Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Allianz dá dicas para evitar roubos e furtos durante a estadia em casa de veraneio

Allianz dá dicas para evitar roubos e furtos durante a estadia em casa de veraneio; Na casa de praia ou campo é necessário tomar alguns cuidados para aproveitar as férias

O número de roubos e furtos em casas de veraneio aumenta cerca de 10% durante o verão, aponta o diretor executivo de Sinistros da Allianz Seguros, Laur Diuri.

Com base nos sinistros mais comuns, no litoral ou no campo, a seguradora elaborou uma série de dicas que auxiliam o segurado a evitar roubos e furtos durante a viagem.

MÉTODOS DOS LADRÕES

  • Os assaltantes costumam utilizar mulheres e crianças para observar os moradores, em especial, os turistas em suas casas. Para disfarçar, esses “olheiros” geralmente pedem alguma coisa para o morador e vão embora. Eles transmitem tudo o que observaram para os ladrões, como o número de pessoas, o modelo do veículo, se a família mantém o portão aberto e se tem o costume de conversar na calçada.
  • Os furtos geralmente são praticados por assaltantes de bicicletas, motos ou a pé, sempre acompanhados.
  • Nos assaltos a residências, durante o dia ou à noite, os ladrões armados costumam surpreender os turistas na chegada ou saída da residência. Em seguida, após recolherem os pertences de maior valor, utilizam o veículo da família para fuga.
  • Preferem furtar ou roubar eletrodomésticos, armas, vídeo games, dinheiro e celulares.

AO CHEGAR DE VIAGEM

  • Nunca tire seus pertences na rua. Procure descarregar o veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam o que você trouxe.
  • Não deixe objetos (bolsas, sacolas, óculos, celular) sobre os bancos.
  • Se possível, mantenha o alarme sempre acionado.
  • Não deixe o carro e vidros abertos, mesmo que o afastamento seja por pouco tempo e de pequena distância.

NA CASA DE VERANEIO

  • Não deixe portões abertos e objetos (bicicleta, brinquedos e bolsas) em locais de fácil acesso.
  • Evite ficar conversando na porta, mesmo que esteja em grupo.
  • Se possível, quando for à praia ou se ausentar da casa de campo ou de praia, deixe alguém na residência ou comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular.
  • Evite deixar que as janelas da casa sejam “vitrine” para os objetos de valor no interior da casa.
  • Não deixe joias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.
  • Ao chegar na residência, tenha atenção e entre rapidamente. Caso haja algum suspeito, não entre. Dê algumas voltas e ligue para a Policia Militar no telefone 190.
  • Feche bem as portas e janelas, mesmo que tenha que sair por pouco tempo. Se for possível, reforce as portas com fechaduras auxiliares.
  • Mantenha uma luz externa ligada durante a noite. Se notar a presença de pessoas suspeitas, ligue imediatamente para o telefone 190.
  • Lembre-se de que os “ladrões de ocasião” optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança.
  • Em hipótese alguma reaja a um assalto.

Sobre a Allianz Seguros

No País há mais de 110 anos, a Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial e está presente em todo o território nacional por meio de suas 63 filiais.

A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa, com presença em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.

A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apoia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).

 Informações à imprensa

Virta Comunicação Corporativa

WeWork apresenta números globais e aposta no Brasil como “mercado” da América Latina

Em 2017, maior empresa de espaços de trabalho compartilhado do mundo dobrou a quantidade de membros em 20 países

We Work, Rio de Janeiro Foto: Selmy Yassuda

A WeWork, maior empresa de escritórios compartilhados no mundo, apresenta em 2017 o maior crescimento em seus sete anos de história. Foram 90 novas unidades inauguradas, chegando a mais de 200 endereços em 20 países, 30 mil empresas e 175 mil membros globalmente. Só no Brasil, a empresa chegou em julho, em São Paulo, e finaliza o ano com cinco unidades: quatro na capital Paulista e uma no Centro do Rio de Janeiro. Ainda no primeiro trimestre de 2018, pelo menos mais uma unidade carioca e uma paulista serão inauguradas, chegando a sete endereços em menos de um ano no país.

