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Waldir Maranhão tem prazo de validade na presidência da Câmara

Flávio Dino presta homenagem a Waldir Maranhão por causa de suas ações

Flávio Dino presta homenagem a Waldir Maranhão por causa de suas ações

Após a renúncia de Cunha, Waldir Maranhão  terá um prazo de até 5 (cinco)  sessões do plenário, considerando tanto as de votação quanto as de debate, desde que cada uma tenha, no mínimo, 51 deputados presentes para convocar uma nova eleição para a mesa diretora da Câmara dos Deputados.
A carta renuncia de Cunha terá de ser lida em plenário e publicada no “Diário Oficial da Câmara”. A partir daí, novas eleições terão de ser convocadas, portanto, Maranhão na terá mais que duas semanas a frente da Câmara.
A eleição no plenário, que ainda será marcada por Maranhão, é secreta e ocorrerá pelo sistema eletrônico, onde os parlamentares registram o seu voto. Qualquer deputado pode disputar a vaga. Para que um deputado se eleja presidente, é preciso obter maioria absoluta dos votos dentre os que tiverem votado.
Colecionador de Problemas
O ainda presidente interino da Câmara, coleciona problemas. Além de ser investigado na Lava-Jato, ele é alvo em outro inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), que apura um esquema de desvio de verba de fundos de previdência municipais para aplicações controladas por doleiros.

De acordo com a revista “Época”, um delator da Operação Miqueias afirmou que Maranhão recebeu R$ 60 mil ao intermediar um aporte de R$ 6 milhões da prefeitura de Santa Luzia, no Maranhão, em um fundo de investimento mantido pela quadrilha do doleiro Fayed Treboulsi.

Conversas reveladas pela revista “Veja” mostram Maranhão e Treboulsi tratando de reuniões com prefeitos. Um áudio envolve uma negociação a respeito do fornecimento de merenda escolar. Já na Lava-Jato, o parlamentar foi acusado pelo doleiro Alberto Yousseff de receber propina fruto de desvios na Petrobras.
Eleições complicadas
Nas eleições de 2010, teve de explicar um milagre de multiplicação de dinheiro, quando doou para si mesmo, um valor 33 vezes maior que aquele que declarara, a prestação de contas de Maranhão registra doações de R$ 557,5 mil, em espécie, para si mesmo, o equivalente a 72% do total da declaração de bens (R$ 776,5 mil). Na ocasião, ele havia declarado dispor de R$ 16,5 mil em espécie — não há menção a conta corrente ou aplicação financeira. O Ministério Público Eleitoral constatou irregularidades e pediu a cassação do mandato, mas, devido as muitas manobras, em 2015, com o início da nova legislatura, o processo foi arquivado.
Em março, o presidente interino da Câmara teve um veículo Toyota Hilux penhorado pela Justiça do Maranhão para assegurar parte do pagamento de uma dívida com uma gráfica, referente à campanha de 2014. O deputado fez um acordo e se comprometeu a pagar R$ 1,1 milhão, mas deixou de pagar as parcelas.

Em outra ocorrência judicial, o governo maranhense foi condenado, em primeira instância, a pagar R$ 104 mil de indenização, em função de um ato de Maranhão quando ocupou a Secretaria de Ciência e Tecnologia, entre 2009 e 2010. Uma pesquisadora foi convidada por ele desenvolveu um programa de inclusão digital. A Secretaria, no entanto, não pagou pelo trabalho e, pouco após a entrega do projeto, apresentou um programa semelhante.

O presidente interino ainda recebeu indevidamente, salários como professor da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) entre fevereiro de 2014 e janeiro de 2016, enquanto exercia seu mandato de deputado federal, em Brasília.
Filho também era ‘Funcionário Fantasma’ no MA
No início desta semana, o filho do deputado Waldir Maranhão, Thiago Augusto Azevedo Maranhão Cardoso, foi afastado do cargo de Assessor do Conselheiro Edmar Cutrim do Tribunal de Contas do Maranhão (TCE-MA) após uma denúncia de que ele estaria atuando como médico em São Paulo e não exercia a função em São Luís.

Thiago Maranhão Cardoso era funcionário do TCE-MA desde 2013 e recebia pela atividade R$ 6.529,85, acrescidos de R$ 800 referente ao auxílio-alimentação.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) abriu um inquérito civil para investigar a situação do Thiago Maranhão Cardoso junto ao TCE-MA.

Ainda não acabou
O que mais esconde Waldir Maranhão???

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Categoria: Policial, Política

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