Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Escândalo na Série C: Responsável pela “entrega” do Sampaio Corrêa pode pegar 6 anos de prisão e multa pesada

O site UOL Esportes levantou uma suspeita que muitos maranhenses já sabiam: a entrega do jogo Sampaio x Botafogo

Com as frases comprometedoras “Esse jogo é 100% de Satisfação Garantida” e “Não importa o que Aconteça você sairá feliz do estádio”, os erros infantis do marketing do clube tricolor maranhense evidenciam a entrega do jogo, por meio da famosa “Mala Preta”.

Fora estas evidências, fontes informam que a cota de participação da Copa do Nordeste de 2018, que abasteceria o caixa do Botafogo – PB, será “fracionada” ao Sampaio Corrêa, que arrecadará ao longo da competição, cerca de R$ 2 milhões.

Algo de muito podre está acontecendo no futebol do Maranhão, o presidente do Sampaio, deputado estadual Sérgio Frota (PSDB), criou uma Associação que já arrecadou milhões com a Lei de Incentivo ao Esporte, criada no governo Roseana Sarney (PMDB) e totalmente desfigurada e com desvios de funções no governo Flávio Dino (PC do B).

O presidente da Federação Maranhense de Futebol – FMF, criou também um Instituto que já faturou milhões dos cofres públicos, via Lei de Incentivo, e distribuiu o diheiro entre os grupos de comunicação TV Guará e Difusora, sem que as emissoras transmitissem um jogo sequer.

A mudança no regulamento do Campeonato Estadual foi mais um escândalo que precisa ser investigado.

Veja o que diz o Estatuto do Torcedor sobre a entrega de resultados 

Vale lembrar que pela expressão popularesca futebolística a “mala preta” é o ato de prometer algum ganho financeiro para determinada equipe deixar o adversário vencer (“entregar o jogo”), para que esta, ou outra equipe se favoreça do resultado negativo. Já a “mala branca” é o ato de oferecer ganho financeiro, desde que, a equipe vença de outra equipe, favorecendo, de forma indireta, àquela equipe que ofereceu a “mala branca”.

Em 27 de julho de 2010 entrou em vigência a Lei nº 12.299 que alterou a redação de vários artigos do Estatuto de Defesa do Torcedor (Lei nº 10.671/2003), introduzindo a tutela penal, em seu capítulo XI-A, que criminalizam condutas praticadas dentro do contexto desportivo.

Dentre tais condutas, podemos elencar duas em especial, que tratam sobre o tema ora estudado, quais seja, os artigos 41-C e 41-D do Estatuto do Torcedor, que versaremos abaixo.

Art. 41-C. Solicitar ou aceitar, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem patrimonial ou não patrimonial para qualquer ato ou omissão destinado a alterar ou falsear o resultado de competição esportiva: Pena – reclusão de 2 (dois) a 6 (seis) anos e multa.

Art. 41-D. Dar ou prometer vantagem patrimonial ou não patrimonial com o fim de alterar ou falsear o resultado de uma competição desportiva: Pena – reclusão de 2 (dois) a 6 (seis) anos e multa.

Para sua configuração é necessário a presença de uma das condutas: dar ou prometer. Na primeira – dar – tem por sentido a entrega da vantagem (patrimonial ou não), com o intuito de alterar ou falsear o resultado da competição esportiva. Já na segunda – prometer – é a conduta do agente que se obriga e compromete a garantir a vantagem. Ou seja, são as condutas iniciais para que configure a conduta declinada na análise do tipo anterior, que é aceitar.

O crime é formal ou de mera conduta, já que desnecessário para sua consumação que a pessoa aliciada aceite ou não a vantagem dada ou prometida.

Ou seja, acreditamos que pela interpretação de ambos os artigos, a conduta de quem oferece a “mala preta” e quem aceita a mesma estarão incorrendo, respectivamente, nos artigos 41-D e 41-C do Estatuto do Torcedor, pois haverá a possibilidade de “entregar” o jogo, e com isso forçosamente alterar o resultado do jogo. Já entendemos que a chamada “mala branca” se trata de fato atípico, pois não há como prometer ou garantir a vitória, mas tão somente um empenho maior, para tentar vencer a partida.

 

 

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O que aconteceu com os clubes de futebol maranhenses que já disputaram a 1ª divisão ???

Desde que disputaram a primeira divisão pela última vez, o que aconteceu com essas equipes do Maranhão?

O que houve com os clubes que uma vez disputaram a primeira divisão do Brasileiro, representando o Maranhão desde sua última participação na competição?

PLACAR traz o histórico dessas equipes desde a última vez que disputaram a série A do Brasileiro.

