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Após o fiasco em Brasília, onde o governador Carlos Brandão e sua comitiva não foram recebidos pelo presidente Lula, e o encontro se resumiu a um rápido cumprimento , Brandão começou a retaliar os petistas como forma de pressionar o apoio de Lula ao seu sobrinho, práticas que remetem aos tempos sombrios de “coronelismo” no Maranhão.
Na verdade, Brandão nunca gostou dos famosos “brandopetistas”. Tucano por natureza, o governador sempre abominou a esquerda. O que ele queria mesmo era o capital político de Lula no Maranhão, que é altíssimo, porque sabe que só assim tornará seu sobrinho competitivo. Mas parece que isso não se realizará, já que fontes afirmam que o PT terá Felipe Camarão como candidato ao governo do Maranhão.
Brandão começou a retaliar os petistas que contavam indicar o sucessor para tentar almejar cadeiras na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema). O governador barrou as indicações dos ex-secretários Luiz Henrique Lula, Cricielle Muniz, Bira do Pindaré e outros. Isso deve se estender ao comissionados indicados pelos Brandopetistas.
Sem palanque e sem o capital político de Lula, Brandão começa a retaliar os “brandopetistas” e vai ter que usar a estrutura dos Leões com toda a força para ao menos sonhar com o sobrinho competitivo para a eleição.
