Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Flávio Dino e Márcio Jerry são contra as forças armadas nas ruas

Flávio Dino e Márcio Jerry são contra o uso das Forças Armadas

O governador do Maranhão e seu principal auxiliar criticaram o uso do exército empregado pelo presidente Michel Temer, segundo Dino, usar o exército para mandar recado a opositores é “hediondo”; eles esquecem o que a bandidagem faz no país, e no Maranhão não é diferente, são latrocínios, mortes de trabalhadores no campo, explosões a agências bancárias e civis na mira de fuzis – eles são contra o exército nas ruas, francamente.

No Maranhão, quadrilhas e facções afrontam a fraca segurança pública, crimes de toda desordem ocorrem no estado e as forças auxiliares não tem mínimas condições de confrontar a bandidagem.

Para Flávio Dino, que é do Partido Comunista do Brasil – PC do B, é correto, é legal vândalos depredarem o patrimônio público sem que o estado faça intervenção e empregue a força, isso já ocorre no Maranhão, famílias ficam na mira de fuzis e são feitas reféns por bandidos.

Em todo o estado já foram explodidas mais de 200 agências bancárias sem que a força de segurança desse jeito, e uma fuga em massa no presídio de Pedrinhas, por meio de um resgate de criminosos, parece que não afeta o governador, que utiliza o helicóptero do CTA, para incursões políticas no interior do estado.

Urgente! Depois dos golpes dos políticos, judiciário e da rede Globo, Brasil pode sofrer um militar

O presidente Michel Temer autorizou o uso das Forças Armadas para controlar o protesto realizado em Brasília nesta 4ª feira. O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União e autoriza o emprego das Forças Armadas até 31 de maio

Brasil pode sofrer um novo golpe, depois do político, agora pode ocorrer também o militar. Eles já estão no comando da segurança de Brasília, se houver o comando de algum “cabeça” para tomar o poder, este seria o momento mais suscetível. 

Com os militares armados e no poder, os anos de chumbo podem voltar ao país nesta quarta-feira (24). Recentemente, o Brasil já sofreu golpe na política, golpe do judiciário, golpe da Rede Globo e ao que parece, o militar está próximo.

Pela nossa Constituição Federal de 1988, o presidente da República é o comandante das Forças Armadas no país, contudo, o momento é de extrema cautela, com os militares no comando da segurança pública, substituindo as forças auxiliares (PM, Civil e outros), tudo pode acontecer.

Homens das Forças Armadas são treinados ao longo do tempo, para apenas duas coisas: Atirar e Matar. Assim como fazem os traficantes dos morros, os latrocidas, e muitos outros bandidos que assolam a nossa sociedade brasileira. O povo não tem segurança e não tem paz.

Em tempo: Não há Paz sem Guerra.

E mais: A oposição ao presidente Temer pode ter dado um tiro no pé, ao puxar manifestações e incendiar prédios públicos. O Exército está nas ruas e não é de brincadeira.

Deputado Roberto Costa tenta última cartada para cassar Zé Vieira

Recurso Especial da Coligação “Bacabal rumo ao futuro”, encabeçado pelo deputado estadual Roberto Costa (PMDB), que pertence à base aliada do governador Flávio Dino (PC do B), entrou em pauta no Tribunal Superior Eleitoral – TSE. Relator será o ministro Luiz Fux

Aliados pelo poder, Flávio Dino e Roberto Costa na Assembleia Legislativa

Entrou em pauta, ontem (23), às 15:26 o processo que poderá culminar com a cassação do mandato do atual prefeito de Bacabal, Zé Vieira. O recurso é a ultima cartada do deputado estadual Roberto Costa que perdeu a eleição municipal para Vieira.

O deputado pretende invalidar os votos do atual prefeito e tomar o poder pelas vias da justiça, contudo, há atropelos e muitas pedras no caminho. Jurisprudência tem o entendimento que se invalidado os votos, o município passará por outro processo eleitoral. 

Em havendo novas eleições no município, o nome do atual Vice-prefeito, Florêncio Neto surge com forças de garantir a eleição.

Lava- Rato: R$ 20 Milhões em propinas ao PC do B de Flávio Dino

São, no total, R$ 20 milhões em propina, apenas da JBS, ao PCdoB, dinheiro suficiente para bancar candidatos em todo o país. E ainda há outras empresas na lista de delações, como a OAS, UTC e Andrade Gutierrez

Símbolos da moralidade do PC do B estão atolados até o pescoço com as delações

À medida que vão surgindo em Brasília as delações das várias empresas que passaram a se beneficiar com contratos nos dois governos do PT – de Lula e Dilma – em troca de financiamento de partidos e políticos, cada vez mais fica evidente como o PCdoB, partido do governador Flávio Dino, se apoderou de dinheiro público e de propinas para bancar suas campanhas.

