Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Vídeo: Cantor de Forró Wandim Rey agride com pontapé músico da sua banda em pleno show

O vídeo mostra o cantor Wandim Rey cantando e fazendo show normalmente, até que chega um momento em que ele se vira para o “Alysson” musico trompetista de sua banda e aplica lhe um pontapé no ombro, o trompetista constrangido deixa o palco em pleno show.

Isso pode ser visto como “Assédio moral” que é a exposição de alguém a situações humilhantes e constrangedoras e no caso acometido por uma agressão.
Fontes afirmam que o tal motivo do pontapé teria sido porque o trompetista estaria soltando vários peidos em cima do palco , pois é realmente a história fedeu, veja o vídeo:

Escândalo!!! Presidente da FMF confirma que pagou emissora que não transmitiu jogos

Dinheiro pago à TV Difusora, veio por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, que o governo Flávio Dino (PC do B), utiliza como moeda de troca em apoios políticos

Governo Flávio Dino já enviou quase R$ 4 milhões ao Instituto do presidente da FMF, Antônio Américo

Um escândalo sob todos os aspectos está formado entre o Governo Flávio Dino, a Federação Maranhense de Futebol – FMF, na pessoa do seu presidente, Antônio Américo, e a TV Difusora, que tem como mandatário, Weverton Rocha (PDT), que é candidato ao Senado Federal com apoio do próprio governador do Maranhão.

Dinheiro público foi para a emissora do candidato do governador Flávio Dino ao Senado

O governo do estado repassou à FMF, por meio do Instituto Maranhense de Futebol – IMF,  a quantia de R$ 1,8 milhão para serem rateados entre os clubes de futebol e à TV Difusora. O dinheiro foi divido em partes iguais, ou seja, R$ 900 mil aos clubes e R$ 900 mil à emissora. Ao todo, o IMF, criado pelo próprio Antônio Américo para administrar o dinheiro, já foram repassados cerca de R$ 4 milhões ao instituto.

Veja abaixo, o que Américo disse ao jornal ‘O Imparcial’, apenas reforça as postagens deste Blog.

A primeira denúncia foi feita aqui neste Blog e trouxe documentos que provam que o presidente da FMF, Américo, fundou um instituto para administrar o dinheiro que vem para o futebol maranhense. Veja!!!

Escândalo!!! Presidente da FMF fundou instituto que recebeu milhões do governo Flávio Dino

Escândalo!!! Governo Flávio Dino torrou quase R$ 4 milhões com Instituto que gerencia futebol

A Assembleia Legislativa do Maranhão propôs abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, mas sabe-se Deus, o porquê, não avançou.

Bomba!!! Deputado propõe CPI para investigar Federação Maranhense de Futebol

Em tempo: em recente entrevista, ao ‘O Imparcial’, o presidente da FMF e o do IMF, declarou que repassou o dinheiro à TV Difusora, do Weverton Rocha e não sabe o que foi feito com o dinheiro, uma vez que a emissora não prestou os serviços.

E mais: candidato declarado do governador Flávio Dino, ao Senado, Weverton comanda a TV Difusora no Maranhão.

Pra fechar:  desde o começo do ano passado que o Blog reiteradamente faz denúncias sobre este caso absurdo, sem que as autoridades competentes investigassem esta roubalheira.

P.S: o Blog vai oferecer a denúncia ao Ministério Público, encaminhando cópias de documentos, extratos bancários, certificados e máterias que foram ao ar ao longo de todo o ano de 2017.

