Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Flávio Dino ‘encarna’ Pilatos, na disputa pelo Senado

O “Trilema Comunista”  


* Por Abdon Marinho.

EMBORA o termo seja pouco usual, trilema é uma situação embaraçosa da qual só se pode sair pela opção de uma de três opções, todas difíceis. Trilema é assim uma espécie de dilema de três.
O governador Flávio Dino tem um trilema nas mãos que é compatibilizar na vaga que resta de pré-candidato ao Senado na sua chapa o interesse de três postulantes. Só tem vaga para um. Como não se desgastar além do necessário com os outros dois?
Claro que poderia ampliar ainda mais o problema se trouxesse um nome de fora do espectro político deixando os três deputados-postulantes à ver navios. Mas isso é algo que, parece, não fará.
Em recente entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno, mais precisamente no último dia do ano, que diga-se, está cheia de assuntos – no momento só me deterei na questão da segunda vaga ao Senado –, sua excelência, instado a manifestar-se sobre o preenchimento da vaga restante, respondeu como se nada tivesse com a questão.
Inicialmente, teceu loas aos três postulantes, mas, em seguida, tal qual, Pilatos, lavou mãos. Sugeriu-lhes que seguissem os passos do primeiro ungido, o deputado Weverton Rocha, e se viabilizassem.
Na narrativa do governador, não lhe cabe “trair suas convicções” e aparecer indicando um candidato. Este, ainda segundo ele, deve ter o apoio daqueles que o apoiam, para, assim, como fez com o primeiro escolhido, apenas o referende.
Agir de forma diversa, na sua opinião, seria uma espécie de coronelismo que já não cabe na política maranhense. Encerrou a questão.
Seria muito bom se a política fosse essa ciência cartesiana que quer fazer crer o governador. Embora a solução apresentada – e a que vai lhe nortear a escolha –, parecer perfeita, pois os dois postulantes preteridos devem, na sua visão, colocar o insucesso, na sua própria falta de articulação, talvez não seja tão fácil.
A guerra de uma escolha dessas não funciona como uma assembleia de estudantes, em que se levam as propostas para serem votadas “na hora”, sem qualquer articulação prévia. Não é assim. Tantos os pré-candidatos, quanto os demais agentes políticos, sabem para que lado “pende” o interesse do governo e, até mesmo, como funciona o chamado “fogo amigo” nestas horas.
A situação torna-se um pouco mais dramática quando os postulantes têm como certo possuírem “crédito” junto ao governador.
Esse “crédito”, que na entrevista, o governador não reconheceu, é algo mais um menos público.
A exceção da deputada Eliziane Gama, que não sabemos o nível de “acerto” feito, os outros dois, até já o disseram publicamente, possuem uma fatura a apresentar.
O primeiro, o deputado José Reinaldo Tavares, a quem o governador colocou na fatura apenas um débito de “carinho especial”, assim mesmo por ser ex-governador do estado. Sabemos que não é só isso.
O ex-governador José Reinaldo é credor da própria carreira política do hoje governador. Conforme é fato público e notório.
Foi ele, Zé Reinaldo, que ousou apostar no projeto de renovar a política maranhense trazendo, com o poder de governador que tinha, alguém da magistratura para fazê-lo deputado, já no projeto de fazê-lo governador nos pleitos seguintes.
Neste propósito, não mediu esforços. Como não possuía convicções a “trair”, queria mesmo era elegê-lo, chamou um grupo de prefeitos de confiança e lhes deu a missão de conseguir os votos necessários. Como dizem no sertão: determinando que “atirassem sem tomar chegada”.
Não há quem no mundo político ignore que foi no velho “coronelismo” – que o atual inquilino dos Leões jura repudiar –, que conseguiram os votos nos lugares que o então candidato nem sabia existir no Maranhão. Basta pegar o mapa de votação.
Estes fatos são públicos e conhecidos de todos, repito.
Assim, tanto na capital quanto no interior do estado todos sabem que o ex-governador é credor de bem mais que “um carinho todo especial”.
Acredito, por isso mesmo, tratar-se de um monumental equívoco do governador – e seus auxiliares –, ter excluído o deputado José Reinaldo da condição de candidato natural ao Senado da República na sua chapa, depois de tudo que fez por ele próprio e pelo Maranhão.
Todos sabem que sozinho e com prejuízo da própria liberdade, “bancou” o projeto de mudança e foi para o “sacrifico” nas duas eleições seguintes (2010 e 2014).
Ninguém “estranharia” a candidatura “natural” do ex-governador e que o cabeça de chapa, no caso o governador, lhe pagasse os favores que lhe foram feitos a partir de 2006.
