Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Weverton e mais cinco deputados maranhenses querem barrar a Lava jato

Weverton Rocha (PDT), Cléber Verde (PRB), Hildo Rocha (MDB), João Marcelo (MDB), Victor Mendes (MDB) e Zé Carlos (PT), querem barrar a Lava Jato

Um dos autores do requerimento para criar a CPI da Lava Jato é o candidato ao Senado do governador do Maranhão, Weverton Rocha (PDT). O parlamentar era alvo de processos no STF, mas agora, com a decisão da suprema corte, estão na Justiça Federal do DF. A Operação Lava Jato desbarata o maior esquema de corrupção do país e está ameaçada.

Acompanharam a assinatura do requerimento de CPI contra a operação, os deputados maranhenses Cléber Verde (PRB), Hildo Rocha (MDB), João Marcelo (MDB), Victor Mendes (MDB) e Zé Carlos (PT).

No total, o requerimento já possui 190 assinaturas de deputados de todo o país.

Contraponto

Um grupo de deputados se reuniu agora há pouco e foi até o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), pedir a anulação do requerimento. A reunião acaba de ser marcada para as 15 h.

A pauta: eles alegam que os líderes não explicaram o objetivo da comissão e acusam os autores do pedido de alterarem o cabeçalho do requerimento após as assinaturas (veja AQUI a lista dos 190 parlamentares que assinaram).

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Jornal da Globo: Delator afirma que fazia pagamentos mensais ao PDT de Carlos Lupi

Trechos da delação premiada de Carlos Miranda, ex-assessor do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016, apresentados ontem pelo Jornal Nacional, revelaram que em 2012, o auxiliar recebeu a ordem de repassar R$ 100 mil/mês ao PDT

Em delação premiada, Carlos Miranda afirma que pagava para uma pessoa de nome Senhor Loureiro, que seria tesoureiro do PDT, que as entregas eram feitas na sede do partido pelos funcionários do doleiro Renato Chebar e que os pagamentos foram feitos de 2012 até março de 2014. Carlos Lupi e o PDT declararam que nunca tiveram nenhum tipo de relação com o delator e que jamais receberam qualquer tipo de vantagem.

Trechos da delação premiada de Carlos Miranda, ex-assessor do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016, apresentados ontem pelo Jornal Nacional, revelaram que em 2012, o auxiliar recebeu a ordem de Wilson Carlos, então secretário de Governo na gestão de Cabral, para fazer pagamentos mensais de R$ 100 mil ao PDT, para Carlos Lupi, que preside o PDT nacional desde 2004. Carlos Miranda é apontado como “operador financeiro”, “gerente da propina” e “homem da mala”.

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Ministro do STF envia inquérito contra Weverton à justiça do DF

O ministro do STF, Edson Fachin determinou que o inquérito contra o deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA), por peculato seja enviado a uma das Varas Criminais Federais do Distrito Federal

Weverton Rocha

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou que o inquérito contra o deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA) por peculato seja enviado a uma das Varas Criminais Federais do Distrito Federal. A decisão foi tomada a partir do entendimento do Supremo sobre a restrição do foro privilegiado para crimes praticados no exercício e em razão da função pública.

O parlamentar, que foi líder do PDT na Câmara, é investigado por liberar pagamentos a ONGs suspeitas de irregularidades no emprego de verbas federais enquanto era assessor especial do Ministério do Trabalho, em 2009. O caso foi enviado ao Supremo após Weverton assumir o mandato de deputado federal em 2012.

“No caso em tela, como visto, apuram-se fatos atribuídos ao atual Deputado Federal Weverton Rocha Marques de Sousa, supostamente praticados à época em que exercia o cargo de Assessor Especial do Ministério do Trabalho e Emprego, cenário no qual não se enquadram os requisitos de fixação da competência deste Supremo Tribunal Federal para processo e julgamento de parlamentares. Tal circunstância evidencia a inexistência de motivo apto a justificar o prosseguimento desta causa penal no âmbito restrito desta jurisdição especial”, declarou o ministro em sua decisão.

