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Vídeo!!! Indicada pelo governador Flávio Dino e presa pela PF, diz que vai abrir o verbo

Indicada pelo governador Flávio Dino (PC do B), como ordenadora de despesa na Secretaria de Saúde, Rosângela Curado, que foi presa pela Polícia Federal e até aqui se manteve em silêncio – agora vai falar tudo, de Weverton Rocha a Flávio Dino… 

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Mulher de confiança do governador, Curado cobrava propina no governo Flávio Dino

Rosângela Curado cobrava PROPINA na Secretaria de Saúde do Maranhão, Flávio Dino, sabia de tudo, afirmam os áudios interceptados pela Polícia Federal

Rosângela é (era) o braço forte de Flávio Dino em Imperatriz, ela é (era) mulher de confiança

Interceptações telefônicas obtidas pela Polícia Federal, mostram que Curado chegava a cobrar até 10% do valor de contratos firmados por empresas e Oscip’s. Relatório da PF, encaminhado à Justiça com pedido de prisão dos investigados na Operação Pegadores, aponta que a subsecretária de confiança do governador Flávio Dino (PC do B), realizava as cobranças de propina.

De acordo com o diálogo interceptado pela polícia entre José Inácio Guará e um homem identificado como Joe, eles falam abertamente que as articulações tinham aval do Palácio dos Leões, quanto a atuação de Curado – Carta Branca.

“No instante que ele, (Flávio Dino) deu uma declaração de que fechou com Madeira, a candidatura de (Clayton Noleto), que ela que ia ser a candidata, eu acho que ela começou a enfraquecer, né? [sic]”, comentou Joe.

José Inácio Guará respondeu: “Ela está tomando 10% de todo mundo. Aí ela já se queimou, já”, disse e completou: “Já, ela foi tomando de… já foi pra São Paulo, arrumou duas empresas lá já. Já saíram em bloco. Ela tá tirando 10% de todo mundo, ta tomando dinheiro de quem quer acertar atrasado, tá um inferno”, completou.

No diálogo, Guará afirma que o governador Flávio Dino (PC do B) sabia dos esquemas e crimes cometidos por Curado.

“E Flávio Dino já sabe. Por isso ele fechou com ele. Eu já sabia que ela ia dançar, que já tinha dançado”, afirmou.

“É cara…”, reagiu Joe.

“Sabe, ele (Flávio Dino), ainda falou: ‘essa mulher é uma louca, essa mulher é uma louca’, não sei o que. Ela se queimou, ela era candidata”, disse.

‘Ajeitar’ – No relatório, a PF afirma que poderia cogitar que Guará estava apenas maldizendo uma servidora pública – na ocasião, subsecretária de Saúde do Maranhão -, sem que houvesse maiores elementos que pudessem comprovar a prática.

Ocorre que num diálogo entre a pedetista e Luiz Marques, Curado utiliza as expressões “ajudar” e “ajeitar”, que evidenciariam a cobrança de propina.

“Quem me ligou agora foi o Ricardo, viu”, disse Luiz Marques.

“É um vagabundo. Não quer ajudar ninguém”, respondeu Curado.

“Arrochei hoje o prego. Aí eu falei. Perguntou quando é que eu vou pra lá, eu falei dia 19. Só lá, perto do começo do mês que vem, aí ele disse que antes disso ele vinha aqui. Aí eu sei que a Corpore ta com frescura com ele, o Invisa também, entende?”, continuou Luiz Marques.

“Deixa, ele não quer ajeitar”, enfatizou Rosângela Curado.

 

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Operação Pegadores: Rosângela Curado vai falar…

Estima-se que o depoimento de Curado possa durar cerca de 20 horas, para esclarecer o ‘modus operandi’ da Organização Criminosa implantada na Saúde do Maranhão, segundo acusou a PF

Rosângela Curado é literalmente, o braço direito do governador do Maranhão

A ex-secretária de Saúde assumiu a pasta no começo do governo Flávio Dino (PC do B), era mulher forte no início e depois foi repentinamente demitida, até hoje não se sabe os reais motivos, talvez a operação da Polícia Federal consiga esclarecer os reais motivos.

Corre à boca miúda, que a aliada do governador Flávio Dino, Rosângela Curado que está presa na cela da Polícia Federal, vai depor hoje (17), aos membros responsáveis pela operação que apontou desvios milionários na gestão comunista. Estima-se que o depoimento dela possa durar cerca de 20 horas, para esclarecer o ‘modus operandi’ da Organização Criminosa implantada na saúde do Maranhão, segundo a PF e a Controladoria Geral da União.

Mulher que operava os “empregos”, Curado deve explicar amplamente como e o porquê a enfermeira Keilane Silva, recebia mensalmente mais de R$ 14 mil (Quatorze Mil Reais), e dentre outros funcionários que recebiam sem nem pisar nas Unidades de Saúde.

Em tempo: há quem diga que a indicação da enfermeira Keilane Silva, seja indicação pessoal de um super-secretário do governo Flávio Dino

E mais: para receber um salário ‘pomposo’ deste tem que ser uma enfermeira muito boa.

Pra fechar: será que Curado vai delatar???

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Imperatriz: PC do B terá que explicar apoio a candidata que ele julgou ser corrupta

Governador Flavio Dino em recente ato de filiação da pre-candidata. Cara de poucos amigos.

Governador Flavio Dino em recente ato de filiação da pre-candidata. Cara de poucos amigos.

O clima eleitoral em Imperatriz pesou desde o anúncio do apoio do PCdoB à candidatura da suplente de deputada federal Rosângela Curado (PDT). Não que a aliança entre o grupo do governador Flávio Dino e do deputado federal Weverton Rocha tenha poder para definir o pleito. Pelo contrário: o histórico da relação dos dois partidos é que gerou toda a discussão. Afinal, há menos de um ano, Rosângela foi demitida da Secretaria de Saúde sob suspeita de corrupção feita pelo mesmo PCdoB que hoje fechou a chapa com ela no município.
Tudo aconteceu em setembro de 2015. Rosângela era adjunta de Saúde do então secretário Marcos Pacheco. Um belo dia, foi anunciada sua demissão, com justificativas na própria mídia ligada ao governo Flávio Dino de que ela estava saindo porque um relatório apontava esquemas de corrupção sob sua égide.
Segundo notícias da época, o hoje secretário Carlos Lula chegou a produzir relatório com incriminações contra ela.
Os pedetistas reagiram duro e contra-atacaram sob o argumento de que a difamação era uma tentativa de tirar Rosângela Curado do páreo em Imperatriz, para favorecer o então candidato comunista Clayton Noleto. Para reforçar a correligionária, Weverton Rocha foi obrigado a licenciar-se do mandato em favor dela, que ganhou musculatura e lugar de fala para contrapor-se aos comunistas.
O tempo passou, Clayton Noleto não vingou e o PCdoB teve que inventar outro candidato, o deputado Marco Aurélio, que também abriu mão da candidatura, forçando o partido a declarar apoio a Rosângela e indicar seu vice – curiosamente, um vereador que era o principal opositor dela na Câmara de Imperatriz.
O problema é que toda esta explosiva história foi amplamente documentada. E dossiês de todo tipo já foram encaminhados aos candidatos Ildon Marques (PSB) e Assis Ramos (PMDB).
E o PCdoB vai ter de explicar na campanha por que apoiou alguém que a própria legenda investigou como corrupta.

Com informações da Coluna Estado Maior – O estado do Maranhão Nº 19.670 Edição de hoje (8), com ilustração deste Blog.

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