Veja abaixo:

Clubes do Maranhão que já jogaram a primeira divisão: Maranhão, Moto Club e Sampaio Corrêa

MARANHÃO ATLÉTICO CLUBE – MAC

Jogou a série A pela última vez em 1980, ficando na lanterna do torneio. Em 1981, jogou a série B e caiu na primeira fase, ficando na vice-lanterna de sua chave. Voltou a jogar a segunda divisão em 1983, e passou pela primeira fase em primeiro lugar de sua chave, com o Guarany-CE em segundo lugar. Na segunda fase, ficou em terceiro de seu grupo, com derrotas para Guarani-SP e Central-PE ficando sem vaga na série A ou sequência da série B.

Em 1984, eliminou o Tiradentes-PI na primeira fase do torneio. Na segunda, caiu diante do Remo-PA, com duas derrotas. Em 1986, voltou à série B e caiu na primeira fase do torneio, a dois pontos (uma vitória) o Treze-PB, que se classificou na sua chave. Em 1987, foi eliminado na primeira fase do Módulo Branco, espécie de série C, na lanterna de sua chave, que teve Ferroviário-CE e Sampaio Corrêa-MA como classificados.

Em 1989, esteve na série B e caiu na primeira fase, no grupo em que se classificaram Moto Club-MA e Remo-PA. Em 1990, voltou a jogar a série C e caiu novamente na primeira fase, eliminado no grupo que teve Paysandu e Fortaleza como classificados.

Em 1991, voltou para a série B, e caiu novamente na primeira fase, em chave que teve Sampaio Corrêa-MA e Paysandu classificados. Depois disso, voltou apenas a jogar a série C em 2002. Contudo, como nos últimos anos, caiu na primeira fase, atrás de Ferroviário-CE e Ríver-PI. O mesmo aconteceu em 2003, quando o time caiu com quatro derrotas em quatro jogos, com Viana e Chapadinha, ambos do Maranhão.

Jogou sua última série C em 2006. Dessa vez, o clube passou pela primeira fase, em segundo lugar, atrás apenas do Ríver-PI. Na segunda fase, o time foi terceiro em sua chave e perdeu vaga para Ananindeua-PA e Tuna Luso-PA.

Voltou a jogar o torneio nacional em 2013, na série D. Na ocasião, caiu na primeira fase, perdendo vaga para Gurupi-TO e Salgueiro-PE. Em 2016, volta a jogar a série D.

MOTO CLUB DE SÃO LUÍS

Jogou sua última série A em 1984. Em 1985, o time jogou a série B e caiu logo na primeira fase, para a Tuna Luso-PA. No ano seguinte, voltou a jogar a série B e voltou a cair na primeira fase, em grupo cuja vaga ficou com o Treze-PB.

Em 1987, jogou o Módulo Branco, equivalente a uma espécie de série C. Passou como o primeiro lugar de sua chave na primeira fase. Na segunda, foi eliminado com derrota para a Tuna Luso-PA na prorrogação. Voltou na série B de 1989, pasando em primeiro de sua chave na primeira fase, com o Remo-PA em segundo. Na segunda fase, após dois empates por 1 x 1, foi eliminado pelo Ceará nos pênaltis.

Em 1990, passou em segundo na primeira fase da série B, atrás apenas do Sport em sua chave, por um gol. Na segunda, classificou-se como o segundo lugar de sua chave, atrás apenas do Catuense-BA. Na terceira, no entanto, foi lanterna de sua chave, que teve o Sport como classificado. Em 1991, foi lanterna de sua chave na primeira fase da série B. Jogou a série C em 1992 e ficou em segundo lugar de sua chave na primeira fase, eliminado novamente pela Tuna Luso-PA.

Em 1993, jogou o qualificatório para a série B de 1994 e conseguiu vaga, vencendo o Sampaio Corrêa-MA no jogo decisivo. Em 1994, classificou-se na primeira fase da série B. Na segunda, no entanto, ficou em terceiro de sua chave e viu a Desportiva-ES se classificar. Em 1995, o time caiu na primeira fase da série B, perdendo vaga em seu grupo para o América-RN, por um gol marcado a menos.

Em 1996, classificou-se na primeira fase da série B com a segunda colocação de sua chave. Na segunda, eliminou o Santa Cruz, mas na terceira, caiu diante do América-RN, com uma goleada em Natal. Em 1997, foi lanterna de sua chave na primeira fase da série B e acabou rebaixado.

Em 1998, voltou a jogar a série C e ficou em primeiro de sua chave na primeira fase. Na segunda, eliminou o Vênus-PA, com goleada em casa. Na terceira, no entanto, caiu diante do São Raimundo-AM. Em 1999, novamente na série C, passou pela primeira fase com o segundo lugar de sua chave, atrás apenas do Botafogo-PB. Na segunda fase, no entanto, foi eliminado pelo Fluminense, com derrotas em Juiz de Fora-MG e no Maracanã.