“Encerramos este ano muito felizes com os resultados que conquistamos aqui no Brasil nestes primeiros seis meses de operação. Nossa comunidade cresce mais a cada dia e ver as histórias de sucesso incríveis e as conexões geradas entre os membros é o que nos dá combustível para seguir em frente e buscar oferecer uma experiência cada vez melhor. Em 2018 queremos continuar contribuindo para aplicar aqui a missão global da empresa, que é transformar a maneira como as pessoas encaram o trabalho”, afirma Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

A operação da empresa no Brasil tem superado expectativas em todos os aspectos. Todos os prédios inaugurados até o momento foram abertos com 100% de ocupação – e o ritmo de expansão leva a crer que não será diferente daqui para frente. Além disso, o Brasil já é destaque globalmente em um indicador interno de interação entre membros, medido a partir do seu engajamento no aplicativo da empresa, e ocupa a primeira posição entre todos os prédios do mundo. No Brasil, fazem parte da comunidade empresas como Facebook, Keyrus, Groupon, MasterTech, EDP e Tozzini Freire Advogados.

Além das novas unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, a WeWork já tem prevista a expansão da sua área de atuação para outras cidades, e Belo Horizonte será o próximo destino. O número de funcionários também tem acompanhado a rápida expansão: o time local da empresa já ultrapassou os 80 colaboradores. Globalmente, esse número passou de quase dois mil funcionários no começo de 2017 e finaliza o ano em mais de quatro mil, em proporção igual entre homens e mulheres.

WeWork no mundo em 2017

Em 2017, a WeWork inaugurou 90 unidades ao redor do mundo, em cidades como Detroit, Toronto, Buenos Aires, Bogotá, Pequim, Mumbai, Melbourne, Paris, Frankfurt e Haifa. Para 2018, já estão anunciadas Barcelona e Madrid (Espanha), Munique (Alemanha), Lima (Perú), Tóquio (Japão), Dublin (Irlanda), Raleigh (Estados Unidos) e Deli (Índia). Com todas as novas unidades, a WeWork também expandiu sua comunidade, que já chega 175 mil membros. Todos estão conectados pelo aplicativo da empresa, que possibilita que negócios possam ser gerados em qualquer lugar do mundo pelos membros da empresa.

Cabe destaque também à presença cada vez maior de grandes companhias (empresas com mais de 1.000 funcionários) em prédios WeWork pelo mundo. Com um crescimento de 370% em relação ao ano anterior, esse produto já representa 30% das vendas mensais e 25% de participação no negócio da empresa. Algumas empresas que representam esse modelo globalmente são Dell, Facebook, Mastercard, Microsoft, Pinterest, Red Bull, Samsung, Starbucks e Spotify.

Sobre a a WeWork

A WeWork é uma rede global de espaços de trabalho presente em 64 cidades e 20 países, co-fundada em Nova York por Adam Neumann e Miguel McKelvey em 2010. Nossa comunidade já conta com mais de 175 mil membros globalmente – desde empreendedores, freelancers, artistas e pequenos negócios até grandes corporações. Presente no Brasil desde julho de 2017, a empresa conta com prédios em São Paulo e Rio de Janeiro.

Assessoria de imprensa WeWork – Textual Comunicação

Juliana Pezzoni – Atendimento – (11) 96454-5335

Cadê o dinheiro??? Governo Flávio Dino consegue “rolar” dívidas com o BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), renegociou cerca de R$ 1 bilhão da dívida do Maranhão; com isso, o estado ganhou uma prorrogação de 10 anos nos pagamentos, incluindo um prazo de carência de 4 anos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), conseguiu renegociar cerca de R$ 1 bilhão da dívida do Estado do Maranhão, ainda com base na Lei Complementar nº 156 de 28 de dezembro de 2016 – que estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal, incluindo as dívidas dos entes federativos com o BNDES. Com a renegociação, o estado do Maranhão ganhou uma prorrogação de 10 anos nos pagamentos, incluindo um prazo de carência de 4 anos.