Uma regra elementar da política – e mesmo da vida –, é que quem faz um “favor” espera receber o mesmo troca. Pensar diverso é desconhecer as regras do jogo.
Ao agir como “credor da humanidade” e achar-se merecedor de tudo que lhe foi feito “sem dever nada a ninguém”, o governador corre o grave risco de passar por “ingrato” ou, pior, “desleal”, por não ter coragem necessária de enfrentar “a tudo e a todos” e prestar socorro a quem já lhe socorreu.
Infelizmente as lideranças políticas não têm coragem de expor esta situação ao governador, mas é este o sentimento corrente de norte a sul do estado, são prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores e mesmo simples lideranças, todos se ressentindo do tratamento que está sendo dado ao ex-governador.
O segundo postulante a vaga de pré-candidato na chapa oficial – e a quem o governador não dispensou nem o crédito de “carinho especial” –, é o deputado Waldir Maranhão.
Não sei, além do que foi divulgado pela mídia, sobre o nível de “acerto” feito com ele. Mas, assim como José Reinaldo o sacrifício político que fez pelo projeto do governador é patente e visível.
Vejam, o deputado era presidente estadual de um partido que possuía uma das maiores bancadas da Câmara dos Deputados e, por isso mesmo, tornou-se vice-presidente daquela casa.
Comandando o máquina partidária e ocupando os espaços que a política lhe conseguia, ia levando, conseguia reeleger, praticamente, através daquela “estrutura”, ou seja, levava uma vida parlamentar sem maiores sobressaltos.
Tal situação mudou quando – acredita-se para atender um pedido do governador –, resolveu “inventar” a revogação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Teria necessidade de fazer aquela patuscada? Qual a razão para fazer? A quem visou atender?
Aí está a questão. Dizem que “fez o que fez” para atender o governador do Maranhão, cioso de “vender-se” como a liderança que revogou o impeachment, apelidado por ele de “golpe”, por consequência, tornar-se o herdeiro de todo espólio esquerdista para voos mais altos.
O ineditismo da medida, que falecendo de sustentação, acabou sendo revogada pouco depois, trouxe ao deputado o pior tipo de exposição que um político poderia pretender: a exposição pelo ridículo.
Nem falemos dos dissabores que sofreu no plano familiar, ele e os seus. Quase todos os parentes sofreram com a exposição do deputado: filho, irmãos, cunhados e, até mesmo, a esposa, que, segundo comenta-se, estava enferma.
O deputado, que iniciou a carreira política graças a uma vida acadêmica, tendo, inclusive, chegado a reitor da Universidade Estadual do Maranhão, para atender um pedido do governador, segundo dizem – ninguém acredita que foi só porre –, viu-se sob as luzes da ribalta do ridículo nacional, motivo de chacota por onde passava e sendo inspiração para todo tipo de charges, memes e humorísticos.
Chegaram a ponto de lhe sugerir a revogação da Lei da Gravidade.
Em resumo, virou uma piada nacional, ainda hoje lembrada. Não sei se o que lhe deram – ou prometeram –, valeu o preço que pagou, inclusive o de não conseguir a reeleição que tinha quase por certa.
No aspecto prático, perdeu, ainda, o comando do partido que lhe garantia sucessivas eleições e mesmo os espaços que já havia conquistado no parlamento ao longo dos anos.
Apenas para citar um exemplo, uma das Vice-presidências da Câmara acabou “sobrando” para o deputado que assumiu o comando do seu antigo partido no estado, o novel deputado André Fufuca.
Como podemos ver, os fatos desafiam o raciocínio apresentado pelo governador, na entrevista. Melhor seria se tomasse “coragem” e despachasse aqueles que não gozam de sua predileção, para que eles, os preteridos, procurarem seu rumo.
Se serão candidatos a deputados novamente ou se irão se arranjar, com seus projetos, noutras candidaturas.
Não é segredo que é mais fácil um candidato a deputado virar candidato a senador que o oposto. Se demoram muito, não terão onde conseguir os votos proporcionais. Cada dia de indecisão conta.
O tratamento dispensado – e exposto –, pelo governador aos três deputados postulantes à integrar a chapa majoritária só faz sentido se a intenção for “matá-los” politicamente, afinal, mortos não cobram dívidas.
Fora disso, a estratégia adotada de “empurrar com a barriga”, ainda que não se ache devedor de nada – nem dos deveres de amizade (mas já disseram que em política ninguém é amigo) –, acabará por trazer prejuízos irreparáveis para os postulantes à candidatura de senador, que deixarão de se articular para outros cargos, e à candidatura do próprio governador, que responderá pela mágoa dos preteridos.
E, quanto maior acharem que é o crédito, maior será a mágoa. Apenas para lembrar.

