A ideia de uma oligarquia já é ruim; imagine quando ela se torna familiar, é pior ainda. Um fato ocorrido com o editor deste blog parece cena de filme de ficção.
Uma simples conversa com um amigo se transformou em algo surreal, digno de filme de espionagem. Ontem, dia 26 de junho, enquanto eu tomava um refrigerante com um amigo em uma convivência nas mediações da Avenida São Luís Rei de França, aconteceu um fato absurdo. Estávamos sentados em uma mesa quando entraram dois homens na conveniência, com aparente jeito de policiais à paisana. Eles começaram a agir de forma muito estranha: disfarçavam que conversavam, mas logo sentaram perto da minha mesa. Percebi que queriam ouvir o teor da nossa conversa a todo custo, inclinando os celulares de maneira não natural.
Eu e meu amigo ficamos desconfortáveis e resolvemos sair do local. Ao sairmos, os dois homens vieram atrás de nós. Era visível que estavam me seguindo ,até meu amigo percebeu tamanha insanidade. Só que eles não notaram que eu entrei no carro do meu amigo; ficaram procurando por mim, achando que eu havia entrado no meu próprio veículo. Claro, fiquei nervoso com a situação de perseguição e não consegui filmar a ação dos dois homens.
Fiz questão de sair o mais rápido possível dali. Isso me lembrou muito a ditadura militar no Brasil, que tinha esse tipo de perseguição vil. Também me recordou o caso do deputado Rodrigo Lago, em Colinas, quando membros supostamente ligados à família Brandão tentaram intimidá-lo para que ele não fizesse denúncias.
Tomei minhas providências, já que desconfio das forças de segurança do Maranhão. Por isso, procurei esferas superiores, porque que acho que supostamente as forças de segurança do Maranhão seriam dominadas pelo irmão do governador ,pessoa contra quem já fiz diversas denúncias.
Meu medo não é denunciar a família que hoje tenta tomar conta de tudo no Maranhão, mas sim de quantas pessoas estão sendo perseguidas no estado.