 

 

 

 

Vereador Raimundo Penha reúne-se com Canindé e apresenta reivindicações de moradores do Bequimão

   

Mesmo com a Câmara Municipal de São Luís estando em recesso, o vereador Raimundo Penha (PDT) continua trabalhando e tentando viabilizar soluções que atendam as demandas dos moradores dos mais diversos bairros da capital.
Nesta última quinta-feira (11), por exemplo, o parlamentar reuniu-se com o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Canindé Barros, oportunidade na qual apresentou reivindicações feitas pelos moradores do Bequimão.
Também participou do encontro o presidente da Associação de Moradores do Bairro, Bill.
Raimundo Penha solicitou ao secretário que sejam instaladas paradas de ônibus nas proximidades das Unidades de Educação Básica Neiva Moreira e Elcida Ramos. No pedido, também consta a colocação de sinalização nas áreas onde estão situadas as unidades de ensino.
As reivindicações, é importante destacar, foram objetos de requerimentos apresentados por Raimundo Penha na Câmara de São Luís ano passado.
Durante o encontro de trabalho, o vereador também pediu a Canindé que interceda junto ao Hospital São Domingos no sentido de que seja construída uma escadaria nas imediações das intervenções de trânsito promovidas recentemente na Avenida Jerônimo de Albuquerque e que foram frutos de parceria entre a prefeitura e a direção da unidade de saúde.
Canindé Barros, além de elogiar o empenho de Raimundo Penha, determinou que uma equipe da Secretaria promova levantamento no sentido de atender os pleitos, priorizando a colocação das paradas de ônibus.
“Essas demandas são bem antigas em nosso bairro. Escolas que atendem centenas de crianças e adolescentes e que ainda não possuem uma faixa de pedestre e uma parada de ônibus. Acreditamos que agora vamos conseguir”, afirmou Bill.
Raimundo Penha agradeceu o apoio do secretário. “Estamos reforçando esses pedidos que, embora sejam ações simples, podem melhorar a vida das pessoas, garantindo mais segurança em seu deslocamento”, avaliou o vereador.

Flávio Dino ‘encarna’ Pilatos, na disputa pelo Senado

O “Trilema Comunista”  


* Por Abdon Marinho.