É bom lembrar que, em dezembro de 2013, em um congresso do partido, em São Paulo, os comunistas definiram que a eleição de Flávio Dino ao governo do Maranhão seria a prioridade em 2014. Este ato foi registrado no site “Vermelho”, controlado pelo próprio PCdoB.

Pois bem, segundo o delator da Odebrecht Alexandrino Alencar revelou, no início de março, em depoimento ao ministro Hermman Benjamin – relator do processo de cassação da chapa de Dilma e Temer -, o PCdoB foi agraciado com propina de R$ 7 milhões em troca do apoio a Dilma em 2014.

Agora, o diretor da JBS Ricardo Saud – cujas delações abalaram as estruturas de Brasília – revela ao Ministério Público que a empresa entregou R$ 13 milhões clandestinos ao mesmo PCdoB, com o mesmo objetivo de bancar as campanhas de seus candidatos em troca do apoio a Dilma Rousseff (PT). 

São, no total, R$ 20 milhões em propina ao PCdoB, dinheiro suficiente para bancar candidatos em todo o país. E ainda há outras empresas na lista de delações, como a OAS e a Andrade Gutierrez.

No pacote

O deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB) justifica a legalidade da doação da JBS à sua campanha com a ausência de ações diretas dele próprio em favor da empresa. Finge ignorar, no entanto, que ao delator Joesley Batista interessava as ações conjuntas dos partidos financiados, não necessariamente uma ação isolada de um parlamentar. E é preciso repetir que a prioridade do PCdoB em 2014 era a eleição de Flávio Dino ao governo maranhense.

Regra familiar

Rubens Pereira Júnior é de uma estirpe de políticos que marcaram história no Maranhão, com eleições meteóricas e problemas com a Justiça. Seu pai, o ex-deputado Rubens Pereira, hoje diretor na Assembleia, está impedido de disputar eleições, desde 2006, por problemas envolvendo sua passagem pela Prefeitura de Matões. Sua mãe, Suely Pereira, também tornou-se inelegível após dois mandatos na mesma prefeitura de Matões.

Homem forte

Uma figura proeminente do PCdoB salta aos olhos nas delações da Operação Lava Jato como interlocutor das empresas financiadoras de candidaturas. Tanto a Odebrecht quanto a JBS apontam o ex-ministro do Esporte Orlando Silva como o responsável pelo recebimento das propinas pagas ao partido. Silva é tão próximo do governador Flávio Dino que indicou o adjunto do seu principal auxiliar, o jornalista Márcio Jerry.

Mexendo as peças

A notícia de que o PSDB, o PMDB, o PTN (agora “Podemos”) e o PMN poderiam se unir nas eleições de 2018 incomodou todos os interessados na disputa. Desde o grupo do governador Flávio Dino, passando pelo senador Roberto Rocha (PSB), e mesmo entre algumas lideranças dos próprios partidos envolvidos. A repercussão só mostrou o quanto a perspectiva de unidade entre a oposição pode, de fato, gerar mudanças no cenário eleitoral do Maranhão.

Vaga na chapa

A informação é contada por membros do próprio governo Flávio Dino: o senador Roberto Rocha teria feito uma proposta ao comunista, no início de março. A ideia era abrir mão da candidatura ao governo, desde que Dino aceitasse ter o filho do senador, o ex-vereador Roberto Júnior, como candidato a vice-governador. A suposta conversa tem sido tratada com ironia pelos dinistas, mas reforça a tese de que Rocha não teria a convicção necessária para entrar na disputa de 2018.

Aposta

O subprocurador-geral Nicolao Dino tem um motivo político para se inscrever na disputa pelo comando do Ministério Público Federal. Mesmo sabendo que o atual presidente Michel Temer veta o seu nome, ele aposta na queda do peemedebista para se viabilizar como substituto do atual procurador Rodrigo Janot. Para o grupo de Dino, com a queda de Temer, um outro presidente eleito no Congresso Nacional teria menos empecilhos ao nome preferido de Janot.

Projeto pessoal

O PT espera uma definição do deputado federal Waldir Maranhão (PP) para iniciar tratativas com o governo sobre a presença da legenda na chapa de 2018. Mas há no partido quem entenda não ser vantagem para o partido receber um nome de fora apenas para compor uma chapa já definida. Para esses petistas, a legenda não seria a beneficiária das vagas, mas apenas um canal para favorecer o projeto do próprio Maranhão.

