Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Associação de Delegados de Polícia condena retaliação do governo Flávio Dino

ADEPOL acusa governo comunista de perseguir trabalhadores que denunciam a falta de estrutura nas delegacias

Associação acusa o governo Flávio Dino de abusos de autoridade, censura e intimidação

A Associação dos Delegados do Maranhão (Adepol) divulgou moção de repúdio  contra o governo Flávio Dino (PC do B), segundo eles, condenando “abusos e desvios de finalidade” praticados pelo atual secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e manifesta total solidariedade aos delegados Gustavo Tavares Barbosa de Matos, Virgínia Loiola Beserra e Fábio Silva Cordeiro Pessoa.

De acordo com a Nota, Portela determinou a abertura de processos administrativos contra os delegados e também a remoção de Virgínia Loiola e Fábio Cordeiro “em retaliação pelo exercício da profissão e liberdade de expressão”.

Acusações

O delegado Gustavo Barbosa responde a processo disciplinar por informar ao Ministério Público em Imperatriz que o Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo) não funciona. Já Virgínia Loiola foi removida do serviço onde atuava, vejam só, por causa de uma publicação em sua página do facebook, onde denuncia as péssimas condições de trabalho.  Contra Fábio Cordeiro pesa o fato de ter sido despejado do imóvel em que funcionava a Delegacia de Peritoró, mesmo tendo comunicado o atraso de um ano no pagamento do imóvel à Secretaria de Segurança.

Para a Adepol, o secretário Jefferson Portela alega que os três delegados comprometeram a instituição policial com suas ações e está “usando de subterfúgios para aplicar punição sem previsão legal, atingindo de morte a honra e a dignidade de pais e mães de família”.

“Numa sociedade livre, ninguém está acima de crítica. Não há verdadeira democracia se as pessoas são livres apenas para concordar, nunca para discordar. Não há liberdade se as pessoas são livres apenas para calar e consentir, nunca para divergir”, ressalta a moção de repúdio.

A Associação dos Delegados afirma que o governo comunista faz CENSURA, é AUTORITÁRIO e INTIMIDA a categoria funcional dos delegados de polícia civil do Maranhão.

Governo Flávio Dino quer expulsar delegados da Polícia Civil de prédio em São Luís

Em Notificação, governo Dino fala até em usurpação do imóvel pela ADEPOL

O Governo Flávio Dino (PC do B), notificou extrajudicialmente a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Maranhão – ADEPOL, para que no prazo máximo de 30 (trinta) dias, entregue o prédio de propriedade do governo estadual, que estava cedido em caráter de comodato à entidade. 

Segundo a Notificação Extrajudicial, o fato se dá em vista do término da vigência do Contrato de comodato firmado entre o Estado do Maranhão e a ADEPOL, cujo objeto é o imóvel de propriedade do Estado, situado na Rua da Palma, n. 322, Centro, nesta Capital.

No final, da Notificação o governo Dino ratifica as sanções cabíveis, em caso de não cumprimento, o executivo fala em Usurpação do imóvel pela entidade.

Desta feita, tratando-se de imóvel de propriedade do Estado, cuja cessão à ADEPOL expirou em 10 de maio de 2002, a permanência da ocupação pela Associação representada por Vossa Senhoria caracteriza ato de esbulho, a desafiar a adoção das medidas judiciais cabiveis.

Veja abaixo, o teor da notificação:

ESTADO DO MARANHÃO
PROCURADORIA GERAL DO ESTADO
PROCURADORIA DO PATRIMÔNIO E DO MEIO AMBIENTE.

NOTIFICAÇÃO EXTRAJUDICIAL

Tendo em vista o término daTendo em vista o término da vigência do Contrato de comodato firmado entre o Estado do Maranhão e a ADEPOL, cujo objeto é o imóvel de propriedade do Estado, situado na Rua da Palma, n. 322, Centro, nesta Capital, NOTIFICO Vossa senhoria, na qualidade de representante legal da Associação dos Delegados de Policia Civil do Maranhão, reiterando os oficios e notificações encaminhadas pela Secretaria Adjunta de Gestão, Modernização e Patrimônio, para que, em até 30 (trinta dias), a contar do recebimento desta Notificação, efetue a devolução do imóvel identificado para supra, mediante entrega das chaves na sede da Secretaria Adjunta situada na Av. Jerônimo de Albuquerque, s/n, Centro Administrativo do Estado, Edificio Clodomir Milet, 5° Andar.

Ressalte-se que a Secretaria de Segurança Pública reiterou por meio do Oficio 1906/2016 GAB/SSP a necessidade de retomada do imóvel, com o objetivo de instalar o seu Arquivo Geral.