* Abdon Marinho é advogado.

Será que o “malandro mentiroso” como afirmou jornalista, vai processar os membros de ‘Os Pingos nos Is’ ???

Imprensa Nacional afirmou que o governador do Maranhão é um malandro de 5ª categoria, mentiroso e um perigo à sociedade

Uma pergunta paira no ar desde ontem (28), será que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), que foi chamado de ‘Malandro’, ‘Mentiroso’ e ‘Perigoso à sociedade’ vai entrar com uma queixa-crime contra os apresentadores do programa ‘Os Pingos nos Is’, em especial, o jornalista Augusto Nunes???

Em não fazendo a queixa-crime, ficará a última palavra dos apresentadores, que soma à ele, todos estes adjetivos. 

Se prevalecer o que ele faz no estado do Maranhão, onde persegue jornalistas, blogueiros e quem ousa discordar de seus mal feitos,  certamente ele entrará com um Processo Criminal contra Joice Hasselmann, Felipe Moura Brasil e o próprio Nunes.

Sobre todos estes aspectos, não há (houve), um profissional em todo o Maranhão, que baixasse tanto o nível para acusar o governador comunista, como fizeram estes profissionais da Jovem Pan, o Blog espera o desdobramento dos próximos capítulos.

Reveja abaixo, o que disseram os jornalistas

 

 

Flávio Dino nomeou Lenijane Rodrigues na saúde; ela era a responsável pela folha, diz PF

Segundo a PF, Lenijane, conhecida como ‘Jane’ é integrante da organização criminosa que desviou dinheiro da saúde; ela foi nomeada por Flávio Dino 

Nomeada pelo governador Flávio Dino (PC do B), no primeiro mês de sua gestão, Lenijane Rodrigues é pessoa de confiança do governador e era responsável pela folha de pagamento na Secretaria de Saúde. Segundo afirma a Polícia Federal, ela é integrante da Organização Criminosa que desviou dinheiro da saúde dos maranhenses.

Para a PF, Jane Rodrigues, que é também cunhada do todo poderoso secretário de comunicação e articulação política do Maranhão,  Márcio Jerry (PC do B), atuava em desvios de verbas públicas federais enviadas à pasta por meio do Fundo Estadual de Saúde entre o período de 2015 a 2017.

A funcionária de confiança do governador Flávio Dino, também, aparece na relação das 424 pessoas que compunha a “folha complementar”, ou seja, além do salário pago pela secretaria de saúde, ela recebia pagamentos extras de R$ 3 mil, segundo consta nos autos.

Associação de Delegados de Polícia condena retaliação do governo Flávio Dino

ADEPOL acusa governo comunista de perseguir trabalhadores que denunciam a falta de estrutura nas delegacias

Associação acusa o governo Flávio Dino de abusos de autoridade, censura e intimidação

A Associação dos Delegados do Maranhão (Adepol) divulgou moção de repúdio  contra o governo Flávio Dino (PC do B), segundo eles, condenando “abusos e desvios de finalidade” praticados pelo atual secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e manifesta total solidariedade aos delegados Gustavo Tavares Barbosa de Matos, Virgínia Loiola Beserra e Fábio Silva Cordeiro Pessoa.

