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Construção da Av. Guajajaras e o cruzamento da Forquilha, veja quanto custou nos governos Roseana e Dino

O Blog fez um levantamento dos valores em R$, da construção da Avenida Guajajaras e o cruzamento da Forquilha, nos governos Roseana e Flávio Dino

Guajajaras e Cruzamento da Forquilha, separados pelo tempo e pela grandeza

Em seus primeiros mandatos, Roseana e Flávio Dino imprimiram um ritmo de reformas em São Luís, obras que melhoraram a vida dos maranhenses, mas o contribuinte, que paga a conta, sabe quanto custaram a construção da avenida Guajajaras no governo Roseana e o cruzamento da Forquilha, no governo Dino????

Então vejamos: Construída em 1996, com uma extensão de 3,8 Km, a Avenida Guajajaras tem 3 rotatórias e custou R$ 8,4 milhões aos cofres públicos no governo Roseana.

Já o Cruzamento construído e inaugurado, na gestão Flávio Dino tem uma extensão de 15 mil metros quadrados, ou seja, 1,5 Km de extensão, e custou aos cofres públicos, R$ 8,5 milhões.

Levando-se em consideração os 20 anos que se distanciam uma obra da outra, elas são absurdamente desproporcionais em se tratando de envergadura do tempo e espaço da mobilidade urbana, a construção da Guajajaras e a construção do cruzamento da Forquilha, nos mostra que nestes 20 anos, não avançamos neste quesito, e que o cruzamento terá que em pouco tempo passar por novas modificações geométricas.

Em tempo: Obras que resultem em melhorias de mobilidade urbana, tem que necessariamente, ter durabilidade comprovada de pelo menos 20 anos. Isto é uma norma aprovada pelo Ministério das Cidades.

E mais: Em outras postagens elencaremos aqui mais duas obras realizadas nas gestões de Roseana e Flávio Dino, para que o contribuinte saiba o que se fez com o dinheiro público em obras que precisam durar, no mínimo 20 anos.

Pra fechar: Nos referimos à “durabilidade”, no sentido de fluidez do tráfego.

P.S: O Blog não entrou no mérito de conversão monetária do valor do Real em 1996 e 2017.

 

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Flávio Dino terá que ter um mandato de 100 anos, se quiser realizar metade das obras de Roseana

Há menos de 20 dias para encerrar o seu segundo ano à frente do governo da mudança, Flávio Dino ainda não realizou uma obra estruturante no estado

Dino 100 anos

Em dois anos de mandato, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), ainda não realizou uma obra de relevância no estado. Obras de Infraestrutura, Saneamento, Moradias Populares, Construção de Escolas e Construção de Área de Lazer em espaços público nestes (2) dois anos de mandato ainda aconteceram no atual governo.

A atual gestão se limitou a inaugurar serviços de pavimentações asfálticas deixadas pelo governo passado e muitas outras obras estruturantes que precisam ser continuadas ainda não foram finalizadas no comando de Flávio Dino, a exemplos da Duplicação do Italuís e a finalização da Ponte Quarto Centenário, que estavam com cerca de 90% concluídas.

Dinheiro no Caixa

A atual gestão encontrou um estado equilibrado com as finanças públicas em dias, funcionários pagos em dia e com créditos fiscais de cerca de R$ 3 Bilhões, aprovados pelo Banco Nacional  de Desenvolvimento Social – BNDES, para o “Programa Viva Maranhão”, criado por Luís Fernando Silva, ex-secretário de infraestrutura do estado do Maranhão.

Não aproveitando o equilíbrio financeiro do estado, o governador modificou a tabela de pagamento dos servidores, autorizou movimentação financeira com o dinheiro dos aposentados e pensionistas do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria e contraiu três empréstimos com instituições financeiras.

Programas, Projetos e Mobilidade Urbana

Sem projetos e programas a curto e longo prazo, o governador Flávio Dino pretende duplicar a Avenida dos Holandeses e Litorânea, transformando-as em vias de único sentido. Na Avenida Holandeses, que era a primeira etapa do “Anel Metropolitano”, fugindo a lógica mundial, o governador mandou retirar a área central que era para ser implantado o Bus Rapid Transit “BRT”, para dar mais espaços para os veículos de passeio.

Os programas sociais que prometidos pelo comunista, se existem, ainda não saíram do papel, muito pelo contrário, ele extinguiu o “Viva Luz”, que dava isenção no pagamento da conta de energia a famílias com baixa faixa de consumo, que eram mais 30 mil famílias beneficiadas. Outro programa do governo passado que ele ainda não acabou foi “Restaurante Popular”, também criado no governo passado.

Caso persista a inércia, o governo Dino terá que ter um mandato de 100 anos, se quiser realizar metade das obras que Roseana fez e entregou.

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