Jogou o Módulo Verde da Copa João Havelange em 2000, classificando-se em terceiro de sua chave na primeira fase. Na segunda fase, passou como primeiro lugar de sua chave, chegando a fase final dos módulos. Contudo, nesta, foi lanterna de um grupo, cujo classificado foi o Malutrom-PR.

Em 2001, jogou a série C, mas foi lanterna de sua chave, eliminado na primeira fase. Não disputou o torneio em 2002 e 2003, mas voltou em 2004. Passou com o segundo lugar de sua chave, atrás apenas do Sampaio Corrêa-MA. Na segunda fase, foi eliminado pelo Limoeiro-CE.

Em 2005, voltou à série C, e passou pela primeira fase como primeiro lugar de sua chave. Na segunda, no entanto, foi eliminado pelo Abaeté-PA nos pênaltis. De 2006 a 2008, não se classificou para jogar a série. Jogou a série D de 2009, mas caiu na primeira fase, para São Raimundo-PA e Cristal-AP.

Não jogou o torneio de 2010 a 2013, voltando à série D de 2014, passou em primeiro lugar de sua chave, com o Remo-PA em segundo. Na segunda, eliminou o Ituano-SP nos pênaltis, mas caiu diante do Tombense-MG nas quartas de final, ficando sem o acesso.

Não disputou o torneio em 2015 e volta a jogar a série D em 2016. Atualmente disputa a Série C.

SAMPAIO CORRÊA

Sua última Série A foi em 1986. Em 1987, jogou o Módulo Branco, espécie de série C. Passou com o segundo lugar de sua chave na primeira fase, atrás do Ferroviário-CE. Na segunda, foi eliminado pelo Botafogo-PB nos pênaltis. Não disputou torneio algum em 1988, mas voltou à série B em 1989.

Contudo, acabou eliminado na primeira fase, em grupo cujos classificados foram Moto Club-MA e Remo-PA.

Não se classificou para nenhum torneio em 1990, mas voltou a jogar a série B de 1991. O time passou em primeiro lugar de sua chave na primeira fase. Na segunda, após dois empates em 0 x 0 com o ABC-RN, o time perdeu sua vaga nos pênaltis. Em 1992, jogou a série C e caiu na primeira fase, em grupo que classificou a Tuna Luso-PA. Em 1993, perdeu a vaga para a série B de 1994 ao ser derrotado pelo rival Moto Club-MA.

Não jogou torneio nenhum em 1994, mas voltou à série C em 1995, passando em primeiro na primeira fase, mas perdendo para o Picos-PI na segunda. Em 1996, passou em segundo de sua chave na primeira fase da série C, atrás apenas do Gurupi-TO. Na segunda, eliminou o Fortaleza, e o Potiguar-RN na terceira. Nas quartas de final, no entanto, pelos gols marcados fora de casa, acabou eliminado pelo Porto-PE.

Em 1997 a história mudou e o Paio venceu a série C. Passou em primeiro de sua chave na primeira fase. Na segunda, eliminou o Quixadá-CE, enquanto na terceira, venceu o Santa Rosa-PA, rival também na primeira fase.

Nas quartas de final, venceu o Ferroviário-CE com duas vitórias, incluindo uma goleada. Já no quadrangular final, foi campeão e ficou com o acesso, com o Juventus-SP em segundo lugar.

Na série B de 1998, foi eliminado na primeira fase do torneio, perdendo para o Vila Nova-GO no saldo de gols, e foi uma das únicas duas equipes eliminadas nesta fase que não foram rebaixadas, ao lado do Bahia.

Em 1999, o time foi 16° na primeira fase da série B e não caiu por ter uma vitória a mais que o União São João e graças à vitória deste sobre o Criciúma na última rodada do torneio.

No Módulo Amarelo da Copa João Havelange de 2000, foi terceiro colocado de seu grupo na primeira fase, classificando-se para as oitavas de final do módulo. O adversário foi o Caxias-RS, que se classificou com uma vitória no Sul e empate em 1 x 1 no Maranhão. Na série B de 2001, o time escabou do rebaixamento por ter uma vitória a mais que o Sergipe, que foi para a disputa da repescagem, salvando o Paio.

Já em 2002, o time não suportou a pressão e foi rebaixado na série B. Voltou para a série C em 2003 e classificou-se em segundo na primeira fase, atrás apenas do Imperatriz-MA e com a vaga por ter saldo de gols melhor que o Santa Inês-MA. Contudo, na segunda fase, foi eliminado pelo Viana-MA.

Em 2004, voltou a disputar a série B e classificou-se em primeiro na primeira fase, com o Moto Club-MA em segundo. Na segunda, passou pelo Parnahyba-PI pelo gol marcado fora de casa. Já na terceira, foi eliminado pelo Limoeiro-CE pelo mesmo motivo: o gol fora de casa.