De acordo com a Nota, Portela determinou a abertura de processos administrativos contra os delegados e também a remoção de Virgínia Loiola e Fábio Cordeiro “em retaliação pelo exercício da profissão e liberdade de expressão”.

Acusações

O delegado Gustavo Barbosa responde a processo disciplinar por informar ao Ministério Público em Imperatriz que o Sistema Integrado de Gestão Operacional (Sigo) não funciona. Já Virgínia Loiola foi removida do serviço onde atuava, vejam só, por causa de uma publicação em sua página do facebook, onde denuncia as péssimas condições de trabalho.  Contra Fábio Cordeiro pesa o fato de ter sido despejado do imóvel em que funcionava a Delegacia de Peritoró, mesmo tendo comunicado o atraso de um ano no pagamento do imóvel à Secretaria de Segurança.

Para a Adepol, o secretário Jefferson Portela alega que os três delegados comprometeram a instituição policial com suas ações e está “usando de subterfúgios para aplicar punição sem previsão legal, atingindo de morte a honra e a dignidade de pais e mães de família”.

“Numa sociedade livre, ninguém está acima de crítica. Não há verdadeira democracia se as pessoas são livres apenas para concordar, nunca para discordar. Não há liberdade se as pessoas são livres apenas para calar e consentir, nunca para divergir”, ressalta a moção de repúdio.

A Associação dos Delegados afirma que o governo comunista faz CENSURA, é AUTORITÁRIO e INTIMIDA a categoria funcional dos delegados de polícia civil do Maranhão.

Escândalo!!! Governo Flávio Dino retira mais dinheiro dos aposentados maranhenses

O governo Flávio Dino (PC do B), retirou mais dinheiro do Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (Fepa); vai faltar dinheiro pagar os salários dos aposentados

Dinheiro dos aposentados vai servir para jogar “borra” de asfalto eleitoreiro nos municípios maranhenses em que o governador Flávio Dino (PC do B), está mal avaliado nas recentes pesquisas de intenção de votos.

O dinheiro do FEPA está escoando aos milhões para a Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra), no total, a pasta já recebeu R$ 62 milhões remanejados do orçamento do fundo.

Os R$ 32,9 milhões, retirados via Decreto, da última terça feira (5), eram para serem aplicados na aposentadoria de servidores da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Contas do Estado e do Poder Judiciário.

O governador Flávio Dino está mexendo num verdadeiro “vespeiro” realocando o dinheiro dos aposentados e pensionistas, logo, logo esta estratégia vai ser um verdadeiro tiro no pé.

Usar o dinheiro dos aposentados e pensionistas maranhenses para asfaltar ruas em municípios com serviços de péssima qualidade é mais um proesa da desastrosa administração de quem veio para “mudar” o Maranhão.

 

Joesley Batista mandou dinheiro para a campanha de Flávio Dino

Propina em forma de doação foi repassado em cheque de R$ 200 mil à campanha de Flávio Dino (PC do B), dinheiro foi usado na véspera da eleição 

A JBS do criminoso confesso, Joesley Batista, repassou à campanha do então candidato ao governo do Maranhão, Flávio Dino, à véspera do pleito de 2014, R$ 200 mil por meio do cheque 850003.   

Como já divulgado exaustivamente aqui no Blog, empresários investigados, presos e corruptos por natureza, se revesaram em mandar dinheiro ao governador, dentre elas, OAS, UTC, Odebrecht e a JBS, em que o dono já declarou que não dava nenhum centavo a políticos sem receber nada em troca – então, e o que teria recebido do governador Flávio Dino ????

Atrás das grades, o executivo da JBS, Ricardo Saud,  revelou ao Ministério Público que a empresa entregou R$ 13 milhões clandestinos ao mesmo PC do B, com o mesmo objetivo de bancar as campanhas de seus candidatos.

Reveja abaixo, o “modus operandi” elencado por Saud para comprar o PC do B

http://epoca.globo.com/politica/lava-jato/noticia/2017/05/aula-do-lobista-sobre-como-comprar-politicos.html

Em tempo: mesmo com todos estes fatores, envio de dinheiro de empreiteiros corruptos para a campanha e Joesley Batista garantindo que as doações entregue eram PROPINAS, as denúncias contra o governador do Maranhão foram arquivadas pelo Procurador Geral, Ricardo Janot.

