Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Weverton e mais cinco deputados maranhenses querem barrar a Lava jato

Weverton Rocha (PDT), Cléber Verde (PRB), Hildo Rocha (MDB), João Marcelo (MDB), Victor Mendes (MDB) e Zé Carlos (PT), querem barrar a Lava Jato

Um dos autores do requerimento para criar a CPI da Lava Jato é o candidato ao Senado do governador do Maranhão, Weverton Rocha (PDT). O parlamentar era alvo de processos no STF, mas agora, com a decisão da suprema corte, estão na Justiça Federal do DF. A Operação Lava Jato desbarata o maior esquema de corrupção do país e está ameaçada.

Acompanharam a assinatura do requerimento de CPI contra a operação, os deputados maranhenses Cléber Verde (PRB), Hildo Rocha (MDB), João Marcelo (MDB), Victor Mendes (MDB) e Zé Carlos (PT).

No total, o requerimento já possui 190 assinaturas de deputados de todo o país.

Contraponto

Um grupo de deputados se reuniu agora há pouco e foi até o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), pedir a anulação do requerimento. A reunião acaba de ser marcada para as 15 h.

A pauta: eles alegam que os líderes não explicaram o objetivo da comissão e acusam os autores do pedido de alterarem o cabeçalho do requerimento após as assinaturas (veja AQUI a lista dos 190 parlamentares que assinaram).

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Governo comunista do Maranhão tenta amordaçar a imprensa livre

Governo Flávio Dino (PC do B), tenta a todo custo censurar o direito à Liberdade de Imprensa contra o jornal O Estado

Entidades de defesa da Liberdade de Imprensa já estão de posse dos documentos que mostram a perseguição do governo comunista a O Estado. A Associação Nacional de Jornais – ANJ, Associação Brasileira de Imprensa – ABI e a Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, atuam em defesa e na luta aberta, contra a censura. O próprio Supremo Tribunal Federal – STF, na pessoa de sua presidente Cármen Lúcia, já deu amplas declarações em favor da liberdade da imprensa.

Mesmo com tudo isso, o governo Flávio Dino insiste em tentar macular a imagem do maior jornal impresso do Maranhão, com reiteiradas ações judiciais, numa clara tentativa de intimidação, como já faz com Blogs, jornalistas livres e, até mesmo os internautas, quem denunciam os inúmeros casos de corrupção do governo comunista.

No total, contra O Estado já somam 18 processos judicias, pelo simples fato de o jornal denunciar repetidos escândalos de corrupção na gestão Flávio Dino. Os principais casos denunciados são com recursos da Saúde.

Seria cômico se não fosse trágico, que o governador do Maranhão usa ilegalmente a estrutura do próprio Executivo Estadual, como a Procuradoria Geral do Estado, para perseguir veículos de comunicação que denunciam os inúmeros escândalos.

O governo comunista do Maranhão mostra assim seu AUTORITARISMO e sua TIRANIA contra a LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

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Em apenas 5 meses, governo Flávio Dino já torrou mais de R$ 13 milhões com Propaganda

Juntas, Mallmann, Eurofort, Informe e Clara Comunicação já consumiram R$ 13 milhões dos cofres públicos; governo investe pesado em propaganda do que não foi feito

O cara da propaganda

Desde o começo da gestão, o governador Flávio Dino (PC do B), tem investido pesado em propaganda, e haja dinheiro do contribuinte para custear o pagamento das empresas de publicidade. Apenas em 5 meses deste último ano de gestão comunista, já foram consumidos mais de R$ 13 milhões com propaganda.

O interessante é que passados quase 4 anos anos para o final da gestão pífia de Flávio Dino, a população maranhense não viu uma obra relevante que pudesse mudar a realidade dos maranhenses. Sem obras estruturantes, sem obras, sem nada, o que se pode observar é que se o governo comunista tivesse investido todo este dinheiro gasto com propagandas enganosas, daria por exemplo para terminar a Ponte sobre o Rio Pericumã, como já foi denunciada aqui, reveja.

Pericumã: Governo Flávio Dino engana maranhenses com ponte que custaria R$ 70 milhões

O dinheiro gasto com propagandas daria para terminar, enfim, a reforma da Barragem do Bacanga, que iniciou desde o começo da gestão e já ultrapassou a casa dos R$ 10 milhões, também denunciado aqui neste Blog, reveja.

Absurdo! Governo Flávio Dino gasta mais meio milhão via CAEMA na Barragem do Bacanga

Ou ainda, daria para reformar de verdade, como estava no projeto, a Beira Rio em Imperatriz, e muitas outras obras de verdade que só funcionam na propaganda do governo, na realidade, a vida dos maranhenses piorou, sem obras, sem empregos e com os maiores impostos do Brasil.

