Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Após 7 anos, Umes retoma atividades com novos projetos

Eleita em congresso realizado no último sábado (20), para um mandato de dois anos, nova diretoria da entidade anunciou projetos

Presidente Marcelo Matos, ladeado pela Vice, Athalita Fernanda e o Secretário Geral Marlyson Marcone

Depois de passar cerca de sete anos desativada, a Umes, antiga entidade que representa os estudantes de São Luís, está voltando com as suas atividades. Na manhã/tarde de sábado, dia 20, foi feita a eleição para a escolha da nova diretoria, cuja gestão será de dois anos (2017-2019). Com a reativação, ela passará a se chamar União Municipal dos Estudantes, mas a sigla – Umes – continuará a mesma. Anteriormente, ela se chamava União Municipal dos Estudantes Secundaristas, e esse último nome foi retirado porque a entidade também passará a representar a classe universitária da capital maranhense.

Entidade lutará por passagem gratuita para a rede pública

Projetos A escolha da nova diretoria da entidade aconteceu durante um evento realizado no Parque Folclórico da Vila Palmeira. Uma das primeiras atividades será a reativação da sede, localizada hoje na Rua Jansen Muller, no Centro da cidade. “São Luís é carente de movimentos estudantis. Vamos novamente levantar a história da Umes com os trabalhos em prol dos estudantes”, destacou Marcelo Matos, que foi eleito o presidente das entidade para os próximos dois anos.

O dirigente anunciou que a Umes, nessa nova fase, lutará para garantir o direito à passagem gratuita nos ônibus do sistema de transporte coletivo da capital para os estudantes da rede pública. Ainda segundo ele, a entidade vai trabalhar também para que o percentual de ingressos de meia-entrada destinados para estudantes em eventos da cidade seja estendido de 30% para 50%. “Vamos também fazer blitz em eventos para garantir que a meia-entrada seja vendida no dia desse evento”, frisou o atual presidente da Umes. Outro projeto a ser desenvolvido pela entidade será o “Sangue Bom”, que visa estimular os estudantes a fazerem doações de sangue.

FIQUE POR DENTRO

Representação expressiva

A Umes representa hoje cerca de 600 mil estudantes. Ao mesmo tempo que trabalha em prol dos direitos estudantis, ela já esteve envolvida em polêmicas. A entidade foi fundada no dia 1º de setembro de 1990. No dia 6 de março de 2003, o então prefeito de São Luís, Tadeu Palácio, por meio da Lei Municipal nº 4.151, considerou a união dos estudantes como sendo uma instituição de utilidade pública.

Reestruturação da Sede Administrativa

A sede administrativa da Umes, situada na rua Jansen Muller, 101, será amplamente reformada e contará com atendimento à classe estudantil, tão logo se finalize as obras. A sede estava ocupada por moradores de rua e a nova gestão encontrou uma forma amistosa na retomada do imóvel.

A ideia da nova direção é transformar a sede também num ponto de arte e cultura como patrimônio de São Luís, com um acervo de histórias áudio-visual de lutas efetivas e de vanguarda do movimento estudantil maranhense. 

Com informações de O Estado

Lava Jato: Prisões de procurador e advogado reforçam vazamento a Flávio Dino

Governador Flávio Dino (PC do B) é alvo de um pedido de apuração de vazamento de informações da Lava Jato no STF

Governador Flávio Dino pode ter sido beneficiado por vazamentos na Lava Jato

As prisões do procurador da República Ângelo Goulart Villela, que atua como auxiliar do vice-procurador-geral Eleitoral, Nicolao Dino, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do advogado Willer Tomaz, reforçam a tese de que o governador Flávio Dino (PC do B) pode ter sido beneficiado com o vazamento de informações privilegiadas, no bojo da Operação Lava Jato, sobre o pedido de abertura de inquérito que tramitou contra ele no Supremo Tribunal Federal – STF e que foi remetido ao Superior Tribunal de Justiça – STJ.

É o que afirma o deputado federal Hildo Rocha (PMDB), um dos autores de uma representação protocolada no STF e direcionada ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, que pede a abertura de investigação do suposto vazamento ao governador do Maranhão, da delação do ex-funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho.

Para Hildo, os fatos evidenciam a relação de Dino com os presos pela Polícia Federal (PF).

A prisão do procurador foi efetuada na manhã de ontem em Brasília. Ele havia sido denunciado por três delatores por repassar informações sigilosas da Procuradoria-Geral da República (PGR) em troca de dinheiro. O procurador atuava como auxiliar direto de Nicolao Dino, irmão do governador Flávio Dino.

