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Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (01), o vice-governador Felipe Camarão voltou a expor detalhes do chamado “Caso Tech Office”, afirmando que o escândalo pode atingir diretamente o núcleo do poder estadual. Segundo ele, as investigações citam familiares e aliados próximos do governador Carlos Brandão, levantando suspeitas sobre a existência de um esquema articulado de propinas e favorecimentos dentro da máquina pública.
De acordo com Camarão, o caso envolve uma série de ilícitos, como desvio de recursos públicos, corrupção ativa e passiva, além de possíveis tentativas de obstrução de justiça. Um dos pontos mais graves mencionados é a suposta ligação do esquema com um homicídio ocorrido em São Luís, em 2022, que teria sido motivado por disputas internas envolvendo pagamentos ilícitos e interesses financeiros ligados ao grupo político.
O vice-governador também afirmou que a origem do escândalo estaria em um pagamento realizado pela Secretaria de Educação (SEDUC) em agosto de 2022, já após sua saída da pasta. Ele ressaltou que nunca autorizou qualquer operação suspeita durante sua gestão e indicou que decisões posteriores podem ter sido conduzidas por outros interesses. Para Camarão, os indícios sugerem a existência de um sistema mais amplo, com possível respaldo político em níveis elevados.
Por fim, Camarão criticou duramente a atuação das autoridades locais, alegando que denúncias envolvendo aliados e familiares de Carlos Brandão foram sistematicamente arquivadas sem investigação aprofundada. Diante disso, ele defende uma apuração independente, afirmando que a gravidade do caso levanta suspeitas de envolvimento direto ou indireto do governador no escândalo que movimenta os bastidores do Maranhão, veja o vídeo :