É lamentável sobre todos os aspectos, o fim da gestão que veio para mudar o Maranhão.

Veja abaixo, os valores em R$ – Empenhado, Liquidado e Pago

CNPJ: 02.876.884/0001-78     CLARA COMUNICACÃO EMPRESARIAL   EMPENHO: R$ 8.208.100,00 LIQUIDADO R$ 7.970.301,63 PAGO R$  6.852.638,44

CNPJ: 04.269.852/0001-30 COMUNIQUE ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA      EMPENHO: R$ 86.220,43            18.499,98               PAGO: R$ 18.499,98

CNPJ: 03.922.966/0002-55    EUROFORT COMUNICACAO LTDA            EMPENHO: 1.526.000,00      1.373.241,91      PAGO: 1.346.810,06

CNPJ: 26.428.219/0001-80 INFORME COMUNICACAO INTEGRADA SS LTDA

EMPENHO: 1.854.308,00      1.843.526,18       PAGO: R$ 1.843.526,18

CNPJ: 06.172.384/0001-06 VIACOM NEXT GENERATION COMUNICACAO

EMPENHO:  R$ 567.413,25          35.480,63           PAGO:  R$ 7.526,11

No total, já forma pagos R$ 13 MILHÕES 148 MIL e se já não bastasse, o governo contratou este mês mais uma empresa de comunicação, agora para mandar mensagem de Whatsapp aos maranhenses – perdeu a noção do ridículo e do desperdício do dinheiro público.

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Jornal da Globo: Delator afirma que fazia pagamentos mensais ao PDT de Carlos Lupi

Trechos da delação premiada de Carlos Miranda, ex-assessor do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016, apresentados ontem pelo Jornal Nacional, revelaram que em 2012, o auxiliar recebeu a ordem de repassar R$ 100 mil/mês ao PDT

Em delação premiada, Carlos Miranda afirma que pagava para uma pessoa de nome Senhor Loureiro, que seria tesoureiro do PDT, que as entregas eram feitas na sede do partido pelos funcionários do doleiro Renato Chebar e que os pagamentos foram feitos de 2012 até março de 2014. Carlos Lupi e o PDT declararam que nunca tiveram nenhum tipo de relação com o delator e que jamais receberam qualquer tipo de vantagem.

Trechos da delação premiada de Carlos Miranda, ex-assessor do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016, apresentados ontem pelo Jornal Nacional, revelaram que em 2012, o auxiliar recebeu a ordem de Wilson Carlos, então secretário de Governo na gestão de Cabral, para fazer pagamentos mensais de R$ 100 mil ao PDT, para Carlos Lupi, que preside o PDT nacional desde 2004. Carlos Miranda é apontado como “operador financeiro”, “gerente da propina” e “homem da mala”.

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Empresário dono da Rey do Vidro, doou R$ 55 mil para a campanha de Flávio Dino

Funcionário Público, Aldo Oberdan acusou empresários de terem lavado dinheiro com sua empresa e que sofreu ameaça por parte de Igor Mesquita, do Rey do Vidro

Empresário Igor Mesquita teria ameaçado Aldo Oberdan

O empresário Aldo Oberdan relatou em depoimento que teria sido ameaçado por um empresário, segundo ele, seria Igor Mesquita, dono da loja Rey dos Vidros, situada na Camboa. Empresa também participou de doações da campanha de Flávio Dino (PC do B).

Aldo Oberdan acusa Carlos Alberto Miranda e Igor Mesquita de terem usado sua empresa a Aldoimagem para lavar dinheiro na campanha do então candidato ao governo do Maranhão, em 2014, Flávio Dino.

O Blog fez uma busca e encontrou que a empresa Rey do Vidro LTDA, CNPJ: 69.577.21/0001-98 doou R$ 25.825,00 (Vinte e cinco mil, oitocentos e vinte e cinco reais), ao Comitê Financeiro do candidato Flávio Dino e mais R$ 30.000,00 (Trinta mil reais), ao Comitê Financeiro do PC do B, no total, foram mais de R$ 55 mil em doações, como mostra abaixo, o infográfico.

O empresário Igor Mesquita, figura como amigo em comum com os membros do PC do B, Márcio Jerry e Ednaldo Neves, e também com o vereador Marcelo Poeta, também do mesmo partido.