A dívida renegociada pelo governo Dino, corresponde aos empréstimos que o executivo tem com o banco, para inclusive, jogar borra de asfalto em vários municípios maranhenses, o dinheiro foi aprovado pelo governo passado para garantir infraestrutrura, por meio do Programa Viva Maranhão, da ordem de R$ 2,8 bilhões.

Além do Maranhão, o governo Temer concedeu a renegociação das dívidas para outros 13 estados, totalizando em R$ 9 bilhões.

Em tempo: esta dinheirama que o estado do Maranhão usa para colocar asfalto eleitoreiro nos municípios, restará a dívida para outros governos. 

E mais: bem que o governo Flávio Dino poderia abater a dívida com o dinheiro gastos com propaganda.

Pra fechar: ao longo da gestão comunista (4 anos), serão gastos mais da metade deste valor, apenas com propaganda.

Flávio Dino ‘encarna’ Pilatos, na disputa pelo Senado

O “Trilema Comunista”  


* Por Abdon Marinho.

EMBORA o termo seja pouco usual, trilema é uma situação embaraçosa da qual só se pode sair pela opção de uma de três opções, todas difíceis. Trilema é assim uma espécie de dilema de três.
O governador Flávio Dino tem um trilema nas mãos que é compatibilizar na vaga que resta de pré-candidato ao Senado na sua chapa o interesse de três postulantes. Só tem vaga para um. Como não se desgastar além do necessário com os outros dois?
Claro que poderia ampliar ainda mais o problema se trouxesse um nome de fora do espectro político deixando os três deputados-postulantes à ver navios. Mas isso é algo que, parece, não fará.
Em recente entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno, mais precisamente no último dia do ano, que diga-se, está cheia de assuntos – no momento só me deterei na questão da segunda vaga ao Senado –, sua excelência, instado a manifestar-se sobre o preenchimento da vaga restante, respondeu como se nada tivesse com a questão.
Inicialmente, teceu loas aos três postulantes, mas, em seguida, tal qual, Pilatos, lavou mãos. Sugeriu-lhes que seguissem os passos do primeiro ungido, o deputado Weverton Rocha, e se viabilizassem.
Na narrativa do governador, não lhe cabe “trair suas convicções” e aparecer indicando um candidato. Este, ainda segundo ele, deve ter o apoio daqueles que o apoiam, para, assim, como fez com o primeiro escolhido, apenas o referende.
Agir de forma diversa, na sua opinião, seria uma espécie de coronelismo que já não cabe na política maranhense. Encerrou a questão.
Seria muito bom se a política fosse essa ciência cartesiana que quer fazer crer o governador. Embora a solução apresentada – e a que vai lhe nortear a escolha –, parecer perfeita, pois os dois postulantes preteridos devem, na sua visão, colocar o insucesso, na sua própria falta de articulação, talvez não seja tão fácil.
A guerra de uma escolha dessas não funciona como uma assembleia de estudantes, em que se levam as propostas para serem votadas “na hora”, sem qualquer articulação prévia. Não é assim. Tantos os pré-candidatos, quanto os demais agentes políticos, sabem para que lado “pende” o interesse do governo e, até mesmo, como funciona o chamado “fogo amigo” nestas horas.
A situação torna-se um pouco mais dramática quando os postulantes têm como certo possuírem “crédito” junto ao governador.
Esse “crédito”, que na entrevista, o governador não reconheceu, é algo mais um menos público.
