal”, por não ter coragem necessária de enfrentar “a tudo e a todos” e prestar socorro a quem já lhe socorreu.
Infelizmente as lideranças políticas não têm coragem de expor esta situação ao governador, mas é este o sentimento corrente de norte a sul do estado, são prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores e mesmo simples lideranças, todos se ressentindo do tratamento que está sendo dado ao ex-governador.
O segundo postulante a vaga de pré-candidato na chapa oficial – e a quem o governador não dispensou nem o crédito de “carinho especial” –, é o deputado Waldir Maranhão.
Não sei, além do que foi divulgado pela mídia, sobre o nível de “acerto” feito com ele. Mas, assim como José Reinaldo o sacrifício político que fez pelo projeto do governador é patente e visível.
Vejam, o deputado era presidente estadual de um partido que possuía uma das maiores bancadas da Câmara dos Deputados e, por isso mesmo, tornou-se vice-presidente daquela casa.
Comandando o máquina partidária e ocupando os espaços que a política lhe conseguia, ia levando, conseguia reeleger, praticamente, através daquela “estrutura”, ou seja, levava uma vida parlamentar sem maiores sobressaltos.
Tal situação mudou quando – acredita-se para atender um pedido do governador –, resolveu “inventar” a revogação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Teria necessidade de fazer aquela patuscada? Qual a razão para fazer? A quem visou atender?
Aí está a questão. Dizem que “fez o que fez” para atender o governador do Maranhão, cioso de “vender-se” como a liderança que revogou o impeachment, apelidado por ele de “golpe”, por consequência, tornar-se o herdeiro de todo espólio esquerdista para voos mais altos.
O ineditismo da medida, que falecendo de sustentação, acabou sendo revogada pouco depois, trouxe ao deputado o pior tipo de exposição que um político poderia pretender: a exposição pelo ridículo.
Nem falemos dos dissabores que sofreu no plano familiar, ele e os seus. Quase todos os parentes sofreram com a exposição do deputado: filho, irmãos, cunhados e, até mesmo, a esposa, que, segundo comenta-se, estava enferma.
O deputado, que iniciou a carreira política graças a uma vida acadêmica, tendo, inclusive, chegado a reitor da Universidade Estadual do Maranhão, para atender um pedido do governador, segundo dizem – ninguém acredita que foi só porre –, viu-se sob as luzes da ribalta do ridículo nacional, motivo de chacota por onde passava e sendo inspiração para todo tipo de charges, memes e humorísticos.
Chegaram a ponto de lhe sugerir a revogação da Lei da Gravidade.
Em resumo, virou uma piada nacional, ainda hoje lembrada. Não sei se o que lhe deram – ou prometeram –, valeu o preço que pagou, inclusive o de não conseguir a reeleição que tinha quase por certa.
No aspecto prático, perdeu, ainda, o comando do partido que lhe garantia sucessivas eleições e mesmo os espaços que já havia conquistado no parlamento ao longo dos anos.
Apenas para citar um exemplo, uma das Vice-presidências da Câmara acabou “sobrando” para o deputado que assumiu o comando do seu antigo partido no estado, o novel deputado André Fufuca.
Como podemos ver, os fatos desafiam o raciocínio apresentado pelo governador, na entrevista. Melhor seria se tomasse “coragem” e despachasse aqueles que não gozam de sua predileção, para que eles, os preteridos, procurarem seu rumo.
Se serão candidatos a deputados novamente ou se irão se arranjar, com seus projetos, noutras candidaturas.
Não é segredo que é mais fácil um candidato a deputado virar candidato a senador que o oposto. Se demoram muito, não terão onde conseguir os votos proporcionais. Cada dia de indecisão conta.
O tratamento dispensado – e exposto –, pelo governador aos três deputados postulantes à integrar a chapa majoritária só faz sentido se a intenção for “matá-los” politicamente, afinal, mortos não cobram dívidas.
Fora disso, a estratégia adotada de “empurrar com a barriga”, ainda que não se ache devedor de nada – nem dos deveres de amizade (mas já disseram que em política ninguém é amigo) –, acabará por trazer prejuízos irreparáveis para os postulantes à candidatura de senador, que deixarão de se articular para outros cargos, e à candidatura do próprio governador, que responderá pela mágoa dos preteridos.
E, quanto maior acharem que é o crédito, maior será a mágoa. Apenas para lembrar.

* Abdon Marinho é advogado.

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