EMBORA o termo seja pouco usual, trilema é uma situação embaraçosa da qual só se pode sair pela opção de uma de três opções, todas difíceis. Trilema é assim uma espécie de dilema de três.
O governador Flávio Dino tem um trilema nas mãos que é compatibilizar na vaga que resta de pré-candidato ao Senado na sua chapa o interesse de três postulantes. Só tem vaga para um. Como não se desgastar além do necessário com os outros dois?
Claro que poderia ampliar ainda mais o problema se trouxesse um nome de fora do espectro político deixando os três deputados-postulantes à ver navios. Mas isso é algo que, parece, não fará.
Em recente entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno, mais precisamente no último dia do ano, que diga-se, está cheia de assuntos – no momento só me deterei na questão da segunda vaga ao Senado –, sua excelência, instado a manifestar-se sobre o preenchimento da vaga restante, respondeu como se nada tivesse com a questão.
Inicialmente, teceu loas aos três postulantes, mas, em seguida, tal qual, Pilatos, lavou mãos. Sugeriu-lhes que seguissem os passos do primeiro ungido, o deputado Weverton Rocha, e se viabilizassem.
Na narrativa do governador, não lhe cabe “trair suas convicções” e aparecer indicando um candidato. Este, ainda segundo ele, deve ter o apoio daqueles que o apoiam, para, assim, como fez com o primeiro escolhido, apenas o referende.
Agir de forma diversa, na sua opinião, seria uma espécie de coronelismo que já não cabe na política maranhense. Encerrou a questão.
Seria muito bom se a política fosse essa ciência cartesiana que quer fazer crer o governador. Embora a solução apresentada – e a que vai lhe nortear a escolha –, parecer perfeita, pois os dois postulantes preteridos devem, na sua visão, colocar o insucesso, na sua própria falta de articulação, talvez não seja tão fácil.
A guerra de uma escolha dessas não funciona como uma assembleia de estudantes, em que se levam as propostas para serem votadas “na hora”, sem qualquer articulação prévia. Não é assim. Tantos os pré-candidatos, quanto os demais agentes políticos, sabem para que lado “pende” o interesse do governo e, até mesmo, como funciona o chamado “fogo amigo” nestas horas.
A situação torna-se um pouco mais dramática quando os postulantes têm como certo possuírem “crédito” junto ao governador.
Esse “crédito”, que na entrevista, o governador não reconheceu, é algo mais um menos público.
A exceção da deputada Eliziane Gama, que não sabemos o nível de “acerto” feito, os outros dois, até já o disseram publicamente, possuem uma fatura a apresentar.
O primeiro, o deputado José Reinaldo Tavares, a quem o governador colocou na fatura apenas um débito de “carinho especial”, assim mesmo por ser ex-governador do estado. Sabemos que não é só isso.
O ex-governador José Reinaldo é credor da própria carreira política do hoje governador. Conforme é fato público e notório.
Foi ele, Zé Reinaldo, que ousou apostar no projeto de renovar a política maranhense trazendo, com o poder de governador que tinha, alguém da magistratura para fazê-lo deputado, já no projeto de fazê-lo governador nos pleitos seguintes.
Neste propósito, não mediu esforços. Como não possuía convicções a “trair”, queria mesmo era elegê-lo, chamou um grupo de prefeitos de confiança e lhes deu a missão de conseguir os votos necessários. Como dizem no sertão: determinando que “atirassem sem tomar chegada”.
Não há quem no mundo político ignore que foi no velho “coronelismo” – que o atual inquilino dos Leões jura repudiar –, que conseguiram os votos nos lugares que o então candidato nem sabia existir no Maranhão. Basta pegar o mapa de votação.
Estes fatos são públicos e conhecidos de todos, repito.
Assim, tanto na capital quanto no interior do estado todos sabem que o ex-governador é credor de bem mais que “um carinho todo especial”.
Acredito, por isso mesmo, tratar-se de um monumental equívoco do governador – e seus auxiliares –, ter excluído o deputado José Reinaldo da condição de candidato natural ao Senado da República na sua chapa, depois de tudo que fez por ele próprio e pelo Maranhão.
Todos sabem que sozinho e com prejuízo da própria liberdade, “bancou” o projeto de mudança e foi para o “sacrifico” nas duas eleições seguintes (2010 e 2014).
Ninguém “estranharia” a candidatura “natural” do ex-governador e que o cabeça de chapa, no caso o governador, lhe pagasse os favores que lhe foram feitos a partir de 2006.
Uma regra elementar da política – e mesmo da vida –, é que quem faz um “favor” espera receber o mesmo troca. Pensar diverso é desconhecer as regras do jogo.
Ao agir como “credor da humanidade” e achar-se merecedor de tudo que lhe foi feito “sem dever nada a ninguém”, o governador corre o grave risco de passar por “ingrato” ou, pior, “desleal”, por não ter coragem necessária de enfrentar “a tudo e a todos” e prestar socorro a quem já lhe socorreu.
Infelizmente as lideranças políticas não têm coragem de expor esta situação ao governador, mas é este o sentimento corrente de norte a sul do estado, são prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores e mesmo simples lideranças, todos se ressentindo do tratamento que está sendo dado ao ex-governador.
O segundo postulante a vaga de pré-candidato na chapa oficial – e a quem o governador não dispensou nem o crédito de “carinho especial” –, é o deputado Waldir Maranhão.
Não sei, além do que foi divulgado pela mídia, sobre o nível de “acerto” feito com ele. Mas, assim como José Reinaldo o sacrifício político que fez pelo projeto do governador é patente e visível.
Vejam, o deputado era presidente estadual de um partido que possuía uma das maiores bancadas da Câmara dos Deputados e, por isso mesmo, tornou-se vice-presidente daquela casa.
Comandando o máquina partidária e ocupando os espaços que a política lhe conseguia, ia levando, conseguia reeleger, praticamente, através daquela “estrutura”, ou seja, levava uma vida parlamentar sem maiores sobressaltos.
Tal situação mudou quando – acredita-se para atender um pedido do governador –, resolveu “inventar” a revogação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Teria necessidade de fazer aquela patuscada? Qual a razão para fazer? A quem visou atender?
Aí está a questão. Dizem que “fez o que fez” para atender o governador do Maranhão, cioso de “vender-se” como a liderança que revogou o impeachment, apelidado por ele de “golpe”, por consequência, tornar-se o herdeiro de todo espólio esquerdista para voos mais altos.
O ineditismo da medida, que falecendo de sustentação, acabou sendo revogada pouco depois, trouxe ao deputado o pior tipo de exposição que um político poderia pretender: a exposição pelo ridículo.
Nem falemos dos dissabores que sofreu no plano familiar, ele e os seus. Quase todos os parentes sofreram com a exposição do deputado: filho, irmãos, cunhados e, até mesmo, a esposa, que, segundo comenta-se, estava enferma.
O deputado, que iniciou a carreira política graças a uma vida acadêmica, tendo, inclusive, chegado a reitor da Universidade Estadual do Maranhão, para atender um pedido do governador, segundo dizem – ninguém acredita que foi só porre –, viu-se sob as luzes da ribalta do ridículo nacional, motivo de chacota por onde passava e sendo inspiração para todo tipo de charges, memes e humorísticos.
Chegaram a ponto de lhe sugerir a revogação da Lei da Gravidade.
Em resumo, virou uma piada nacional, ainda hoje lembrada. Não sei se o que lhe deram – ou prometeram –, valeu o preço que pagou, inclusive o de não conseguir a reeleição que tinha quase por certa.
No aspecto prático, perdeu, ainda, o comando do partido que lhe garantia sucessivas eleições e mesmo os espaços que já havia conquistado no parlamento ao longo dos anos.
Apenas para citar um exemplo, uma das Vice-presidências da Câmara acabou “sobrando” para o deputado que assumiu o comando do seu antigo partido no estado, o novel deputado André Fufuca.
Como podemos ver, os fatos desafiam o raciocínio apresentado pelo governador, na entrevista. Melhor seria se tomasse “coragem” e despachasse aqueles que não gozam de sua predileção, para que eles, os preteridos, procurarem seu rumo.
Se serão candidatos a deputados novamente ou se irão se arranjar, com seus projetos, noutras candidaturas.
Não é segredo que é mais fácil um candidato a deputado virar candidato a senador que o oposto. Se demoram muito, não terão onde conseguir os votos proporcionais. Cada dia de indecisão conta.
O tratamento dispensado – e exposto –, pelo governador aos três deputados postulantes à integrar a chapa majoritária só faz sentido se a intenção for “matá-los” politicamente, afinal, mortos não cobram dívidas.
Fora disso, a estratégia adotada de “empurrar com a barriga”, ainda que não se ache devedor de nada – nem dos deveres de amizade (mas já disseram que em política ninguém é amigo) –, acabará por trazer prejuízos irreparáveis para os postulantes à candidatura de senador, que deixarão de se articular para outros cargos, e à candidatura do próprio governador, que responderá pela mágoa dos preteridos.
E, quanto maior acharem que é o crédito, maior será a mágoa. Apenas para lembrar.