Em 2005 e 2006 não se classificou para a série C, mas voltou em 2007. Neste ano, passou pela primeira fase com o segundo lugar de sua chave, atrás apenas do Barras-PI. Na segunda fase, no entanto, acabou eliminado por Rio Branco-AC e Tuna Luso-PA em sua chave. Na série C de 2008, o time passou em segundo de sua chave na primeira fase, atrás apenas do Picos-PI, e com um ponto a mais que o Barras-PI. Na segunda fase, no entanto, voltou a ficar em terceiro de sua chave, eliminado por Águia de Marabá-PA e Paysandu-PA.

Com isso, ao menos, garantiu-se na série C de 2009, já que a série D surgia. Contudo, nessa disputa, o time foi lanterna de sua chave na primeira fase e acabou rebaixado. Em 2010, classificou-se com a segunda colocação de sua chave, que teve tríplice empate, com Guarany-CE em primeiro e JV Lideral-MA em terceiro, pelo saldo de gols. Na segunda fase, goleou o CSA-AL e empatou o segundo jogo, classificando-se. Já na terceira fase, acabou eliminado pelo Guarany-CE.

Voltou a jogar a série D em 2011, atrás apenas do Independente-PA em seu grupo na primeira fase. Contra o Cuiabá-MT, logo na segunda fase, acabou eliminado. Em 2012, contudo, o time maranhense venceu a série D. Passou em primeiro de sua chave, com 100% de aproveitamento, com o Mixto-MT em segundo, com metade dos pontos. Na segunda fase, eliminou o Vilhena-RO com empate e goleada. Nas quartas de final, passou pelo Mixto-MT com dois empates, classificando-se com o gol fora de casa. Com isso, o time do Maranhão garantiu o acesso. Na semifinal, contra o Baraúnas-RN, passou com um empate e uma vitória em casa. Por fim, na final, empatou e venceu o CRAC-GO, conquistando a série D de forma invicta.

Em 2013, classificou-se na primeira fase da série C, com o quarto lugar de sua chave, com um ponto a mais que Fortaleza e CRB-AL e ficando atrás do Treze-PB pelo número de vitórias. Nas quartas de final, venceu o Macaé-RJ em casa e empatou no Rio de Janeiro, garantindo acesso para a série B. O time

do Maranhão ainda eliminou o Vila Nova-GO na semiinal do torneio, mas perdeu adecisão para o Santa Cruz, com derrota no Arruda.

Desde 2014, joga a série B. Ficou na metade da tabela em 2014 (10°) e foi oitavo em 2015, sonhando com o acesso. Em 2016 foi rebaixado e volta a jogar o torneio, pela Série C em 2017.

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Município de Raposa oferta atividade turística com passeios paradisíacos em ilhas e igarapés, além de esportes de aventura

Ações fazem parte de projeto executado pelo Sebrae e se tornam opção de lazer neste mês de férias

RAPOSA – Na cidade de Raposa, localizada a 28 km de São Luís, o turismo de experiência já é uma realidade e pode ser uma opção vantajosa para quem quer desestressar, curtindo as belezas naturais desse pedacinho da região metropolitana com o melhor de um roteiro de mar, sol, aventura e gastronomia.

O município de Raposa tem 23 anos e pouco mais de 29 mil habitantes, abrigando a maior colônia de pescadores do nosso estado. O povoado surgiu nos anos 40, começou a se desenvolver com a chegada de pescadores cearenses oriundos do município de Acaraú que trouxeram suas esposas, artesãs de mão cheia, com habilidade para tecer lindas peças de renda nos bilros, feitos de madeira ou metal, similares a um fuso usado para entremear os fios têxtis em almofada própria.

A pesca e a renda de bilro são as principais fontes de renda da comunidade. Na rua principal da cidade, conhecido como Corredor da Rendeira, o visitante se depara com as típicas palafitas da localidade, onde são comercializadas toalhas de mesa, panos de prato, passadeiras, saídas de praia, chapéus, cortinas, além de uma série de outros artefatos confeccionados em renda.

O turismo da experiência busca inovar ou complementar os atrativos de um destino, tendo em vista a emoção e o conhecimento que as experiências com a cultura local podem proporcionar ao turista e acompanha a tendência da Economia de Experiência – que se firma como uma forma de atuação do mercado turístico brasileiro.

Na Ilha de São Luís, o Sebrae executa o projeto Cadeia de Valor do Turismo na Regional de São Luís e, dentre as diversas ações, vem avançando com o turismo de experiência ou as chamadas vivências.

“A proposta é que os produtos de turismo ligados à Economia da Experiência firmem-se como uma alternativa aos roteiros oficiais do Centro Histórico e das praias, já consolidados em São Luís. Eles não serão concorrentes, mas serão complementares à vivência do turista em nossa cidade, para que a sua permanência seja maior por ter mais oferta de passeios, ou seja, é agregado mais valor aos roteiros ditos como tradicionais”, esclarece Shâmia Renata Costa, gestora do Sebrae para o projeto Cadeia de Valor do Turismo na Regional de São Luís.