De acordo com um dos proprietários da JBS, Joesley Batista, o procurador gabava-se de ter acesso privilegiado aos dados da Lava Jato.

As investigações também mostraram que Ângelo Villela havia sido cooptado pelo advogado Willer Tomaz, preso pela PF em São Luís.

O advogado, possui relação de proximidade com o grupo político do governador Flávio Dino no Maranhão.

Já atuou em defesa do deputado federal Weverton Rocha (PDT), no processo nº 3-79.2014.6.10.0000 que tramitou na Justiça Eleitoral do Maranhão, em 2014, e foi um dos interlocutores do parlamentar na negociação de compra da TV Difusora.

A informação obtida por O Estado é de que ele atuaria, nos próximos meses, como gestor da empresa e seria anunciado ontem aos funcionários da emissora.

Indícios – Foi o que levou o deputado Hildo Rocha a acreditar que há fortes indícios de que o governador Flávio Dino teria sido beneficiado por vazamento de informações privilegiadas da Lava Jato.

“Vai ficando cada vez mais claro com a prisão do advogado de Flávio Dino e um auxiliar do seu irmão, que é procurador da República, que ele foi, com fortíssima evidência, beneficiado com o vazamento de informações, o que se configura crime. O auxiliar do seu irmão e o seu advogado foram presos por terem passado informações da Operação Lava Jato para os proprietários da JBS”, disse.

Apesar de Rocha citar Tomaz como advogado de Dino, O Estado não obteve essa confirmação. O secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry (PCdoB), por exemplo, nega.

Hildo Rocha afirmou que aguardará o desenrolar das investigações. “O pedido de certidão feito pelo governador Flávio Dino junto a CCJ da Câmara antes da divulgação da delação dos dirigentes da Construtora Odebrecht já era um indicativo forte de que o Flávio Dino estaria sendo beneficiado com informações privilegiadas, ao arrepio da lei”, completou.

Sobre o suposto favorecimento a Dino com “vazamento” de informações da Lava Jato, como sugere Hildo Rocha, o PCdoB rechaçou a denúncia, por meio de nota, no mês passado. O partido também descartou qualquer articulação do comunista com a Odebrecht.

Suposto vazamento a Flávio Dino motivou representação no STF

No fim do mês de abril os deputados Hildo Rocha (PMDB), Adriano Sarney (PV), Edilázio Júnior (PV), Sousa Neto (PROS) e Andrea Murad (PMDB), assinaram representação no Supremo Tribunal Federal – STF para pedir apuração, do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

O comunista foi delatado como beneficiário, em 2010, de uma propina no valor de R$ 200 mil, paga pela Odebrecht. O dinheiro teria sido pago em troca do apoio de Dino, então deputado federal, ao Projeto de Lei nº 2.279/2007, de interesse da empreiteira.

O conteúdo do depoimento estava em sigilo. No dia 13 de março partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR) o pedido de investigação do caso e o levantamento do sigilo. No dia 4 de abril o ministro autorizou a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justiça – STJ – que é o foro competente para julgar governador – e quebra o sigilo das investigações.

Essas duas informações só chegaram ao público em geral no dia 11 de abril. Mas, tão logo teve seu nome confirmado na nova lista da Lava Jato, Flávio Dino lançou mão de uma certidão da Câmara dos Deputados informando que ele não deu qualquer parecer no Projeto de Lei nº 2.279 / 2007. O documento foi emitido no dia 17 de março, quase um mês antes de a publicização das decisões.

Daí, a suspeita de vazamento.

STJ analisará pedido de abertura de inquérito contra Flávio Dino

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça – STJ deve decidir nos próximos dias, sobre o pedido de abertura de inquérito formulado pela Procuradoria-Geral da República  – PGR contra o governador Flávio Dino (PC do B).

O pedido, assinado pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, toma por base a delação do ex-funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho.

O delator afirmou ter pago a Dino R$ 200 mil em propina para aplicação na eleição de 2010. Outros R$ 200 mil teriam sido doados, de forma oficial pela empreiteira, para a eleição 2014.

De acordo com o delator, toda a movimentação financeira que favoreceu Dino foi registrada no sistema de informática da Odebrecht, Drousys, que era mantido num servidor da Suíça. O comunista, segundo o delator, recebeu o nome de “Cuba”, no sistema, e a senha “Charuto”, para receber o dinheiro.