* Abdon Marinho é advogado.

Câmara Municipal de São Luís lamenta morte do deputado Humberto Coutinho

O Presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum, emitiu Nota de Falecimento do deputado estadual Humberto Coutinho

O Presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum, emitiu Nota de Falecimento do deputado estadual Humberto Coutinho. Ele se solidariza com a família neste momento de dor e comoção e lamentando o falecimento do político, ocorrido hoje (31).

Segue a nota da Câmara Municipal de São Luís

A Mesa Diretora do Poder Legislativo Ludovicense, representada por seu presidente, o vereador Astro de Ogum, externa sua consternação pelo falecimento do deputado estadual Humberto Coutinho, que tomou assento no parlamento maranhense por cinco legislaturas. Aproveita para se solidarizar com seus familiares e amigos.

Astro de Ogum

Presidente da Câmara Municipal de São Luís

São Luís, 31 de dezembro de 2017.

Líder político

Bastante comovido com a notícia do falecimento, o vereador Astro falou da importância da liderança política de Coutinho para o Maranhão. Lembrou ainda a sua formação profissional, um médico a serviço da sociedade, exercendo a medicina, pelo INSS de Caxias, na Casa de Saúde de Maternidade de Caxias, hospital que criou, junto com sua esposa, Cleide Coutinho.

Humberto ingressou-se na política, em 1988, pelo PFL, ao ser eleito vereador de Caxias. Em 1990, foi eleito deputado estadual.