 

BOMBA! Briga entre Tenente Cel e Sub Comandante da PM no gabinete do governador repercute mal

É um escândalo atrás do outro. Em Carta Aberta encaminhada ao Blog, veja o que está acontecendo com a PM do Maranhão

Governador Flávio Dino entre membros da Polícia Militar do Maranhão

Como se não bastasse a suspeita de irregularidades nas Promoções de Oficiais do último mês de agosto, uma gástrica discussão travada entre um Tenente Coronel e o Sub Comandante Geral, Coronel Luongo, na ante sala do gabinete do governador Flávio Dino (PC do B), na última quarta-feira, dia 30 confirma o caos que se instalou no tal ‘Comando Maior’.

Depois de inúmeras denúncias de fraude e outras irregularidades nas Promoções de Oficiais ocorridas no dia 30 de agosto último e da quase certa queda do Coronel Pereira do Comando da Polícia Militar, um outro episódio traz à tona o total descontrole da cúpula da PM, hoje representada por Oficiais R/2 e pelos primeiros Oficiais formados na Academia de Policia Militar do Maranhão.

De certo que se pode pensar que toda essa bagunça é fruto do despreparo dos chamados R/2, que se traduz em ingenuidade de Comando, ou da perspicácia do Sub Comandante, Coronel Luongo, que atua como se fosse mandatário da PM, uma vez que o Coronel Pereira parece nada saber de administração e gestão pública.

Corroborando com essa ou essas ideias, está o fato de que em meio ao imenso turbilhão que tomou conta da Secular Corporação nos últimos dias em virtude dos graves problemas com as promoções de Oficiais do mês de agosto, o Senhor Comandante Geral, Coronel Pereira, resolveu passear com sua esposa na cidade de Teresina, no Piaui. Ora vejam só. Enquanto o circo pegava fogo na Capital São Luís, o Chefe Maior da Corporação foi passear.

Pois bem, ou é ingenuidade ou estratégia. Sim, estratégia, pois sabedor dos resultados que estariam por vir, dessa forma pode ser que o Comandante tenha pensado em poder dizer que como Lula, “não sabia de nada”. Se pensou assim, se deu mal. Até porque é muita burrice. Convenhamos.

Como dissemos, enquanto o Pereirão, como é chamado o Comandante Geral por alguns amigos, viajava a passeio, ficou em seu lugar o “admirável” Coronel Luongo, já tão conhecido dos blogs e do povo maranhense em razão de ter sido denunciado diversas vezes por irregularidades ou atitudes nada éticas para com seus subordinados. Foi Luongo que se dirigiu ao Palácio dos Leões para despachar com o Governador Flávio Dino a questão das promoções. Em sua pasta, levava ele, naquela manhã ensolarada de agosto, os tão esperados ATOS de promoção para que o chefe do executivo assinasse. Entre os tais ATOS, estava, ou pelo menos deveria estar, o ATO de promoção do Tenente Coronel HUMBERTO ALDRIN SAMPAIO SOARES, que seria promovido a CORONEL.

O Tenente Coronel Aldrin é Ajudante de Ordens do excelentíssimo senhor vice-governador Carlos Brandão. Homem de respeito e muito bem articulado. Carlos Brandão havia acertado a Promoção de seu assessor com o Governador Flavio Dino havia dias. Acontece que o Coronel Luongo, numa atitude rasteira ou melhor, sorrateira, que “como um rato!!!!!”, não levou o ato de promoção do Tenente Coronel para a apreciação do chefe. E mais…quando perguntado a respeito por Flavio Dino, o Coronel Luongo aproveitou pra fazer o que se sabe que é comum dos Coronéis da PM, destruir a honra e a moral do inimigo. Isso mesmo, Coronel Luongo inventou as mais escabrosas estórias sobre o Tenente Coronel Aldrin para convencer o Senhor Governador de que aquele Oficial não era digno de tal promoção.