A referência à Cuba e a Charuto estão nas planilhas de propina da Odebrecht, já entregues ao Ministério Público Federal e à Justiça.

Na última quarta-feira ministros do STJ admitiram ao jornal Folha de S. Paulo a possibilidade de determinar a suspensão dos mandatos de todos os governadores que forem investigados na Lava Jato. Há também a possibilidade de prisão temporária.

Além de Dino, são alvos da PGR os governadores Beto Richa (PSDB-PR), Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), Fernando Pimentel (PT-MG), Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Marcelo Miranda (PMDB-TO), Raimundo Colombo (PSD-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Paulo Hartung (PMDB-ES).

 

 

Se continuar assim, Lava-jato e parte da imprensa vão acabar com o País

Espetacularização da imprensa, principalmente o Jornal Nacional e parte do judiciário brasileiro estão a serviço de quem mesmo??? Áudio bomba se tornou ao fim do dia, um verdadeiro ‘traque’ 

A parte que supostamente envolveu o presidente Michel Temer no áudio diz bem claramente “mantenha isso, viu”. A gravação clandestina do Presidente da República, que efetivamente não ficou comprovado com a divulgação do áudio, dizia que Temer estava se referindo a uma propina paga a Eduardo Cunha pelo seu silêncio. Na verdade, o que deu a entender, é que Joesley Batista disse que estava mantendo um bom relacionamento com o Cunha, e o Temer disse: “Mantenha isso, viu”.

O presidente Michel Temer disse que a “Montanha pariu um rato”, se referindo a espetacularização por parte imprensa e da própria investigação que não veio a público dar mais detalhes.

Na verdade, a informação “bombástica” restou mais para o Senador Aécio Neves do que para o próprio presidente Temer. A boataria que se espalhou durante o dia, deixou um recado bem claro aos brasileiros, – O resultado de todo este espetáculo foi o fechamento da Bolsa de São Paulo (fato que não ocorria a mais de uma década), queda de ações da Petrobras, Eletrobras, bancos brasileiros e outras estatais.

Por outro lado, a cotação do dólar subiu como um foguete e chegou a um aumento de quase 10% em poucas horas e quem paga a conta de todo este circo é população brasileira – a economia que estava com ares de recuperação despencou na mesma proporção.

Se membros do judiciário (Juízes e Ministros) não perderem o narcisismo, o superego e a prepotência em que tratam uma ação séria como a “Operação Lava-Jato”, com vazamentos seletivos, áudios quebrados, vídeos em partes, informações desencontradas, prende-solta, acusa-desacusa e o pior de tudo, que estas informações chegam em partes para a imprensa que no afã de obter audiência / acessos, não tem a mínima responsabilidade com o país e com o povo brasileiro, são tão criminosos quanto os investigados.

No Brasil, o princípio de Montesquieu acabou, os poderes não tem mais o mínimo de harmonia e ao que se parece, estão numa ‘guerra de corda’ que não tem mais fim.

Restou claro, o circo armado pela “Operação Carne Fraca”, o que seria uma “Bomba Nuclear”, e se espalhou na imprensa mundial, ao longo das investigações se chegou ao entendimento que na verdade, o fato foi pontual, e a espetacularização fez o Brasil perder Bilhões em dólares.

As perguntas necessárias são: Quem está por trás de todas estas ações ???  O porquê de tanta espetacularização ??? Quem está por trás destes vazamentos seletivos ???

Em tempo: Quem realmente perde com todo este circo é o povo brasileiro.

E mais: A Operação Lava-jato está parecendo a “Guerra dos Cem Anos”, em que no final, deixou um saldo de milhares de mortos em ambos os lados, e uma devastação sem precedentes nos territórios e na produção agrícola da Europa, até hoje, depois de quase 600 anos, não se estabeleceu.

 

Lauro Jardim Exclusivo!!! Imagens provam a entrega de propina aos indicados de Temer e Aécio

Deputado Rocha Loures (PMDB-PR) e Frederico Pacheco de Medeiros foram flagrados em “ações controladas” da PF

RIO – A delação da JBS, a mais dura em três anos de Lava-Jato, merece este título em grande parte devido às cenas a seguir. Nelas, o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), destacado pelo presidente Michel Temer para tratar com Joesley Batista dos interesses de seu grupo empresarial, é flagrado pegando R$ 500 mil em propina — a primeira parcela de um montante prometido de R$ 480 milhões.