Weverton Rocha é o pré-candidato do governador Flávio Dino  ao Senado pelo estado do Maranhão nas eleições deste ano.

Fonte e informações: Diário do Poder de Brasília

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Escândalo!!! Investigação arquivada por Janot, contra governador do Maranhão deverá ser reaberta

A quantia de R$ 1.38 milhão, para a campanha de Flávio Dino (PC do B), veio do empreiteiro da OAS, Léo Pinheiro

Empreiteiro Léo Pinheiro da OAS

Uma representação à Procuradora-geral da República, Raquel Dodge – em que se pede a reabertura de sindicância em que o governador Flávio Dino (PCdoB) foi investigado na Lava Jato, apresenta claras evidências de lavagem de dinheiro, de pelo menos R$ 1,3 milhão pela campanha do Partido Comunista do Brasil, durante a eleição de 2014. A representação é do advogado Otávio Batista Arantes de Mello, protocolado na PGR, no último dia 5.

Segundo a denúncia, no mesmo dia em que recebeu R$ 1,380 milhão do próprio PCdoB, o comitê de campanha do então candidato Flávio Dino pagou valor idêntico à empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro-ME, oficialmente por serviços de produção de programa de rádio, TV e vídeos. A operação está assim registrada na prestação de contas do comunista.

“Acredita-se que a movimentação de R$ 1.380.000,00 […] fora utilizada de forma indevida, com características de lavagem de dinheiro. Tal comprovação somente poderá ser confirmada pelo MPF, após apuração com a utilização dos meios legais que possui, dentre eles, a quebra do sigilo bancário da empresa recebedora dos valores”, diz o texto da representação à PGR.

A principal inconsistência reside na incapacidade da empresa contratada para prestar serviços de tamanha relevância. A Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro-ME tinha, em 2014, capital social de apenas R$ 30 mil e endereço residencial, no bairro do Tirirical.

A denúncia partiu do próprio dono da empresa ALDOIMAGEM que só descobriu grandes movimentações na conta bancária depois que a Receita Federal acionou Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro, que é funcionário público efetivo do Estado, e teve sua empresa usada para contabilizar despesa de campanha sem o seu consentimento. Segundo ele, as notas fiscais frias – uma de R$ 500 mil e outra de R$ 880 mil – foram usadas para lavar dinheiro do Comitê Financeiro de Flávio Dino nas Eleições de 2014.

No ano de 2012, Aldo Oberdan tinha assinado procuração passando a administração da empresa ao amigo Carlos Alberto Miranda Silva, que já era dono da Nayara Produções. Na época, Carlos Alberto e Igor, dono do Rey dos Vidros, ficaram responsáveis pela administração da empresa. Segundo o denunciante o caso também era do conhecimento de Márcio Jerry.

“Também fui lá no partido. Inclusive encontrei uma vez no banco Márcio Jerry, dentro do banco, eu cobrei dele. Aí ele disse ‘não rapaz, não posso falar disso aqui, tem câmera e tudo, vai no partido’. Fui no PCdoB. Falei com um tal de Haroldo, ele virou pra mim e disse assim ‘se eu não tinha medo de morrer’. Eu disse ‘mas eu não fiz nada de errado meu irmão. Eu tô dando minha cara a tapa pra vocês ficarem usando a minha empresa e quem tá na pior sou eu que meu nome tá sujo, eu posso ir pro CADIN e o CADIN pode interferir na minha conta do Estado. Bloquear. Eu ainda vou ser prejudicado”, relatou Aldo que disse ainda ter sido ameaçado também pelo Igor do Rey dos Vidros. Depois do episódio resolveram tirar o nome de Aldo da empresa.

Ouça o aúdio!!!