A exceção da deputada Eliziane Gama, que não sabemos o nível de “acerto” feito, os outros dois, até já o disseram publicamente, possuem uma fatura a apresentar.
O primeiro, o deputado José Reinaldo Tavares, a quem o governador colocou na fatura apenas um débito de “carinho especial”, assim mesmo por ser ex-governador do estado. Sabemos que não é só isso.
O ex-governador José Reinaldo é credor da própria carreira política do hoje governador. Conforme é fato público e notório.
Foi ele, Zé Reinaldo, que ousou apostar no projeto de renovar a política maranhense trazendo, com o poder de governador que tinha, alguém da magistratura para fazê-lo deputado, já no projeto de fazê-lo governador nos pleitos seguintes.
Neste propósito, não mediu esforços. Como não possuía convicções a “trair”, queria mesmo era elegê-lo, chamou um grupo de prefeitos de confiança e lhes deu a missão de conseguir os votos necessários. Como dizem no sertão: determinando que “atirassem sem tomar chegada”.
Não há quem no mundo político ignore que foi no velho “coronelismo” – que o atual inquilino dos Leões jura repudiar –, que conseguiram os votos nos lugares que o então candidato nem sabia existir no Maranhão. Basta pegar o mapa de votação.
Estes fatos são públicos e conhecidos de todos, repito.
Assim, tanto na capital quanto no interior do estado todos sabem que o ex-governador é credor de bem mais que “um carinho todo especial”.
Acredito, por isso mesmo, tratar-se de um monumental equívoco do governador – e seus auxiliares –, ter excluído o deputado José Reinaldo da condição de candidato natural ao Senado da República na sua chapa, depois de tudo que fez por ele próprio e pelo Maranhão.
Todos sabem que sozinho e com prejuízo da própria liberdade, “bancou” o projeto de mudança e foi para o “sacrifico” nas duas eleições seguintes (2010 e 2014).
Ninguém “estranharia” a candidatura “natural” do ex-governador e que o cabeça de chapa, no caso o governador, lhe pagasse os favores que lhe foram feitos a partir de 2006.
Uma regra elementar da política – e mesmo da vida –, é que quem faz um “favor” espera receber o mesmo troca. Pensar diverso é desconhecer as regras do jogo.
Ao agir como “credor da humanidade” e achar-se merecedor de tudo que lhe foi feito “sem dever nada a ninguém”, o governador corre o grave risco de passar por “ingrato” ou, pior, “desleal”, por não ter coragem necessária de enfrentar “a tudo e a todos” e prestar socorro a quem já lhe socorreu.
Infelizmente as lideranças políticas não têm coragem de expor esta situação ao governador, mas é este o sentimento corrente de norte a sul do estado, são prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, ex-vereadores e mesmo simples lideranças, todos se ressentindo do tratamento que está sendo dado ao ex-governador.
O segundo postulante a vaga de pré-candidato na chapa oficial – e a quem o governador não dispensou nem o crédito de “carinho especial” –, é o deputado Waldir Maranhão.
Não sei, além do que foi divulgado pela mídia, sobre o nível de “acerto” feito com ele. Mas, assim como José Reinaldo o sacrifício político que fez pelo projeto do governador é patente e visível.
Vejam, o deputado era presidente estadual de um partido que possuía uma das maiores bancadas da Câmara dos Deputados e, por isso mesmo, tornou-se vice-presidente daquela casa.