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Não tem como se esconder…

As datas de envios do dinheiro coincidem com as suspeitas envolvendo o partido de Flávio Dino e as empresas investigadas na operação Lava Jato

“encontrei uma vez Márcio Jerry, dentro do banco, eu cobrei dele. Aí ele disse ‘não rapaz não posso falar disso aqui, tem câmera e tudo, vai no partido’,

O PCdoB, o governo Flávio Dino e os seus aliados têm tentado minimizar os efeitos da denúncia segundo a qual o partido lavou dinheiro na campanha eleitoral ele 2014. Mas a cada explicação – ou tentativa de – os comunistas se enrolam cada vez mais em uma teia que levanta suspeitas gravíssimas de ilegalidade pura e simples para eleger Flávio Dino governador.

O partido admite ter uma dívida, de cerca de R$ 800 mil, com a empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro-ME. Mas não consegue explicar para onde foram esses R$ 800 mil, já que os R$ 1,3 milhão entraram e saíram da conta do partido no mesmo dia. E se não pousaram na conta da empresa, para algum outro lugar foi desviado.

Outro problema envolve as notas fiscais da Aldo Oberdan Montenegro. Os documentos comprovam o recebimento do dinheiro total – e não apenas parte, como alega o PCdoB. É bem nesse ponto que se levantam as suspeitas de lavagem de dinheiro, uma vez que o dinheiro saiu da conta do PCdoB.

A empresa – que neste período estava sob administração de um terceiro, ligado ao próprio partido, e não do seu titular – emitiu a nota dando conta do recebimento, mas apenas parte do recurso chegou, efetivamente, na conta.

O curioso, e ainda mais complicado para os comunistas é que as datas coincidem com as suspeitas envolvendo o partido de Flávio Dino e as empresas investigadas na operação Lava Jato. Foi nessa época, segundo delatores, que foram repassados recursos para o PCdoB, e para o próprio Dino, segundo relatos nunca investigados pelo Ministério Público Federal.

O PCdoB, portanto, pode dizer o que quiser – e tem mostrado em suas notas que não tem muito o que dizer -, mas não conseguirá escapar, pelo menos, de ter de se explicar à Justiça Eleitoral e à Justiça Federal. E se a explicação continuar nesses termos, terá problemas sérios a resolver no futuro.

Ameaça – O empresário Aldo Oberdan Montenegro, que denunciou o uso de sua empresa para suposta lavagem de dinheiro do PCdoB, diz ter sofrido ameaça de morte dos comunistas.

– Falei com o presidente do partido na época, o nome dele hoje não me lembro mais. Ele virou para mim e disse assim, se eu não tinha medo de morrer. Eu disse: “Mas eu não fiz nada de errado, meu irmão” – contou o empresário.

A ameaça de morte também consta na denúncia que o empresário prestou e que faz parte da Representação encaminhada à Procuradoria-Geral da República.

Repercussão – A suspeita de lavagem de dinheiro na campanha do PCdoB deve ser um dos temas de hoje, no plenário da Assembleia Legislativa.

Deputados de oposição pretendem trazer novas denúncias e novas provas de que os comunistas teriam movimentado recursos de forma irregular na campanha de 2014.

O assunto deve render durante todas as sessões desta semana.

Com informações da Coluna Estado Maior

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Ministro do STF envia inquérito contra Weverton à justiça do DF

O ministro do STF, Edson Fachin determinou que o inquérito contra o deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA), por peculato seja enviado a uma das Varas Criminais Federais do Distrito Federal

Weverton Rocha

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou que o inquérito contra o deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA) por peculato seja enviado a uma das Varas Criminais Federais do Distrito Federal. A decisão foi tomada a partir do entendimento do Supremo sobre a restrição do foro privilegiado para crimes praticados no exercício e em razão da função pública.

O parlamentar, que foi líder do PDT na Câmara, é investigado por liberar pagamentos a ONGs suspeitas de irregularidades no emprego de verbas federais enquanto era assessor especial do Ministério do Trabalho, em 2009. O caso foi enviado ao Supremo após Weverton assumir o mandato de deputado federal em 2012.

“No caso em tela, como visto, apuram-se fatos atribuídos ao atual Deputado Federal Weverton Rocha Marques de Sousa, supostamente praticados à época em que exercia o cargo de Assessor Especial do Ministério do Trabalho e Emprego, cenário no qual não se enquadram os requisitos de fixação da competência deste Supremo Tribunal Federal para processo e julgamento de parlamentares. Tal circunstância evidencia a inexistência de motivo apto a justificar o prosseguimento desta causa penal no âmbito restrito desta jurisdição especial”, declarou o ministro em sua decisão.

Weverton Rocha é o pré-candidato do governador Flávio Dino  ao Senado pelo estado do Maranhão nas eleições deste ano.

Fonte e informações: Diário do Poder de Brasília

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