A saída de Cricielle Muniz da direção do IEMA expõe, mais uma vez, o clima de retaliação política no governo do Maranhão após o PT nacional vetar o apoio ao projeto do sobrinho do governador Carlos Brandão. Sem conseguir indicar um sucessor, a ex-diretora se soma a outros quadros petistas que vêm sendo isolados da estrutura de poder, em um movimento interpretado como resposta direta ao posicionamento do partido.
A nomeação de Jandira Dias de Araújo Silva para acumular a direção do IEMA, a partir de 16 de abril de 2026, reforça a estratégia de centralização e retirada de espaço do PT. Nos bastidores, cresce a avaliação de que a retaliação pode avançar para a exoneração de cargos comissionados ligados a Cricielle, ampliando o impacto político da decisão e deixando claro o custo imposto ao partido após contrariar os interesses do grupo do governador, veja :