Em Raposa, o projeto do Sebrae atende bares, restaurantes e agências responsáveis pelos passeios náuticos locais. Ao todo são 22 empresas atendidas. “Alguns roteiros do Turismo de Experiência já foram estabelecidos e estão em pleno funcionamento, outros estão sendo reestruturados para que entrem em funcionamento até o final do ano”, informa Shâmia Renata.

Passeios náuticos

Entre os atrativos turísticos do município estão os passeios náuticos feitos para praias e dunas da região, além do seu manguezal preservado. O conjunto das dunas também é conhecido como Fronhas Maranhenses pela semelhança com os Lençóis Maranhenses.

A empresa Jânio Tour Receptivo e Turismo há 19 anos no mercado, é uma das pioneiras na realização destes passeios em Raposa. Para Léo Aguiar, à frente da empresa há 10 anos, o turismo que é realizado no munícipio é uma alternativa aos locais de visitação na capital São Luís e uma forma de o turista ter uma experiência diferente, conhecendo o diversificado bioma de Raposa, o trabalho das marisqueiras e até mesmo coletar o alimento que irá consumir ao final do passeio.

“Nós oferecemos passeios de duas e quatro horas de duração. A definição do horário de saída é feita de acordo com a maré”, diz o empresário, explicando que tem formatado dois roteiros náuticos, saindo do cais de Raposa em direção à Ilha de Curupu, passando por igarapés, manguezais, com caminhada à Praia de Carimã, visitação a um pequeno criatório de ostras e às Fronhas Maranhenses.

“São passeios onde o turista pode tomar banho nos igarapés, conhecer a forma artesanal de cultivo de ostras, fazer degustação, tomar banho nas praias e nas lagoinhas que se formam no banco de dunas ou na pequena Ilha de Bahamas, outro lugar paradisíaco do município”, comenta Léo Aguiar.

Os passeios custam entre R$ 30,00 e R$ 60,00 e nesse período de alta estação a média é de 30 pessoas fazendo um dos roteiros por dia. “Isso é uma satisfação enorme, pois temos visto que as pessoas estão vindo a Raposa conhecer. Estamos tão perto de São Luís e guardamos um ecossistema tão rico, que vale a pena vir conhecer. Além do lado empreendedor, também expresso o meu encantamento pelo local que abriga tantas belezas”, aponta o empresário.

Experiência culinária

Dona Inês, proprietária do Restaurante Tia Tereza, localizado em frente às dunas da praia de Carimã, bem próximo ao cais da Raposa, destaca o crescimento do turismo no local e a importância de trabalhar ofertando bom atendimento aos visitantes.

“Estamos há um ano e meio funcionando e tem sido uma experiência maravilhosa. Participamos do 1º Festival Gastronômico Delícias do Mar, realizado pelo Sebrae, que foi determinante, por exemplo, para a nossa formalização e adoção de processos importantes, adquiridos pelas consultorias e capacitações promovidas pela instituição”, informou.

O restaurante, com vista panorâmica para as dunas de Carimã e para o mar, oferece ótima ventilação e capacidade para receber 300 pessoas. Formada pela mesma equipe que começou, a cozinha do local serve desde grelhados a cozidos, peixes, mariscos e carnes.

“Assim como no primeiro ano do Festival, onde lançamos um prato exclusivamente para o Delícias do Mar – o Filé de Pescada ao Molho de Camarão -, este ano criamos a Mariscada da Tia Tereza, que é hoje um dos pratos mais pedidos no cardápio. A participação no evento nos trouxe um retorno tanto de vendas, quanto de aumento da credibilidade do nosso estabelecimento”, reforçou a empreendedora.

SAIBA MAIS

Além das vivências em Raposa, fazem parte da ação de turismo de experiência, protagonizada pelo Sebrae os seguintes roteiros na Ilha de São Luís: Casa Fanti Ashanti – “Conhecendo o Tambor de Mina e o Culto Afro-brasileiro”; Laborarte – Oficinas Culturais; Restaurante Tia Mundoca – “Uma história de pescador: o duelo entre o Caranguejo e o Siri pelo Camarão da Mariscada do Léo”; Rota da Juçara – Ecologia, gastronomia e cultura da Comunidade do Maracanã; São José de Ribamar – Uma Caminhada de Fé – Histórias e Lendas da Cidade de São José de Ribamar; Sítios Históricos e Ecológicos – Sítio do Físico, Sítio Piranhenga e Estaleiro Escola; Passeio Náutico São Luís Eco-Histórico: Vivência da história das embarcações tradicionais no Estaleiro Escola e Roteiro Praias e Quilombos Alcântara-MA.