A entrega do dinheiro para o indicado de Temer

As cenas também são devastadoras para o presidente do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves. A Polícia Federal filmou o primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, pegando, a mando de Aécio, R$ 1,5 milhão em propina — três quartos dos R$ 2 milhões que Aécio pediu, sem saber que era gravado, para Joesley. As cenas abaixo mostram esta entrega, ocorrida em 28 de abril deste ano.

A primeira entrega de dinheiro ao primo de Aécio Neves

Já o presidente do PSDB indicou o primo Frederico Pacheco de Medeiros para receber o dinheiro. Fred, como é conhecido, foi diretor da Cemig, nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014. Tocava a área de logística. Quem levou o dinheiro a Fred foi o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, um dos sete delatores. Foram quatro entregas de R$ 500 mil cada uma. A PF filmou três delas. As cenas abaixo mostram a primeira entrega, ocorrida em 19 de abril deste ano.

A segunda entrega de dinheiro ao primo de Aécio Neves

As filmagens da PF mostram que, após receber o dinheiro, Fred repassou, ainda em São Paulo, as malas para Mendherson Souza Lima, secretário parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB-MG). Mendherson levou de carro a propina para Belo Horizonte. Fez três viagens — sempre seguido pela PF. As investigações revelaram que o dinheiro não era para advogado algum. O assessor negociou para que os recursos fossem parar na Tapera Participações Empreendimentos Agropecuários, de Gustavo Perrella, filho de Zeze Perrella. As cenas abaixo mostram a primeira entrega, ocorrida em 12 de abril deste ano.

Um dos grandes diferenciais da delação dos donos da JBS foi exatamente as “ações controladas” feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela Polícia Federal. Neste mecanismo de investigação, o flagrante do crime é calculado de maneira que seja produzida uma determinada prova. Nessa investigação, a PF acompanhou, com câmeras e escutas, a entrega de dinheiro para intermediários de Temer e de Aécio.

ESQUEMA NO CADE

O primeiro contato entre Rocha Loures e Joesley foi em Brasília. O dono da JBS lhe contou o que precisava do Cade.

Desde o ano passado, o órgão está para decidir uma disputa entre a Petrobras e o grupo sobre o preço do gás fornecido pela estatal à termelétrica EPE. Localizada em Cuiabá, a usina foi comprada pelo grupo em 2015. Explicou o problema da EPE: a Petrobras compra o gás natural da Bolívia e o revende para a empresa por preços extorsivos. Disse que sua empresa perde “1 milhão por dia” com essa política de preços. E pediu: que a Petrobras revenda o gás pelo preço de compra ou que deixe a EPE negociar diretamente com os bolivianos.

Com uma sem-cerimônia impressionante, o indicado de Temer ligou para o presidente em exercício do Cade, Gilvandro Araújo. E pediu que se resolvesse a questão da termelétrica no órgão. Não há evidências de que Araújo tenha atendido ao pedido. Pelo serviço, Joesley ofereceu uma propina de 5%. Rocha Loures deu o seu ok.: “Tudo bem, tudo bem”. Para continuar as negociações, foi marcado um novo encontro.

Desta vez, entre Rocha Loures e Ricardo Saud, diretor da JBS e também delator. No Café Santo Grão, em São Paulo, trataram de negócios. Foi combinado o pagamento de R$ 500 mil semanais por 20 anos, tempo em que vai vigorar o contrato da EPE.

Ou seja, está se falando de R$ 480 milhões ao longo de duas décadas, se fosse cumprido o acordo. Loures disse que levaria a proposta de pagamento a alguém acima dele. Saud faz duas menções ao “presidente”.

Pelo contexto, os dois se referem a Michel Temer. A entrega do dinheiro foi filmada pela PF. Mas desta vez quem esteve com o homem de confiança de Temer foi Ricardo Saud, diretor da JBS e um dos sete delatores. Esse segundo encontro teve uma logística inusitada.

Certamente, revela o traquejo (e a vontade de despistar) de Rocha Loures neste tipo de serviço. Assim, inicialmente Saud foi ao Shopping Vila Olímpia, em São Paulo.

Em seguida, Rocha Loures o levou para um café, depois para um restaurante e, finalmente, para a pizzaria Camelo, na Rua Pamplona, no Jardim Paulista. Foi neste endereço, próximo à casa dos pais de Rocha Loures, onde ele estava hospedado, que o deputado recebeu a primeira remessa de R$ 500 mil.