E MAIS

  • Beneficiário de doações da JBS – assim como o próprio PCdoB – o deputado Rubens Júnior se vê como futuro sucessor do governador Flávio Dino.
  • Deputado federal Weverton Rocha diz que a doação do seu partido à sua campanha foi devidamente registrada na Justiça Eleitoral.
  • Ainda é um mistério a relação do governador Flávio Dino com o advogado Willer Tomaz, preso na operação que desbaratou a quadrilha financiada pela JBS.

Com informações de Estado Maior 

Após 7 anos, Umes retoma atividades com novos projetos

Eleita em congresso realizado no último sábado (20), para um mandato de dois anos, nova diretoria da entidade anunciou projetos

Presidente Marcelo Matos, ladeado pela Vice, Athalita Fernanda e o Secretário Geral Marlyson Marcone

Depois de passar cerca de sete anos desativada, a Umes, antiga entidade que representa os estudantes de São Luís, está voltando com as suas atividades. Na manhã/tarde de sábado, dia 20, foi feita a eleição para a escolha da nova diretoria, cuja gestão será de dois anos (2017-2019). Com a reativação, ela passará a se chamar União Municipal dos Estudantes, mas a sigla – Umes – continuará a mesma. Anteriormente, ela se chamava União Municipal dos Estudantes Secundaristas, e esse último nome foi retirado porque a entidade também passará a representar a classe universitária da capital maranhense.

Entidade lutará por passagem gratuita para a rede pública

Projetos A escolha da nova diretoria da entidade aconteceu durante um evento realizado no Parque Folclórico da Vila Palmeira. Uma das primeiras atividades será a reativação da sede, localizada hoje na Rua Jansen Muller, no Centro da cidade. “São Luís é carente de movimentos estudantis. Vamos novamente levantar a história da Umes com os trabalhos em prol dos estudantes”, destacou Marcelo Matos, que foi eleito o presidente das entidade para os próximos dois anos.

O dirigente anunciou que a Umes, nessa nova fase, lutará para garantir o direito à passagem gratuita nos ônibus do sistema de transporte coletivo da capital para os estudantes da rede pública. Ainda segundo ele, a entidade vai trabalhar também para que o percentual de ingressos de meia-entrada destinados para estudantes em eventos da cidade seja estendido de 30% para 50%. “Vamos também fazer blitz em eventos para garantir que a meia-entrada seja vendida no dia desse evento”, frisou o atual presidente da Umes. Outro projeto a ser desenvolvido pela entidade será o “Sangue Bom”, que visa estimular os estudantes a fazerem doações de sangue.

FIQUE POR DENTRO

Representação expressiva

A Umes representa hoje cerca de 600 mil estudantes. Ao mesmo tempo que trabalha em prol dos direitos estudantis, ela já esteve envolvida em polêmicas. A entidade foi fundada no dia 1º de setembro de 1990. No dia 6 de março de 2003, o então prefeito de São Luís, Tadeu Palácio, por meio da Lei Municipal nº 4.151, considerou a união dos estudantes como sendo uma instituição de utilidade pública.

Reestruturação da Sede Administrativa

A sede administrativa da Umes, situada na rua Jansen Muller, 101, será amplamente reformada e contará com atendimento à classe estudantil, tão logo se finalize as obras. A sede estava ocupada por moradores de rua e a nova gestão encontrou uma forma amistosa na retomada do imóvel.

A ideia da nova direção é transformar a sede também num ponto de arte e cultura como patrimônio de São Luís, com um acervo de histórias áudio-visual de lutas efetivas e de vanguarda do movimento estudantil maranhense. 

Com informações de O Estado

Crise em Cururupu: População faz manifestação contra a péssima gestão da prefeita da cidade

Prefeita Rosinha que faz parte do grupo do Governador

A população de Cururupu está revoltada com a péssima gestão da prefeita Rosinha (PC do B), resolveram se manifestar na frente da prefeitura e fechar a MA 006, hoje (19), pela questão do caos que se tornou a cidade, uma crise que vem se agravando desde de meados de Janeiro quando a gestora resolveu trocar concursados por contratados em várias áreas.
A questão é tão grave que há denúncias que a prefeita colocou parentes para trabalhar e inclusive o ministério público indicou que essas tais pessoas fossem exoneradas e que ela recolocasse nos postos de trabalho as pessoas que já tinham sido empossadas do concurso público da cidade, mas até agora nada foi feito, Cururupu anda vivendo dias ruins por motivos inadequados, enquanto isso a população está sofrendo mazelas da atual gestão.

Os trabalhadores que foram retirados do seu postos de trabalho não sabem mais há quem apelar.
A prefeitura se nega a deixar que os concursados voltem para seus postos e com isso vão colocando contratados para preencher o espaço da situação, inclusive baixou uma portaria proibindo que os mesmos voltem para o trabalho.