A gestora do projeto ressalta que o Sebrae no Maranhão e os parceiros estão planejando como próximo passo ações de promoção dos roteiros, famtours com os receptivos de hotéis e agências e a participação do Sebrae e das instituições envolvidas no projeto da Feira das Américas, que acontece em São Paulo, em setembro. “Nossa expectativa é que até o final do ano já estejamos com todos os elos desta ação em funcionamento e integração, inclusive com a promoção dos roteiros. A participação na Feira das Américas nos possibilitará apresentar esses roteiros e dar maior visibilidade aos encantos turísticos do Polo São Luís”, destacou.

Com informações de O Estado

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Márcio Jardim libera certificados da Lei de Incentivo para Moto Club e MAC

A parceria voltou a ser tratada entre os clubes e o secretário de Esporte e Lazer, Márcio Jardim

Secretário Márcio Jardim entrega Certificado de Mérito do Esporte que permite buscar recursos financeiros amparados pela Lei de Incentivo ao Esporte

Clubes maranhenses vão fazer uma nova tentativa junto ao governador Flávio Dino para tentar firmar uma parceria para o Campeonato Brasileiro de Futebol.

Muita gente acha que os clubes vão de fato pedir dinheiro ao governo, mas não vejo assim. Os clubes de futebol têm uma mídia muito grande e o futebol em si é uma fonte geradora de milhares de empregos.

Com as arrecadações pequenas nos jogos e sem nenhuma ajuda da iniciativa privada que não apóia o futebol maranhense, com raras excessões, a única saída para os clubes é bater na porta do poder público, mas esse caminho está cada vez mais complicado mediante ao cenário atual de crise.

Após ser dado como certo que o governo não provaria o projeto dos clubes pela Lei de Incentivo, o assunto voltou a ser tratado entre os clubes e o secretário de Desporto e Lazer (Sedel), Márcio Jardim.

Os clubes alegam que foi apresentado um valor menor do que estimavam e que desde o início da competição já vem divulgando a marca do Governo do Maranhão nos uniformes.

Em contato com o secretário Márcio Jardim, ele disse que não existe valor menor, mas proporcional ao número de jogos. “O projeto propunha x valor para a quantidade de jogos. Nós faremos correspondente ao returno”, adiantou. Ele acrescentou que nesta sexta-feira deve começar a liberar os certificados.

O valor do Moto Club seria de R$ 250 mil e do MAC R$ 150. O Sampaio não apresentou projeto à Sedel.

Vale destacar também, que a Sedel não vem recolhendo dos clubes um centavo sequer ao Fundo estadual do Esporte dos custos do Castelão.

Além disso, os clubes recolhem com o aluguel dos pontos de bares e lanchonetes no estado. Isso também é uma ajuda aos clubes e que não tem sido divulgado por ninguém, nem mesmo pela Sedel.

Diga-se de passagem tudo isso era liberado também na gestão do ex-secretário Joaquim Haickel, no governo Roseana como forma de ajudar os clubes.

Mas por outro lado é importante destacar a situação das equipes, que mesmo diante de tanta dificuldade ainda foram ao mercado e buscaram reforços essa semana para tentar quem sabe o acesso que será importante para levar o nome do Maranhão cada vez mais longe.

Com informações do Blog de Zeca Soares

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Instituto Jovens do Amanhã realiza ação social na Vila Maracujá

O Instituto Cultural Jovens do Amanhã realiza Ação Social na Vila Maracujá

O Instituto Cultural Jovens do Amanhã, realiza amanhã (15), mais uma importante Ação Social, desta vez a comunidade beneficiada será a Vila Maracujá, na zona rural de São Luís. Desta vez a ação será na Associação de Moradores da comunidade e vai oferecer gratuitamente diversos serviços médicos e jurídicos.

Haverá também a parte de recreação e lanches para a garotada da comunidade.

A ação social terá como tema: “Fazer o bem sem olhar a quem”, terá também palestras com Conselheiros Tutelares da Criança e Adolescência.

A ação terá início às 8:30 e se estenderá até as 13h.

Na programação, serão ofertados à população uma série de atendimentos, entre eles, consultas com especialistas de psicólogos, nutricionistas, aferição de pressão arterial e teste de diabetes, pesagem e medições.

De acordo com o organizador da Ação Social, disse que o instituto vem desenvolvendo ações em todo o estado, e o local vai de acordo com as demandas e as necessidades dos moradores. O instituto vai até às comunidades onde o poder público não chega e o objetivo é tentar suprir estas necessidades com esporte, educação, saúde e lazer.

“Tentamos chegar onde o poder público tem sido ausente, e nosso objetivo é alcançar as pessoas que realmente necessitam de ações como esta”, finalizou Paulo Ricardo, presidente do instituto.