Apesar do acerto de repasses semanais de R$ 500 mil, até o momento só foi feita a primeira entrega de dinheiro. E, claro, a partir da homologação da delação, nada mais será pago.

Rocha Loures, o indicado por Temer, é um conhecido homem de confiança do presidente. Foi chefe de Relações Institucionais da Vice-Presidência sob Temer. Após o impeachment, virou assessor especial da Presidência e, em março, voltou à Câmara, ocupando a vaga do ministro da Justiça, Osmar Serraglio.

Requerimento do vereador Raimundo Penha vai regularizar moradias no bairro da Liberdade

É de autoria do vereador Raimundo Penha (PDT), Requerimento 044 / 2017, para a regularização fundiária das moradias do Bairro da Liberdade e região circunvizinhas

Vereador Raimundo Penha em recente reunião com secretário da SEMURH e Paisagem Urbana

O vereador Raimundo Penha esteve na última quarta-feira (17), reunido com o secretário de Urbanismo e Habitação, Leonardo Andrade e o presidente do Instituto Municipal de Paisagem Urbana, Luís Carlos Borralho. O objetivo da reunião foi a Regularização Fundiária do bairro da Liberdade.

O Requerimento de autoria de Penha foi aprovado pela Câmara Municipal de São Luís, no dia 07 de março deste ano.

“A Regularização fundiária é um sonho antigo dos moradores da Liberdade. Já demos passos significativos. Estaremos acompanhando de perto até que que seja concluído todo processo e os títulos estejam nas mãos dos moradores”, disse o vereador.

O secretário da SEMURH, Leonardo Andrade informou que mais uma etapa para regularização foi vencida e a execução do requerimento do vereador está em andamento, as informações já foram repassadas à Secretaria de Patrimônio da União – SPU, para que a SEMURH defina o limite do terreno.

“Já estamos de posse das informações repassadas pela Secretaria de Patrimônio da União – SPU que permite a SEMURH defina o limite do terreno, que é de propriedade da Marinha. Isto possibilita saber na prática quais imóveis, que estão em terreno que pertencem a União e ao Município”, declarou o secretário.

A partir deste processo, os moradores do bairro da Liberdade, terão direito a regularizar a situação imobiliária e finalmente, poderão ter a posse do terreno e de suas casas para realizar financiamentos e melhorias nas condições dos imóveis.

Urgente!!! Advogado da JBS é preso em hotel de São Luís

Advogado do frigorífico JBS, Willer Tomaz, foi preso na manhã desta quinta-feira (18), num hotel na Ponta do Farol, em São Luís

Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ele teve a prisão preventiva decretada em virtude da delação de Joesley Batista, um dos sócios da JBS, que foi divulgada na quarta-feira (17), pelo colunista Lauro Jardim, de “O Globo”.

Segundo a comissão de defesa de prerrogativas da OAB no Maranhão (OAB-MA), que acompanha o caso Willer, que é proprietário de um escritório de advocacia em Brasília, afirmou que defende a JBS desde janeiro deste ano.

O advogado Willer Tomaz foi encaminhado para a sede da Polícia Federal (PF), no bairro Cohama, na capital, de onde será levado para Brasília ainda nesta tarde.

Obra do Hospital da Criança em São Luís está em fase de acabamento

O novo Hospital da Criança será referência no atendimento à saúde infantil no Maranhão

Prefeito Edivaldo Holanda Júnior e a Secretária de Saúde, Helena Duailibe vistoriaram obras do Hospital da Criança

Toda a etapa estrutural, relativa à concretagem e edificação do novo Hospital da Criança, já está finalizada. Agora, a obra está seguindo com as etapas de acabamento, como colocação de piso, esquadrias, arremate de paredes, polimentos e pintura, entre outros serviços. As instalações elétrica e hidrossanitária do prédio também já estão implantadas em mais da metade da edificação. O estágio avançado das obras foi constatado em vistoria realizada pelo prefeito Edivaldo na manhã desta quarta-feira (17).

Na oportunidade, o prefeito pediu celeridade na execução dos serviços e reforçou o compromisso de fazer do novo Hospital da Criança uma referência no atendimento à saúde infantil no Maranhão. O projeto é fruto de parceria celebrada entre a Prefeitura de São Luís e o Governo do Estado.

“Os serviços estão a todo vapor, cumprindo o cronograma de trabalho. Muito em breve, entregaremos à população esta importante obra que proporcionará um avanço gigantesco na qualidade do atendimento à saúde infantil em nossa cidade. A estrutura original do hospital tem mais de 20 anos de funcionamento, de modo que temos priorizado a realização desse projeto grandioso para que nossas crianças tenham o atendimento de excelência que merecem”, afirmou Edivaldo.