Em 1992 e 2000, candidatou-se duas vezes a prefeito de Caxias, não sendo eleito.

Em 1994, foi reeleito deputado estadual.

Em 2002, foi reeleito deputado estadual.

Em 2004, foi eleito prefeito de Caxias.

Em 2008, foi reeleito prefeito de Caxias.

Em 2014, foi eleito deputado estadual, sendo o mais votado.

‘Réveillon Privilégio’ com 18 atrações, 4 ambientes e ‘Open Bar’ até o amanhecer

‘Réveillon Privilégio’ o único com 18 atrações, 4 ambientes e Open Bar até ao amanhecer

Já está na hora de ter o seu réveillon uma experiência única e incomparável, então reúna os amigos, a família e passe a sua virada de frente para o mar com muito conforto e segurança no Praia Mar Hotel.

O único com 4 ambientes, 18 atrações,  open bar de cerveja, água, vodka nacional e refrigerante a noite toda.

Também com Open Food de caldos e salgados.

E para animar a festa a programação está especial com: Shinoda, Levada do Teco, Andson Mendonça, Argumento, Gerrard Lima, Wesley Dantas, Andinho, Samba Ceuma, Stanley e Cristian, Comando LL e os DJs Huggo Zanella, Erick Ferres, Bulacha, Pulga, The Paul, Dyogenes e Mad Dogz.

Mais um evento assinado por João Marcelo Clayton Macedo ( OJackie Chan- Produções).

Sua virada de frente para o mar e o melhor, com Open Bar.

Serviço:

Local: Praia Mar Hotel

Pontos de venda:

(Taxa de serviço)

Bilheteria Digital

Shopping da Ilha

Rio Anil Shopping

Rio Poty Hotel

(Sem Taxa)

Quarup Tropical Shopping

Iphone Center Renascença

Top Acessórios Shopping São Luis

Camarote

ESGOTADO

R$ 250,00 Inteira

R$ 460,00 Casadinha

Meia Esgotada

Open bar: Cerveja, água, vodka nacional e refrigerante.

Open Food: Salgados e Caldos

 Pista

R$ 150,00 Inteira

R$ 115,00 Meia

R$280,00 Casadinha

Open bar: Cerveja, água, vodka nacional e refrigerante.

Pista não tem open Food

Informações:

 (98) 98155-9040

Realização:

Clayton Macedo (OJackie Chan- Produções)

Assessoria:

Rita Matos Assessoria de Imprensa e Comunicação

Wellington discute impactos da construção de oito barragens no Rio Balsas

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) realizou importante audiência pública no município de Balsas

As visitas e a audiência foram acompanhadas pela representante do Ministério Público, Secretário Municipal de Meio Ambiente, empresários locais, presidente do Instituto de Defesa do Rio Balsas, representantes dos ribeirinhos, pescadores, sindicatos rurais, vereadores locais.

Durante a audiência, a população externou a insatisfação com a forma como o Governo tem tratado o Rio Balsas.

“O Rio Balsas é o que temos de mais precioso. É de lá que muitas famílias ribeirinhas tiram seu sustento. É essa água que utilizamos! Queremos sim que as autoridades tomem providências para proteger nosso rio e não queremos barragem”, desabafou Raimundo Nonato, morador antigo de Balsas.

Após ouvir os relatos dos moradores e inspecionar “in loco”, o Rio Balsas, o deputado Wellington elencou alguns pontos, entre eles a urgência de se avaliar os impactos ambientais.

“É necessário que tenhamos a mente que a construção de algo hoje trará consequências no amanhã, sendo uma delas no quesito ambiental. Visitamos alguns pontos do Rio Balsas e podemos constatar o despejo direto de esgoto, por exemplo. Já solicitamos o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental referente à instalação das barragens e até agora não obtivemos resposta. Não se pode apenas implantar as barragens de qualquer forma, ignorando os impactos e, ainda, as condições atuais do Rio Balsas. Aguardamos o posicionamento da Secretaria de Meio Ambiente”, disse Wellington.

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