O dinheiro desta negociata veio de ningúem menos do que o empreiteiro Léo Pinheiro da OAS, principal financiador de campanha de Flávio Dino. A ajuda financeira foi transferido para a conta do comunista no dia 9 de julho de 2014, justamente a mesma quantia das notas fiscais em que o empresário afirma serem ‘frias’. Veja abaixo.

O Blog levanta mais documentação e ainda hoje (11), posta uma matéria eXclusiva sobre o caso, lavagem de dinheiro na campanha de 2014.

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Flávio Dino: um crime atrás do outro…

Governador do Maranhão, que se diz líder nas pesquisas, comete um crime atrás do outro; justiça eleitoral pune com multas Click To Tweet

A Justiça Eleitoral do Maranhão, determinou ontem (7), que o governador Flávio Dino (PC do B), exclua da propaganda institucional do governo, da tv e das redes sociais, um trecho que faz referência à sua campanha de 2014. A decisão é do Juíz eleitoral Gustavo Vilas Boas, que entendeu a utilização da propaganda do governo comunista tem caráter, no mínimo subliminar, com elementos que coincidem com a campanha eleitoral.

A decisão foi em favor do Partido Republicano Progressista – PRP, o juiz entendeu que o trecho reclamado faz, de fato, propaganda eleitoral antecipada.

Flávio Dino tem até às 20 horas desta sexta-feira (8) para retirar a propaganda do ar, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

Esta não é a primeira vez que a justiça eleitoral pune o governador do Maranhão, por praticar campanha antecipada. Virou rotina, um crime atrás do outro…

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Escândalo no futebol!!! Polícia Civil divulga números da ‘Operação Cartola’

Relatórios, depoimentos, 104 mil interceptações telefônicas e 120 pessoas como alvos da operação que completou 7 (sete) meses, ontem segunda-feira (28), e ainda desmembra esquema de corrupção no futebol paraibano

De acordo com números divulgados ontem, pela Polícia Civil, em sete meses de investigação, mais de 120 pessoas foram investigadas, através de, ao todo, 93 interrogatórios, depoimentos ou declarações realizadas. Vale ressaltar que os alvos da operação são dirigentes da Federação Paraibana de Futebol (FPF), da Comissão Estadual de Arbitragem da Paraíba (Ceaf-PB), do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba (TJDF-PB) e de todos os dirigentes dos 10 clubes que participaram da edição 2018 do Campeonato Paraibano. Além disso, alguns árbitros e auxiliares filiados ao quadro da FPF, além da ex-presidente Rosilene Gomes também estão sendo investigados.

Mais de 100 mil ligações telefônicas analisadas

Ainda de acordo com as informações divulgadas pela polícia, foram 130 terminais telefônicos interceptados, com 407 medidas cautelares representadas, ou seja, busca e apreensão, além das quebras de sigilos bancários e telefônicos. Por sinal, no total, foram realizados 32 mandados de busca e apreensão domiciliar cumpridos. E, com toda essa imensidão de números, as conversas interceptadas pela operação chegaram a 104 mil.

Mais de oito relatórios que ultrapassam mais de 2.500 páginas

Com tantas evidências captadas nas investigações, os relatórios da Polícia Civil e do Ministério Público chegam a 2.512 páginas. Ao todo, são sete documentos, além do definitivo, no qual consta toda a primeira fase da operação.

Nos relatórios, é possível observar os motivos que levaram a polícia a acreditar que aconteceram no decorrer da temporada paraibana esquemas de manipulação de resultados, compra de árbitros, além de lavagem de dinheiro e uma formação de uma organização criminosa entre os administradores e membros que organizam o futebol da Paraíba.

RELATÓRIO I – 77 páginas
RELATÓRIO II – 465 páginas
RELATÓRIO III – 173 páginas
RELATÓRIO IV – 70 páginas
RELATÓRIO V – 60 páginas
RELATÓRIO VI – 61 páginas
RELATÓRIO VII – 746 páginas
RELATÓRIO FINAL – 860 páginas
TOTAL: 2512 páginas

Os próximos passos

A Polícia Civil informou que a Operação Cartola já está em sua segunda fase. Porém, não foi divulgado o que tem sido investigado nesta nova etapa dos desdobramentos sobre esquemas de corrupção no futebol da Paraíba. Enquanto isso, o mistério ainda permanece sobre o desfecho da primeira fase, que ainda não teve revelados os seus indiciados no processo.