Acompanhado pelos secretários municipais Antônio Araújo (Obras), Helena Duailibe (Saúde), Lula Fylho (Governo) e de engenheiros responsáveis pelo projeto, o prefeito Edivaldo percorreu todos os setores que já passam por serviços de acabamento, nos quatro andares do novo prédio.

Com as obras de ampliação, o Hospital da Criança vai passar a contar com estrutura moderna, adaptada e eficiente, distribuída em uma área de quatro mil metros quadrados, em quatro andares. “Todas as etapas estão atendendo plenamente ao cronograma inicialmente previsto, de maneira que muito em breve mais uma importante obra de grande alcance social será entregue à população pelo prefeito Edivaldo e pelo governador Flávio Dino”, disse Antônio Araújo.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe, a meta é mais que dobrar a capacidade de atendimentos realizados na atual unidade. Hoje, o hospital atende uma média de aproximadamente 400 pacientes. Após a reforma, a unidade terá capacidade para atender mais de mil crianças, contribuindo de forma significativa para desafogar outras unidades de atendimento pediátrico da capital.

“Com a ampliação da estrutura física e dos serviços, os pacientes vão poder fazer aqui todos os procedimentos médicos, deste o diagnóstico à cirurgia, não necessitando mais serem levados a outras unidades de saúde para realizar os exames mais complexos ou outros procedimentos. Isso vai nos permitir fazer um acompanhamento integral da criança durante todo o seu tratamento”, observou Helena Duailibe.

A nova estrutura física do Hospital da Criança terá uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com 11 leitos; centro cirúrgico com quatro salas de grande porte; 91 leitos de internação, distribuídos em 25 enfermarias; enfermarias de isolamento, área vermelha e área amarela, lactário, sala de nebulização, laboratório, sala de sutura e sala de coleta.

O novo espaço terá ainda um Centro de Diagnóstico por Imagem com sala de tomografia, salas de ultrassom e outros serviços. O projeto contempla ainda a instalação de dois elevadores para transporte de macas e pacientes, além de farmácias satélite e duas recepções de espera infantil.

Além dos espaços destinados aos pacientes e procedimentos hospitalares, a nova unidade de saúde contará também com ambientes de apoio às unidades funcionais, como arquivo médico, rouparia, sala de espera de pacientes e acompanhantes, sala de preparo de equipamentos e material. Além desses espaços, o hospital ganhará também ambientes para laboratório de revelação de filmes e chapas, sala de laudo, sala de indução anestésica, sala de preparo do paciente e sala de entrevista, entre outros ambientes.

Residencial Paraíso: Trabalho de River Souza o credencia para a União de Moradores

Comunidade do Residencial Paraíso na Área Itaqui-Bacanga escolherá direção para a União de Moradores; O líder comunitário, River Souza tem um trabalho consolidado na região

No próximo domingo, dia 21, acontecerá a eleição que escolherá a nova diretoria para União de Moradores do Residencial Paraíso, área Itaqui Bacanga, em São Luís. O líder jovem, River Souza, vem desenvolvendo um grande trabalho comunitário no bairro desde 2012, como ações sociais, festa dos dias crianças, natal solidário, além de apoios aos grupos de jovens, eventos esportivos e culturais, o que lhe garante um grande reconhecimento no bairro.

Durante três meses de campanha, a CHAPA 02 tem feito um trabalho de grande mobilização e divulgação no Residencial Paraíso, prestando conta das ações que os membros da chapa já realizaram na comunidade, além de levar as propostas de trabalho para a população ter conhecimento.

As principais propostas da chapa são a construção da sede, pois o bairro depois de 20 anos, ainda não tem uma sede de União de Moradores; trabalhar para erradicar a falta de água na comunidade; e acompanhar junto ao executivo e legislativo a conclusão da obra de revitalização das 19 ruas que precisam se concluídas através do programa Mais Asfalto, além de lutar para o inicio da construção da escola de ensino fundamental, que está destinada ao bairro.

“Queremos que nossa comunidade nos dê uma oportunidade, para juntos construirmos e lutarmos por dias melhores para nossa gente, eu acredito que unidos, podemos fazer muito pelo desenvolvimento do Residencial Paraíso”, destacou River Souza.

Com informações do Blog do John Cutrim

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