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Governo Flávio Dino: levantamento dos órgãos de controle atestam FRACASSO

O governador Flávio Dino tenta a todo custo, mascarar os dados oficiais brasileiros que atestam que o Maranhão ficou MAIS POBRE, SEM ESTRADAS, SEM EMPREGOS  e o PIB DIMINUIU 

Governo Flávio Dino (PC do B), tenta mascarar o fracasso de sua gestão, gastando quase R$ 1 Bilhão com agências de publicidades e propagandas, os Dados Oficias de agências controladoras, que rebaixaram o Maranhão, até agora são elas: Confederação Nacional dos Transportes – CNT, que atestou que as estradas maranhenses são as piores dos últimos anos, no quesito emprego e renda, o CAGED do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, contabilizou uma queda no número de empregados com carteiras assinadas em todo o estado, e o IBGE que atestou que o Produto Interno Bruto – PIB, do Maranhão despencou.

As propagandas enganosas pagas a peso de ouro, com o dinheiro do contribuinte, pelo Governo Flávio tentam enganar os maranhenses com dados FALSOS. Veja abaixo, os dados reais divulgados pelas agências de controles.

Levantamento da Confederação Nacional dos Transportes – CNT 

A CNT divulgou uma pesquisa sobre a situação de todas as rodovias do Brasil. O levantamento analisou 4.647 km de estradas que cortam o Maranhão. O resultado apontou que 44% estão em estado geral de conservação RUIM ou PÉSSIMA;

26% estão em situação REGULAR e;

Em apenas 30%, a situação é BOA ou ÓTIMA.

A situação fica ALARMANTE quando a avaliação leva em conta as rodovias estaduais, de competência e responsabilidade do Governo Flávio Dino. Nas rodovias administradas pelos comunistas, 91,6%, estão em o estado RUIM ou PÉSSIMA;

E apenas 8,4% estão REGULAR ou BOA;

E nenhuma está ótima, segundo os levantamentos da CNT.

Levantamentos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE

O Maranhão comunista anda na contramão da economia, o estado do encerrou o último ano (2017), com um saldo negativo de quase 2 mil postos de trabalho fechados.

O relatório analisou os dados do Ministério do Trabalho e Emprego, que contabiliza empregos com carteira assinada em todo o país.

Ao todo, o Maranhão perdeu – de janeiro a novembro de 2017 -, 1.838 postos de emprego. O panorama é exatamente o inverso do cenário positivo alcançado por outros 17 estados, que conseguiram ampliar as oportunidades de trabalho nos últimos 11 meses.

O Maranhão só não ficou atrás dos estados do Rio de Janeiro -84.676; Alagoas -7.052; Pernambuco -4.753; Pará -4.621 e Paraíba -1.941.

Por outro lado, outros 17 estados apresentaram resultados positivos em contratação de trabalhadores com carteira assinada.

Dados dos levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE, atestou que 70% dos jovens maranhenses estão desempregados e revelou que mais de 3 milhões de maranhenses (52,4%) vivem em situação de extrema pobreza (renda de apenas R$ 10,00 por dia), o que equivale a menos de R$ 300,00/mês.

De acordo com números do IBGE, nada menos que 312 mil maranhenses voltaram à condição e pobreza extrema entre 2015 e 2017, exatamente o período em que o comunista governa o Maranhão. Ainda de acordo com os levantamentos, o PIB do Maranhão diminuiu 8% no mesmo período em que a miséria cresceu.

É Deste jeito, com Propagandas no Rádio, Televisão, Outdoor’s, Redes Sociais, SMS, Panfletos, Jornais e muita publicidade que o governo comunista tenta enganar os maranhenses.

Isso me lembra muito as notícia da televisão comunista Norte Coreana sobre o jogo entre Brasil e Coreia do Norte na Copa do Mundo de 2010. De acordo com o noticiário, o resultado do jogo foi Brazil 0 x 1 Coreia do Norte. Até hoje eles acreditam que eles venceram aquele jogo. Assista abaixo.

 

100 mil miseráveis por ano no Maranhão, durante o governo Flávio Dino, diz IBGE

Em três anos de mandato, Flávio Dino e seu grupo seguem a mesma linha dos projetos comunistas mundo a fora, que aumentam a pobreza nos países por onde passam

São 312 mil maranhenses que chegaram “à pobreza extrema” no estado, entre os anos de 2015, 2016 e 2017, segundo constatou estudo do IBGE, divulgado em dezembro. A conta é simples: 312 mil miseráveis (pessoas abaixo da linha da pobreza), surgiram no Maranhão exatamente no período do governo comunista de Flávio Dino.

Por esta conta, levando-se em consideração uma eventual reeleição do comunista, o Maranhão terá, ao fim de 2022 nada menos que 830 mil novos miseráveis, frutos da política de arrocho, opressão estatal e pouca importância ao setor produtivo.

Mas o que o comunismo maranhense produz não deve ser surpresa, levando-se em conta o que ele faz no mundo. É assim na Venezuela, na Coreia do Norte e em vários outros países que optam por esta ideologia política e seus conceitos opressores.

Em seu discurso de posse, Flávio Dino usou o termo “comunismo de resultados” e até pregou que implantaria o “capitalismo no Maranhão”, num contrassenso só visto em alguém capaz de juntar na mesma pessoa os dogmas do cristianismo e o autoritarismo do marxismo.

Mas o que fez o comunista maranhense foi levar a cabo uma política nos moldes do ditador venezuelano, Nicolas Maduro ou do tirano norte-coreano Kim Jong-un, que seu partido, o PC do B, faz questão de exibir como ídolos em seus veículos de comunicação.

Coincidência ou não, o resultado é exatamente a geração de maranhenses na “extrema pobreza” e um PIB 8% menor que em 2014, fruto direto da perseguição a empresas e iniciativa privada.

Assim segue o Maranhão da mudança pregado por Dino em 2015.

E queira Deus ainda exista ao fim do ciclo comunista que o assola…

Com informações do Blog de Marco D’éça

 

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