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Imoral e Ilegal, Flávio Dino passa o rolo compresssor no Cajueiro

Para atender a demanda de seus financiadores de campanha, Flávio Dino (PC do B), atropela a Legislação Ambiental, passa por cima da justiça e pisa na comunidade tradicional do Cajueiro

 

Na última sexta-feira (16), o governador Flávio Dino e uma comitiva da China estiveram em São Luís para ratificar a ilegalidade do governo comunista para com as leis brasileiras.

O governo atropela a Legislação Ambiental vigente, com supressão de vegetação, impactos no solo e na fauna sem estudos ambientais prévios, uma vez que o Cajueiro, local onde está sendo construído o Porto, além de ser uma comunidade tradicional é Área de Preservação Permanente – APP.

O objetivo é apenas um: garantir a moeda de troca com a WTorre, empreiteira que está à frente da instalação do PORTO PARTICULAR.

A empreiteira financiou a campanha do governador do Maranhão e em troca ganhou a área para a construção de um porto para atender demanda dos chineses.

É preciso que as autoridades estejam atentas para mais este escândalo patrocinado pelos comunistas maranhenses que querem a todo custo atender ao negócio da China.

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Cajueiro resiste e justiça suspende obras de porto de empresário financiador de campanha de Flávio Dino

A WTorre aparece como doadora de campanha do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B)

A Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, que tem como responsável o juiz Douglas de Melo Martins, concedeu liminar em Ação Civil Pública atendendo a pedido do Ministério Público do Maranhão – MPMA, para obrigar a empresa WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais Ltda a paralisar as obras de implantação do Terminal Portuário de São Luís, sob pena de multa diária de R$ 50 mil.

A denúncia foi feita aqui no Blog, no ano passado, reveja abaixo:

Empresa que doou dinheiro a Flávio Dino força a barra para desmatar o Cajueiro

As causas para pedir a paralisação das obras foi o desmatamento de vegetação protegida e irregularidades no procedimento de licenciamento ambiental. Além disso, o local é área de manguenzal, (Área de Preservação Permanente – APP), circunstância que não foi verificada no licenciamento ambiental, todo errado, com as claras digitais do secretário de estado de meio ambiente, Marcelo Coelho.

Segundo o Ministério Público, a empresa desmatou a área situada na região do Golfão Maranhense, mais precisamente na localidade do Cajueiro, na Vila Maranhão, zona rural da capital, amparada por licenças irregulares, concedidas pela SEMA.

Em tempo: na liminar, o juiz Douglas de Melo, marcou para o dia 11 de abril, a audiência de conciliação, vamos ficar de olho!!!

E mais: muito curioso, não??? Empresa que financiou a campanha do governador Flávio Dino, conseguir licenças ambientais irregulares na Secretaria de Meio Ambiente.

Pra fechar: um crime sem precedentes, alguém vai parar atrás das grades.

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