Comandando o máquina partidária e ocupando os espaços que a política lhe conseguia, ia levando, conseguia reeleger, praticamente, através daquela “estrutura”, ou seja, levava uma vida parlamentar sem maiores sobressaltos.
Tal situação mudou quando – acredita-se para atender um pedido do governador –, resolveu “inventar” a revogação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Teria necessidade de fazer aquela patuscada? Qual a razão para fazer? A quem visou atender?
Aí está a questão. Dizem que “fez o que fez” para atender o governador do Maranhão, cioso de “vender-se” como a liderança que revogou o impeachment, apelidado por ele de “golpe”, por consequência, tornar-se o herdeiro de todo espólio esquerdista para voos mais altos.
O ineditismo da medida, que falecendo de sustentação, acabou sendo revogada pouco depois, trouxe ao deputado o pior tipo de exposição que um político poderia pretender: a exposição pelo ridículo.
Nem falemos dos dissabores que sofreu no plano familiar, ele e os seus. Quase todos os parentes sofreram com a exposição do deputado: filho, irmãos, cunhados e, até mesmo, a esposa, que, segundo comenta-se, estava enferma.
O deputado, que iniciou a carreira política graças a uma vida acadêmica, tendo, inclusive, chegado a reitor da Universidade Estadual do Maranhão, para atender um pedido do governador, segundo dizem – ninguém acredita que foi só porre –, viu-se sob as luzes da ribalta do ridículo nacional, motivo de chacota por onde passava e sendo inspiração para todo tipo de charges, memes e humorísticos.
Chegaram a ponto de lhe sugerir a revogação da Lei da Gravidade.
Em resumo, virou uma piada nacional, ainda hoje lembrada. Não sei se o que lhe deram – ou prometeram –, valeu o preço que pagou, inclusive o de não conseguir a reeleição que tinha quase por certa.
No aspecto prático, perdeu, ainda, o comando do partido que lhe garantia sucessivas eleições e mesmo os espaços que já havia conquistado no parlamento ao longo dos anos.
Apenas para citar um exemplo, uma das Vice-presidências da Câmara acabou “sobrando” para o deputado que assumiu o comando do seu antigo partido no estado, o novel deputado André Fufuca.
Como podemos ver, os fatos desafiam o raciocínio apresentado pelo governador, na entrevista. Melhor seria se tomasse “coragem” e despachasse aqueles que não gozam de sua predileção, para que eles, os preteridos, procurarem seu rumo.
Se serão candidatos a deputados novamente ou se irão se arranjar, com seus projetos, noutras candidaturas.
Não é segredo que é mais fácil um candidato a deputado virar candidato a senador que o oposto. Se demoram muito, não terão onde conseguir os votos proporcionais. Cada dia de indecisão conta.
O tratamento dispensado – e exposto –, pelo governador aos três deputados postulantes à integrar a chapa majoritária só faz sentido se a intenção for “matá-los” politicamente, afinal, mortos não cobram dívidas.
Fora disso, a estratégia adotada de “empurrar com a barriga”, ainda que não se ache devedor de nada – nem dos deveres de amizade (mas já disseram que em política ninguém é amigo) –, acabará por trazer prejuízos irreparáveis para os postulantes à candidatura de senador, que deixarão de se articular para outros cargos, e à candidatura do próprio governador, que responderá pela mágoa dos preteridos.
E, quanto maior acharem que é o crédito, maior será a mágoa. Apenas para lembrar.