Desta feita, tratando-se de imóvel de propriedade do Estado, cuja cessão à ADEPOL expirou em 10 de maio de 2002, a permanência da ocupação pela Associação representada por Vossa Senhoria caracteriza ato de esbulho, a desafiar a adoção das medidas judiciais cabiveis. vigência do Contrato de comodato firmado entre o Estado do Maranhão e a ADEPOL, cujo objeto é o imóvel de propriedade do Estado, situado na Rua da Palma, n. 322, Centro, nesta Capital, NOTIFICO Vossa senhoria, na qualidade de representante legal da Associação dos Delegados de Policia Civil do Maranhão, reiterando os oficios e notificações encaminhadas pela Secretaria Adjunta de Gestão, Modernização e Patrimônio, para que, em até 30 (trinta dias), a contar do recebimento desta Notificação, efetue a devolução do imóvel identificado para supra, mediante entrega das chaves na sede da Secretaria Adjunta situada na Av. Jerônimo de Albuquerque, s/n, Centro Administrativo do Estado, Edificio Clodomir Milet, 5° Andar.

Ressalte-se que a Secretaria de Segurança Pública reiterou por meio do Oficio 1906/2016 GAB/SSP a necessidade de retomada do imóvel, com o objetivo de instalar o seu Arquivo Geral.

Desta feita, tratando-se de imóvel de propriedade do Estado, cuja cessão à ADEPOL expirou em 10 de maio de 2002, a permanência da ocupação pela Associação representada por Vossa Senhoria caracteriza ato de esbulho, a desafiar a adoção das medidas judiciais cabiveis.

 

Vídeo: Matéria do Bom dia Brasil mostra que Roseana deixou o estado equilibrado, atual gestão já deve R$ 700 mi

Mapa da despesa

Esta matéria foi ao ar no começo do governo Dino e mostrou que mais de 20 ex-gestores estaduais deixaram dividas e aumentaram as despesas com gastos de pessoal para seus sucessores. Apenas os estados do Acre, Minas Gerais, Paraíba, Mato Grosso de Sul e o Maranhão foram encontrados com as finanças e os gastos com folha de pagamentos equilibrados.

No Maranhão, nesta atual gestão Flávio Dino (PC do B), servidores das Policia Civil e do Judiciário já deflagraram paralisações e o piso salarial dos professores ainda não foi implantado, estes últimos já marcaram paralisações para o começo de agosto.

Servidores do sistema de saúde estadual também reivindicam melhorias salariais e estruturais, médicos e servidores da Santa Casa e Hospital Geral ameaçam cruzar os braços devido ao atraso de 4 meses nos seus salários, falta de medicamentos e material hospitalar.

Crise idêntica vive o setor de fornecedores ao governo estadual, empresários alegam que estão há mais de um ano sem receberem seus pagamentos. Recentemente, funcionários da Secretaria de Estado da Educação, foram feitos reféns em uma tribo indígena, os silvícolas reivindicam que há quatro meses não recebem a merenda escolar.

VEJA A MATÉRIA QUE FOI AO AR NO BOM DIA BRASIL, NO COMEÇO DO GOVERNO FLAVIO DINO 

DIVIDAS NO ATUAL GOVERNO JÁ CHEGAM A CASA DOS R$ 700 MILHÕES 

O Estado do Maranhão na atual gestão represou as dívidas do estado em  R$ 682 milhões em dívidas com seus fornecedores entre os meses de janeiro a abril deste ano. A informação é do jornal Folha de São Paulo, com dados do Tesouro Nacional. Foi publicada na madrugada da ultima segunda-feira (11), na matéria intitulada ‘Dívida com fornecedores mais do que dobrou em sete estados’.

Na média, diz o diário, ocorreu um aumento de 82% na dívida reconhecida e não paga pelos estados este ano, em relação ao mesmo período (primeiro quadrimestre) de 2015. A matéria especifica o percentual de represamento do estado do Maranhão, que figura como o sexto que mais represou dividas, atrás apenas dos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Paraná.  “devo, não nego; pago quando puder”.

O governador do Maranhão, Flavio Dino (PC do B), aumentou as taxas e impostos da arrecadação estadual e também aumentou os gastos da máquina pública com cargos comissionados e serviços terceirizados. O estado acumula dividas também com fornecedores e trabalhadores.

E mais: De acordo com a reportagem, Maranhão, Roraima e Mato Grosso do Sul não apresentaram ao Sistema do Tesouro Nacional relatórios sobre a execução orçamentária deste ano ou de 2015, o que inviabilizou uma análise mais aprofundada de seu desempenho.

Divida do Maranhao