Ao sair do Gabinete do Governador com todos os Atos devidamente assinados, Coronel Luongo foi surpreendido pelo Tenente Coronel Aldrin, que foi avisado por uma “mosca” curiosa de tudo tudo o que acontecia. Aí o bicho pegou. O Tenente Coronel Aldrin inicialmente perguntou para Loungo onde estava o seu ato de promoção, tendo obtido a resposta de que estaria dentro da pasta. Aldrin então exigiu que o Sub Comandante lhe mostrasse o tal documento. O Coronel Luongo gaguejou, titubeou e tentou despistar o TCel Aldrin, que percebendo que estaria sendo enganado partiu para a briga e aos gritos disse: “Coronel o Senhor é um moleque. Eu quero ver o meu ATO agora. Eu sou homem Coronel e não aceito uma coisa dessas. Se o Senhor for homem tira a porra desse ATO dessa merda de pasta e me mostre.” Nesse exato momento os seguranças do Gabinete, entre eles o Capitao Silva, tentaram acalmar o Tenente Coronel que transtornado continuava a chamar o Sub Comandante, Coronel Luongo de Vagabundo e moleque.

Toda essa confusão chamou a atenção do Secretario Jefferson Portela que se encontrava na sala do Governador. Jefferson saiu e ao se deparar com os dois Oficiais em embate perguntou o que estava havendo. Foi quando o TCel Aldrin lhe relatou o fato. Jefferson consegui acalma-lo e tira-lo do local.

Um episodio como esse nos mostra que a Polícia Militar do Maranhão realmente está aos pedaços. Onde já se viu um Oficial de alta patente agir de forma tão mesquinha e sorrateira para com a vida de seus comandados?

É moralmente inadmissível. É antiético. Não dá pra ignorar, imagine você confiar em pessoas que agem desse tipo.

O fato é que essa turma aí está destruindo a Polícia Militar e toda a sua história. São muitos escândalos em torno de tão poucos. A maioria vive debaixo de chibatas.

Acredito que está mais do que na hora do Governador Flavio Dino tomar as rédeas dessa instituição de vez. É preciso saber quem é quem e não aceitar qualquer indicação. Essas promoções são a vida desses policiais, sejam eles oficiais ou praças. Se gera uma expectativa nos amigos, nos familiares, é tudo uma questão muito séria. Não da pra encarar doutra forma. Se o Governador não abrir os olhos, daqui a pouco terá um rato debaixo da sua mesa.

Já passou da hora de rever esses critérios, de se criar um Gabinete sério, de montar uma assessoria verdadeiramente militar, com oficiais sérios e preparados, que não se corrompam. Enquanto o Governador não abrir os olhos para essa questão, tudo isso vai continuar a acontecer.

Engraçado, o cara chegar la com um papel debaixo do braço, sabe-se la como aquele documento foi feito, e quando o Governador pergunta, o cara detona a vida do outro e o Governador ingênuo que é, engole. Da pra acreditar ?

Flavio Dino Flavio Dino, abre olho. São ratos fardados e não policiais que agem dessa forma.

De fato não se pode negar que as promoções de oficiais da Polícia Militar do Maranhão sempre causaram muita polêmica. A ingerência quase certa de políticos e apadrinhados de Governos é algo com que já estamos acostumados. Porém, a gravidade de tudo o que vem ocorrendo neste momento com as tais promoções acende uma luz vermelha para a situação da polícia militar. A insatisfação e revolta é geral entre Oficiais, que dizem estarem sendo sujeitos aos mais graves absurdos.

Para quem não sabe, as Promoções de Oficiais na Policia Militar ocorrem por dois critérios básicos: ANTIGUIDADE e MERECIMENTO. As promoções por antiguidade são baseadas numa lista ordenada pela data da última promoção de cada Oficial, sendo portanto, uma classificação imutável. O que define a tal antiguidade, como eles chamam, é a data em que um Oficial foi promovido pela última vez. Já a promoção por merecimento é uma espécie de classificação baseada em pontuação e conceitos geralmente obscuros, secretos e pouco entendidos pela maioria. Por isso sempre foi muito comum ingerência e modificações na relação de MERECIMENTO.

Acontece que desta vez a coisa piorou. Por conta de um desafeto do Comandante Geral da Corporação, as Promoções de Oficiais do mês de agosto de 2017 sofreram um verdadeiro ABALO.

