Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Empresário dono da Rey do Vidro, doou R$ 55 mil para a campanha de Flávio Dino

Funcionário Público, Aldo Oberdan acusou empresários de terem lavado dinheiro com sua empresa e que sofreu ameaça por parte de Igor Mesquita, do Rey do Vidro

Empresário Igor Mesquita teria ameaçado Aldo Oberdan

O empresário Aldo Oberdan relatou em depoimento que teria sido ameaçado por um empresário, segundo ele, seria Igor Mesquita, dono da loja Rey dos Vidros, situada na Camboa. Empresa também participou de doações da campanha de Flávio Dino (PC do B).

Aldo Oberdan acusa Carlos Alberto Miranda e Igor Mesquita de terem usado sua empresa a Aldoimagem para lavar dinheiro na campanha do então candidato ao governo do Maranhão, em 2014, Flávio Dino.

O Blog fez uma busca e encontrou que a empresa Rey do Vidro LTDA, CNPJ: 69.577.21/0001-98 doou R$ 25.825,00 (Vinte e cinco mil, oitocentos e vinte e cinco reais), ao Comitê Financeiro do candidato Flávio Dino e mais R$ 30.000,00 (Trinta mil reais), ao Comitê Financeiro do PC do B, no total, foram mais de R$ 55 mil em doações, como mostra abaixo, o infográfico.

O empresário Igor Mesquita, figura como amigo em comum com os membros do PC do B, Márcio Jerry e Ednaldo Neves, e também com o vereador Marcelo Poeta, também do mesmo partido.

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Não tem como se esconder…

As datas de envios do dinheiro coincidem com as suspeitas envolvendo o partido de Flávio Dino e as empresas investigadas na operação Lava Jato

“encontrei uma vez Márcio Jerry, dentro do banco, eu cobrei dele. Aí ele disse ‘não rapaz não posso falar disso aqui, tem câmera e tudo, vai no partido’,

O PCdoB, o governo Flávio Dino e os seus aliados têm tentado minimizar os efeitos da denúncia segundo a qual o partido lavou dinheiro na campanha eleitoral ele 2014. Mas a cada explicação – ou tentativa de – os comunistas se enrolam cada vez mais em uma teia que levanta suspeitas gravíssimas de ilegalidade pura e simples para eleger Flávio Dino governador.

O partido admite ter uma dívida, de cerca de R$ 800 mil, com a empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro-ME. Mas não consegue explicar para onde foram esses R$ 800 mil, já que os R$ 1,3 milhão entraram e saíram da conta do partido no mesmo dia. E se não pousaram na conta da empresa, para algum outro lugar foi desviado.

Outro problema envolve as notas fiscais da Aldo Oberdan Montenegro. Os documentos comprovam o recebimento do dinheiro total – e não apenas parte, como alega o PCdoB. É bem nesse ponto que se levantam as suspeitas de lavagem de dinheiro, uma vez que o dinheiro saiu da conta do PCdoB.

A empresa – que neste período estava sob administração de um terceiro, ligado ao próprio partido, e não do seu titular – emitiu a nota dando conta do recebimento, mas apenas parte do recurso chegou, efetivamente, na conta.

O curioso, e ainda mais complicado para os comunistas é que as datas coincidem com as suspeitas envolvendo o partido de Flávio Dino e as empresas investigadas na operação Lava Jato. Foi nessa época, segundo delatores, que foram repassados recursos para o PCdoB, e para o próprio Dino, segundo relatos nunca investigados pelo Ministério Público Federal.

O PCdoB, portanto, pode dizer o que quiser – e tem mostrado em suas notas que não tem muito o que dizer -, mas não conseguirá escapar, pelo menos, de ter de se explicar à Justiça Eleitoral e à Justiça Federal. E se a explicação continuar nesses termos, terá problemas sérios a resolver no futuro.

Ameaça – O empresário Aldo Oberdan Montenegro, que denunciou o uso de sua empresa para suposta lavagem de dinheiro do PCdoB, diz ter sofrido ameaça de morte dos comunistas.

– Falei com o presidente do partido na época, o nome dele hoje não me lembro mais. Ele virou para mim e disse assim, se eu não tinha medo de morrer. Eu disse: “Mas eu não fiz nada de errado, meu irmão” – contou o empresário.

A ameaça de morte também consta na denúncia que o empresário prestou e que faz parte da Representação encaminhada à Procuradoria-Geral da República.

Repercussão – A suspeita de lavagem de dinheiro na campanha do PCdoB deve ser um dos temas de hoje, no plenário da Assembleia Legislativa.

Deputados de oposição pretendem trazer novas denúncias e novas provas de que os comunistas teriam movimentado recursos de forma irregular na campanha de 2014.

O assunto deve render durante todas as sessões desta semana.

Com informações da Coluna Estado Maior

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Irmão de Nicolao Dino desrespeitou lista tríplice de procuradores do Maranhão

Governador Flávio Dino (PC do B), indicou 2º colocado para a Procuradoria do Estado

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), decidiu em maio, deste ano, escolher o 2º colocado na lista tríplice indicada pelo Ministério Público para a Procuradoria Geral de Justiça do Estado. Em 16 de maio, o promotor Luiz Gonzaga recebeu 183 votos, 29 a menos que o 1º colocado.

O Blog acredita que o governador não terá discurso para criticar decisão do presidente Temer (PMDB), pela indicação da segunda colocada na lista, Raquel Dodge, na sucessão de Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República. 

Rodrigo Janot tem que deixar o cargo em 17 de setembro deste ano, e não concorrerá a um terceiro mandato. A escolha é do presidente Michel Temer. Raquel é opositora ferrenha de Janot, assim como Temer.

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Procuradores escolhem Mario Bonsaglia, Nicolao Dino e Raquel Dodge para substituir Janot

Mario Bonsaglia, Nicolao Dino e Raquel Dodge formam a lista tríplice que será encaminhada ao presidente Michel Temer

Os subprocuradores-gerais da República Nicolao Dino, Raquel Dodge e Mario Bonsaglia foram os mais votados e escolhidos para formar a lista tríplice da qual deve sair, apontado pelo presidente Michel Temer (PMDB), o sucessor do procurador-geral Rodrigo Janot.

Em votação realizada nesta terça-feira (27) com mais de 1.200 membros do Ministério Público, Dino recebeu 621 votos, seguido por Raquel, com 587, e Bonsaglia, com 564.

As informações foram divulgadas pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República).

Em tempo: Raquel Dodge deverá ser a escolhida pelo presidente Temer como a nova Procuradora Geral da República e em seguida deverá encaminhar para o Senado Federal, onde passará por sabatina.

E mais: Teria a pretensão em criticar o presidente Temer, o irmão de Nicolao, Flávio Dino (que é citado na Lava-jato), sendo que ele mesmo não escolhe o mais votado na Procuradoria Geral de Justiça no Maranhão????

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