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Atenção Ministério Público!!! Corrupção desenfreada na ‘Lei de Incentivo” no governo Flávio Dino

Projetos capitaneados pelas leis de incentivos à Cultura e ao Esporte, são os maiores desvios de dinheiro público e de finalidades no governo Flávio Dino (PC do B)

Fundações, Institutos e Empresas fantasamas se revesam no recebimento do dinheiro que serviria para ser empregado, por meio de renúncia fiscal do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), a partir do faturamento da empresa patrocinadora. Ocorre que no Maranhão, a lei perdeu a finalidade, há comprovações que o dinheiro serviu para pagar empresas de comunicações como foram os casos escandalosos da TV Difusora e TV Guará que o governo Flávio Dino aprovou projeto de incentivo ao Campeonato Maranhense, nos anos de 2016 e 2017.

No governo comunista, a LEI Nº 9.436, de 15 de Agosto de 2011, que dispõe sobre a concessão de incentivo fiscal (Remissão) para contribuinte de ICMS que financiar projeto esportivo é utilizada pelo próprio governo do estado para realizar obras que deveriam ser bancadas com recursos próprios.

O caso declarado foi a reforma da Quadra Poliesportiva do bairro da Liberdade, em que o governador Flávio Dino utilizou o dinheiro da Companhia Energética do Maranhão – CEMAR, para custear a obra.  O mesmo ocorreu na reforma da Quadra da Escola Cintra, no bairro do Anil, que foi realizada com o dinheiro de remissão fiscal do Grupo Mateus. O Blog está levantando mais casos absurdos utilizados com a “lei do esporte” praticados pelo governo do estado e encaminhará ao Ministério Público do Maranhão.

O Blog levantou também, documentos e dados relativos à cultura, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, que é um instrumento de fomento e difusão da produção cultural no Estado, instituído por meio da Lei 9.437, de 15 de agosto de 2011. A Lei Estadual de Incentivo à Cultura funciona nos mesmos moldes da Lei Federal, também conhecida por Lei Rouanet, que permite que empresas e cidadãos possam investir em cultura.

Ocorre que o governador do Maranhão está realizando obras públicas com o dinheiro que era para ser investido em projetos de difusão cultural em todo o estado. Era para ser mais ou menos assim, com o Certificado em mãos, o produtor cultural ou a instituição que entrou com o projeto ganha o direito de captar recursos junto às empresas patrocinadoras. As empresas, por sua vez, recebem o benefício fiscal sobre o valor do incentivo.

Há provas irrefutáveis que o próprio governo, por meio de uma “instituição” utiliza estes recursos para fazer obras, foi assim nas reformas do Convento das Mercês; Centro de Criatividade Odylo Costa Filho; Casa de Cultura Josué Montello e muitas outras “reformas” que estão sendo fabricadas na gestão do comunista. Como mostram as imagens extraídas do próprio site do governo do estado na entrega das obras. 

A Lei de Incentivo à Cultura é bem clara em seu objetivo, onde diz que a “concessão do benefício destina-se a os projetos que visem à democratização do acesso, divulgação e preservação da memória cultural, bem como ao desenvolvimento de atividades artísticas destinadas a cultura”.

Campeonato Maranhense de Futebol – Federação Maranhense de Futebol – Instituto Maranhense de Futebol 

Apenas com o estadual, já foram gastos cerca de R$ 4 milhões – Dinheiro foi parar nas contas do Instituto Maranhense de Futebol – IMF, parte do dinheiro irrigou as TV’s Guará e Difusora, empresas estas de comunicação que são co-irmãs do governo Flávio Dino.

Este Blog trouxe com exclusividade, a documentação do IMF, que foi criado pelo próprio presidente da Federação Maranhense de Futebol, onde o próprio figura como presidente do instituto que tem como único propósito receber o dinheiro da lei de incentivo ao esporte.

Fraude na Isenção Fiscal

O Blog recebeu a documentação de um produtor cultural que não quer ser identificado, afirmando que empresas de grandes portes, por meio de agenciadores estão captando produtores com certificados para realizar fraude com a remissão de créditos fiscais.

Os documentos demonstram claramente o indício de fraude, o “modus operandi” seria assim: uma associação, um instituto apresenta um projeto de cunho cultural, à Secretaria de Estado da Cultura e Turismo, para ser aprovado por uma banca da Lei de Incentivo à Cultura, e após ser avalizado, recebe um certificado de mérito cultural com o valor que pode ser captado, e negocia por um preço menor do que o permitido, ou seja, se o instituto tem certificado de R$ 400 mil, o empresário paga a metade e obtém o crédito / remissão fiscal do valor inteiro.

Em tempo: O incentivo fiscal vai o contribuinte do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias – ICMS, com estabelecimento credenciado pela Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ, que apoiar financeiramente projetos culturais e esportivos.

E mais: Indiciado na Operação Lava Jato, o governador do Maranhão é alvo também de várias denúncias de corrupção em seu governo, foi assim com as propinas aos indígenas; aluguéis camaradas; escândalo com fundações na Saúde e muitos outros aindo por vir.