O que se sabe é que não houve solenidade, não houve publicação, embora todos os atos tenham sido assinados no dia 30 de agosto.  Comumente as Promoções de Oficiais acontecem e são publicadas no dia 31 de agosto de cada ano. Mas até agora…NADA!

Mas o que estaria ocorrendo? Fontes que estiveram na realização do último TAF (uma espécie de teste físico para promoção) disseram que todo o imbróglio se deu por conta do Major Joao Claudio Vila nova, que é assessor do Deputado Humberto Coutinho na Assembleia do Estado. As fontes relataram que Joao Vila Nova é desafeto de muito tempo do Cel Pereira. A animosidade piorou depois que o mesmo foi convidado para trabalhar com Humberto Coutinho na Assembleia. Desde então, os ânimos se exaltaram.

O Major Vila Nova como é conhecido na PM, ajuizou ação na justiça para retificar suas datas de promoção, tendo a ação sido julgada procedente. Acontece que o Comandante da PM se recusou a cumprir a dita determinação judicial ainda em dezembro de 2016. Na época, o Comandante cumpriu a sentença do então Major Magno, que trabalha no Tribunal de Justiça. Por coincidência as ações de Magno e Vila nova são iguais, tem o mesmo objeto e mesma data e decisão. Estranhamente o Coronel Pereira cumpriu apenas a do Major Magno, que foi promovido então a Tenente Coronel enquanto o Major Vila Nova permaneceu no mesmo cargo.

“Toda essa bagunça se deu porque o Comandante não gosta desse rapaz. É pessoal. Ele em várias ocasiões disse que enquanto fosse comandante ele não seria promovido.” Relatou um Oficial superior que não quis se identificar.

O fato é que na ânsia de prejudicar o referido Oficial, Pereira acabou causando graves prejuízos a vários outros Oficiais que concorriam a esta promoção. Como exemplo citou-se os Majores Francisco de Sousa Pereira e Antônio José Ferreira dos Santos, que antes de toda a confusão eram exatamente o 1º e 2º na relação de promoção por antiguidade, e que agora, segundo fontes, sequer teriam sido promovidos.

Para piorar, o Comando incluiu na lista de Oficiais outros nomes, alegando ter sido também por determinação judicial, como é o caso dos Majores Washington Luis Gaspar Matos, Airton Fontenelle Torres e Nilson Silva Fonseca Filho, cujo processo ainda se encontra em recurso no STJ, portanto, sem nenhuma decisão, mesmo cautelar. Isso foi o estopim do problema. A lista acabou sendo completamente desfigurada, desordenada, o que trouxe o prejuízo naqueles que antes ocupavam posição suficiente para serem promovidos e de repente, se viram fora da lista de promoção.

Bem…o que é de se estranhar é o fato de que até o momento ninguém sabe o que realmente está acontecendo com as promoções de Oficiais. Nenhum nome foi confirmado. Nada há de oficial em relação a este fato.

Alguns Oficiais mais experientes avaliam que a demora é uma estratégia para evitar possíveis recursos, pois como se sabe, depois de publicadas em diário oficial, dificilmente os erros serão corrigidos, já que nem a justiça a Policia tá respeitando.

Denúncias falsas, especulações e muitas outras coisas estão correndo em blogs. Não deixa de ser uma estratégia até de promoção pessoal e proteção da parte de alguns. Tem gente aí que está se sentindo o super homem com tudo isso.

Uma das Associações de Policiais do Maranhão se manifestou a respeito do possível embate entre o Presidente da Assembleia e o Comandante Geral. Alguns blogs noticiam a possível queda do Comandante, mas a Associação em sua nota disse não acreditar que haja um movimento nesse sentido.

“essas notícias são apenas especulações. Da parte de quem não sabemos. Apesar da gravidade de tudo que estamos assistindo, não é para tanto. Parece-nos mais uma notícia plantada do que verdade. Tá com cara de jogo de xadrez. Alguem ta se vitimizando, alguém ta preparando terreno para sair de vítima dessa história. Na internet tem de tudo.” Disse um dos membros.

Só nos resta aguardar os próximos caíptulos dessa novela.

 

 

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