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A crise envolvendo a saída de Luciano Façanha da direção do Centro de Ciências Humanas (CCH) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) produziu efeitos imediatos dentro da instituição. Após a repercussão negativa do que foi classificado por setores da comunidade acadêmica como uma medida autoritária do reitor Fernando, a gestão superior passou a agir com rapidez incomum para responder a demandas históricas do centro.
Em poucos dias, pleitos que se arrastavam há mais de dois anos começaram a ser encaminhados. Uma comitiva formada pelo pró-reitor de Assuntos Estudantis, Danilo Lopes, pelo superintendente de Infraestrutura, Leonardo Castro, e pela diretora da Divisão de Gênero e Diversidade, Gislene Carvalho, realizou visita técnica ao CCH. Durante a agenda, acompanhados pelo diretor Alírio Cardoso, foram levantadas prioridades como a revitalização de auditórios, substituição de sistemas de ar-condicionado e melhorias estruturais voltadas ao bem-estar da comunidade acadêmica, além da apresentação da nova sala de amamentação.
Nos bastidores, a leitura predominante é de que a reação rápida da reitoria busca conter o desgaste político provocado pela saída de Façanha. Ao mesmo tempo, o episódio acabou fortalecendo o nome do ex-diretor dentro da universidade, unificando setores progressistas e ampliando sua influência no debate interno. Para analistas da comunidade acadêmica, o chamado “efeito Luciano Façanha” expôs fragilidades na condução institucional e evidenciou a capacidade de mobilização política em torno do CCH.
Em tempo : a reeleição do reitor Fernando é praticamente tema de filme ; “Missão Impossível.”
E mais : em outras matérias divulgaremos as licitações e bolsas que supostamente trabalham em torno dessa eleição da UFMA …