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No tapetão!!! Sampaio Corrêa é campeão do 2º turno do Maranhense

Depois de conquistar o direito de jogar a final em uma longa disputa judicial, Sampaio Corrêa venceu o Cordino e sagrou-se “campeão” do 2º turno do Campeonato Maranhense

Depois de vencer uma longa batalha judicial contra o Moto Club pela vantagem na semifinal do segundo turno do Campeonato Maranhense, o Sampaio Corrêa disputou, na noite desta quarta-feira (7), no Estádio Castelão, a segunda partida da final contra o Cordino, após empate por 1 a 1 no jogo de ida, disputado em Barra do Corda. Precisando da vitória, não só para garantir o troféu do returno, mas também o calendário cheio em 2018, o Sampaio aproveitou o fator casa, bateu o Cordino por 4 a 1 e confirmou o título.

Cansado Cordino

Desgaste físico atrapalhou o Cordino, afirmou o técnico Marlon Cutrim

Em entrevista à rádio Mirante AM, o técnico Marlon Cutrim criticou a batalha judicial entre Sampaio Corrêa e Moto Club, que paralisou o Campeonato Maranhense, e lamentou o cansaço do elenco do Cordino, que teve pouco tempo de descanso depois da derrota para o Tocantins, no domingo (4), pela Série D – Todo o percurso foi feito de ônibus.

“Fico triste com a falta de compreensão com a nossa equipe. Pegamos uma viagem desgastante, o desgaste físico foi muito grande. Agora a gente tem que trabalhar, temos um jogo decisivo pelo Brasileiro e vamos encarar o Sampaio na próxima quinta-feira”, disse o treinador do Cordino.

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Após 7 anos, Umes retoma atividades com novos projetos

Eleita em congresso realizado no último sábado (20), para um mandato de dois anos, nova diretoria da entidade anunciou projetos

Presidente Marcelo Matos, ladeado pela Vice, Athalita Fernanda e o Secretário Geral Marlyson Marcone

Depois de passar cerca de sete anos desativada, a Umes, antiga entidade que representa os estudantes de São Luís, está voltando com as suas atividades. Na manhã/tarde de sábado, dia 20, foi feita a eleição para a escolha da nova diretoria, cuja gestão será de dois anos (2017-2019). Com a reativação, ela passará a se chamar União Municipal dos Estudantes, mas a sigla – Umes – continuará a mesma. Anteriormente, ela se chamava União Municipal dos Estudantes Secundaristas, e esse último nome foi retirado porque a entidade também passará a representar a classe universitária da capital maranhense.

Entidade lutará por passagem gratuita para a rede pública

Projetos A escolha da nova diretoria da entidade aconteceu durante um evento realizado no Parque Folclórico da Vila Palmeira. Uma das primeiras atividades será a reativação da sede, localizada hoje na Rua Jansen Muller, no Centro da cidade. “São Luís é carente de movimentos estudantis. Vamos novamente levantar a história da Umes com os trabalhos em prol dos estudantes”, destacou Marcelo Matos, que foi eleito o presidente das entidade para os próximos dois anos.

O dirigente anunciou que a Umes, nessa nova fase, lutará para garantir o direito à passagem gratuita nos ônibus do sistema de transporte coletivo da capital para os estudantes da rede pública. Ainda segundo ele, a entidade vai trabalhar também para que o percentual de ingressos de meia-entrada destinados para estudantes em eventos da cidade seja estendido de 30% para 50%. “Vamos também fazer blitz em eventos para garantir que a meia-entrada seja vendida no dia desse evento”, frisou o atual presidente da Umes. Outro projeto a ser desenvolvido pela entidade será o “Sangue Bom”, que visa estimular os estudantes a fazerem doações de sangue.

FIQUE POR DENTRO

Representação expressiva

A Umes representa hoje cerca de 600 mil estudantes. Ao mesmo tempo que trabalha em prol dos direitos estudantis, ela já esteve envolvida em polêmicas. A entidade foi fundada no dia 1º de setembro de 1990. No dia 6 de março de 2003, o então prefeito de São Luís, Tadeu Palácio, por meio da Lei Municipal nº 4.151, considerou a união dos estudantes como sendo uma instituição de utilidade pública.

Reestruturação da Sede Administrativa

A sede administrativa da Umes, situada na rua Jansen Muller, 101, será amplamente reformada e contará com atendimento à classe estudantil, tão logo se finalize as obras. A sede estava ocupada por moradores de rua e a nova gestão encontrou uma forma amistosa na retomada do imóvel.

A ideia da nova direção é transformar a sede também num ponto de arte e cultura como patrimônio de São Luís, com um acervo de histórias áudio-visual de lutas efetivas e de vanguarda do movimento estudantil maranhense. 

Com informações de O Estado

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