* Abdon Marinho é advogado.

Prefeitura de Pinheiro emite nota de pesar pelo falecimento de Humberto Coutinho

Prefeitura de Pinheiro emite Nota de Pesar pelo falecimento do deputado estadual Humberto Coutinho

É com muita tristeza que o prefeito Luciano, em nome da Prefeitura de Pinheiro, recebeu a notícia do falecimento do Deputado Estadual e Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Humberto Coutinho (PDT), na noite desta segunda-feira (1).

“Lamentamos profundamente a perda desse grande homem, médico e político; durante toda sua vida pública Humberto Coutinho sempre foi um exemplo de ética e integridade; oferecemos nossas condolências a sua esposa a Dra. Cleide Coutinho, seus filhos George e Georgia e toda a família enlutada, que Deus possa confortar e fortalecer os seus corações nesse momento tão difícil” .

João Luciano

Prefeito de Pinheiro.

Câmara Municipal de São Luís lamenta morte do deputado Humberto Coutinho

O Presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum, emitiu Nota de Falecimento do deputado estadual Humberto Coutinho

O Presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Astro de Ogum, emitiu Nota de Falecimento do deputado estadual Humberto Coutinho. Ele se solidariza com a família neste momento de dor e comoção e lamentando o falecimento do político, ocorrido hoje (31).

Segue a nota da Câmara Municipal de São Luís

A Mesa Diretora do Poder Legislativo Ludovicense, representada por seu presidente, o vereador Astro de Ogum, externa sua consternação pelo falecimento do deputado estadual Humberto Coutinho, que tomou assento no parlamento maranhense por cinco legislaturas. Aproveita para se solidarizar com seus familiares e amigos.

Astro de Ogum

Presidente da Câmara Municipal de São Luís

São Luís, 31 de dezembro de 2017.

Líder político

Bastante comovido com a notícia do falecimento, o vereador Astro falou da importância da liderança política de Coutinho para o Maranhão. Lembrou ainda a sua formação profissional, um médico a serviço da sociedade, exercendo a medicina, pelo INSS de Caxias, na Casa de Saúde de Maternidade de Caxias, hospital que criou, junto com sua esposa, Cleide Coutinho.

Humberto ingressou-se na política, em 1988, pelo PFL, ao ser eleito vereador de Caxias. Em 1990, foi eleito deputado estadual.

Em 1992 e 2000, candidatou-se duas vezes a prefeito de Caxias, não sendo eleito.

Em 1994, foi reeleito deputado estadual.

Em 2002, foi reeleito deputado estadual.

Em 2004, foi eleito prefeito de Caxias.

Em 2008, foi reeleito prefeito de Caxias.

Em 2014, foi eleito deputado estadual, sendo o mais votado.

Pinheiro: Prefeito Luciano promove reunião para entrega do ‘Minha Casa, Minha Vida’

Residencial Coqueiro: O prefeito Luciano reuniu ontem, contemplados do Programa Minha Casa Minha Vida

Na tarde de ontem, quarta-feira (27), a Prefeitura de Pinheiro através da Secretaria de Desenvolvimento Social – SEMDS,  promoveu a primeira reunião de entrega para os sorteados do Minha Casa Minha Vida.

A reunião que contou com a presença do Prefeito Luciano, o engenheiro da empresa Lua Nova responsável pela obra César Leite, a secretária de Desenvolvimento Social, Selma Durans, a Coordenadora de Assistência Social Adriana Vasconcelos e a Coordenadora do Minha Casa e Minha Vida Dayná Ferraz serviu para explicar o cronograma da obra e tirar dúvidas sobre a entrega das casas que está prevista para meados de fevereiro.

São 500 casas com 43,30 mt², tratamento de esgoto, 2 quartos, sala, cozinha e banheiro que conta com um sistema moderno de aquecimento de água via placa solar que proporcionará até 25% de energia.

A entrega da casa está prevista para feveiro devido ao atraso da Cemar que não cumpriu seu cronograma agendado pra começar em dezembro e até agora não deu início.

As louças (vasos e pias) serão instaladas próximo a entrega porque a construtora instalou em 400 casas e tiveram 100 casas furtadas.

O residencial também contará com um Centro Comunitário, Praça com Playground e uma quadra com traves de futebol e postes para rede de vôlei.

Na reunião o modelo de contrato foi apresentado para os beneficiários e dúvidas puderam ser esclarecidas na ocasião.

A entrega das residências do Minha Casa Minha Vida é inédita em Pinheiro devido ao esforço do Prefeito Luciano em intermediar os trâmites legais.

“É com muita satisfação poder entregar essas casas em minha administração após tantos projetos não saírem do papel em gestões anteriores; apesar desse benefício não ter sido iniciado por mim fico muito feliz em poder intermediar processos burocráticos e concretizar essa entrega. Desejamos que os beneficiários sejam muitos felizes em seus novos lares”. Afirmou o Prefeito.

#Pinheiro #Maranhao #Brazil #PrefeitoLuciano

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