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Absurdo!!! Flávio Dino quer “revitalizar” o Castelão com dinheiro da Lei de incentivo

Após inúmeras denúncias inócuas aos “ouvidos” do Ministério Público, o  Blog formalizará sempre uma Queixa / Representação para cada postagem escandalosa da gestão comunista 

Dinheiro da Lei de Incentivo vem sendo utilizado de forma escandalosa no Maranhão

O Grupo Mateus, do empresário Ilson Mateus foi beneficiado com a redução de impostos no Maranhão desde que virou aliado do governador Flávio Dino (PC do B), e tem sido corriqueiro o uso do dinheiro de compensação fiscal do Mateus, via Lei de Incentivo, para realizar obras que teria que ser obrigação da administração comunista.

O governador do Maranhão desvirtuou o sentido das leis de Incentivo à Cultura e ao Esporte, e utiliza o dinheiro advindo de compensações fiscais de empresas para realizar obras e patrocinar projetos que a própria gestão tem obrigação em fazer.

Um atento leitor do Blog, nos atentou que ontem (28), durante a partida Sampaio Corrêa x Ponte Preta, válida pelo Brasileiro da série B, a todo minuto aparecia nos telões que o governo do estado vai “revitalizar” o estádio Castelão com dinheiro da parceria com o Mateus, via Lei de Incentivo.

Não é de hoje, que este Blog vem investigando e denunciando o uso do dinheiro público da Lei de Incentivo para fazer obras que o próprio executivo era para realizar.

O Ministério Público está afônico, cego e nada diz, ou sequer investiga o ‘modus operandi’ feito pelo governador do Maranhão, que segundo fontes, não libera um centavo de projetos das leis de incentivos, que não passe pelo seu “crivo”. É lamentável como as coisas acontecem neste governo e nada é feito pelas autoridades de controle.

Para tal, o Blog tomou uma decisão, a partir de agora, para cada denúncia postada neste veículo de comunicação popular, será feita uma Queixa / Representação ao Ministério Público, seja o da esfera estadual ou federal. Tribunal de Contas e por aí em diante.

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Bomba!!! Financiador de campanha de Flávio Dino tem aval da PGR e vai delatar políticos

Léo Pinheiro, da OAS, tem aval da PGR, e está próximo de fechar colaboração que atinge políticos

Empreiteiro Léo Pinheiro da OAS vai falar

Mais de dois anos após começar a negociar o acordo de delação premiada, com a lava-jato, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que está preso desde setembro de 2016, obteve o aval da Procuradoria Geral da República – PGR, e vai falar tudo o que sabe sobre o maior esquema de financiamento de campanhas de políticos brasileiros. Quem carimbou a delação foi a Procuradora Geral Raquel Dodge.

A delação inclui uma lista de cerca de 60 anexos, que O Globo teve acesso com exclusividade, os documentos envolvem pelo menos 14 políticos, entre eles governadores, deputados federais e senadores. Os documentos relatam obras superfaturadas, propinas e repasses de ‘caixa dois’ para campanhas.

No Maranhão, o empreiteiro enviou muito dinheiro para a campanha do então candidato ao governo do estado em 2014, Flávio Dino (PC do B), sabe-se lá porquê, as “doações” foram todas registradas no Tribunal Superior Eleitoral – TSE.

Léo Pinheiro é mesmo que depois afirmou que todas as doações de sua empresa a políticos era na verdade, propina disfarçada de doações de campanhas e que muitas entraram como ‘Caixa dois’.

Portanto, agora é só esperar a bomba estourar para saber se vai respingar no Maranhão.

 

 

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