Documento do MINISTÉRIO PÚBLICO que pede que ela exonere parentes

Portaria proibindo que os trabalhadores voltem para seus postos de trabalho

Em outras postagens iremos colocar mais sobre a situação e relatos do que está acontecendo na querida cidade de Cururupu, uma cidade que tem dinheiro para carnaval, mas não tem para deixar quem é legítimo por direito trabalhar.

Lava Jato: Prisões de procurador e advogado reforçam vazamento a Flávio Dino

Governador Flávio Dino (PC do B) é alvo de um pedido de apuração de vazamento de informações da Lava Jato no STF

Governador Flávio Dino pode ter sido beneficiado por vazamentos na Lava Jato

As prisões do procurador da República Ângelo Goulart Villela, que atua como auxiliar do vice-procurador-geral Eleitoral, Nicolao Dino, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do advogado Willer Tomaz, reforçam a tese de que o governador Flávio Dino (PC do B) pode ter sido beneficiado com o vazamento de informações privilegiadas, no bojo da Operação Lava Jato, sobre o pedido de abertura de inquérito que tramitou contra ele no Supremo Tribunal Federal – STF e que foi remetido ao Superior Tribunal de Justiça – STJ.

É o que afirma o deputado federal Hildo Rocha (PMDB), um dos autores de uma representação protocolada no STF e direcionada ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, que pede a abertura de investigação do suposto vazamento ao governador do Maranhão, da delação do ex-funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho.

Para Hildo, os fatos evidenciam a relação de Dino com os presos pela Polícia Federal (PF).

A prisão do procurador foi efetuada na manhã de ontem em Brasília. Ele havia sido denunciado por três delatores por repassar informações sigilosas da Procuradoria-Geral da República (PGR) em troca de dinheiro. O procurador atuava como auxiliar direto de Nicolao Dino, irmão do governador Flávio Dino.

De acordo com um dos proprietários da JBS, Joesley Batista, o procurador gabava-se de ter acesso privilegiado aos dados da Lava Jato.

As investigações também mostraram que Ângelo Villela havia sido cooptado pelo advogado Willer Tomaz, preso pela PF em São Luís.

O advogado, possui relação de proximidade com o grupo político do governador Flávio Dino no Maranhão.

Já atuou em defesa do deputado federal Weverton Rocha (PDT), no processo nº 3-79.2014.6.10.0000 que tramitou na Justiça Eleitoral do Maranhão, em 2014, e foi um dos interlocutores do parlamentar na negociação de compra da TV Difusora.

A informação obtida por O Estado é de que ele atuaria, nos próximos meses, como gestor da empresa e seria anunciado ontem aos funcionários da emissora.

Indícios – Foi o que levou o deputado Hildo Rocha a acreditar que há fortes indícios de que o governador Flávio Dino teria sido beneficiado por vazamento de informações privilegiadas da Lava Jato.

“Vai ficando cada vez mais claro com a prisão do advogado de Flávio Dino e um auxiliar do seu irmão, que é procurador da República, que ele foi, com fortíssima evidência, beneficiado com o vazamento de informações, o que se configura crime. O auxiliar do seu irmão e o seu advogado foram presos por terem passado informações da Operação Lava Jato para os proprietários da JBS”, disse.

Apesar de Rocha citar Tomaz como advogado de Dino, O Estado não obteve essa confirmação. O secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry (PCdoB), por exemplo, nega.

Hildo Rocha afirmou que aguardará o desenrolar das investigações. “O pedido de certidão feito pelo governador Flávio Dino junto a CCJ da Câmara antes da divulgação da delação dos dirigentes da Construtora Odebrecht já era um indicativo forte de que o Flávio Dino estaria sendo beneficiado com informações privilegiadas, ao arrepio da lei”, completou.

Sobre o suposto favorecimento a Dino com “vazamento” de informações da Lava Jato, como sugere Hildo Rocha, o PCdoB rechaçou a denúncia, por meio de nota, no mês passado. O partido também descartou qualquer articulação do comunista com a Odebrecht.

Suposto vazamento a Flávio Dino motivou representação no STF

No fim do mês de abril os deputados Hildo Rocha (PMDB), Adriano Sarney (PV), Edilázio Júnior (PV), Sousa Neto (PROS) e Andrea Murad (PMDB), assinaram representação no Supremo Tribunal Federal – STF para pedir apuração, do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

O comunista foi delatado como beneficiário, em 2010, de uma propina no valor de R$ 200 mil, paga pela Odebrecht. O dinheiro teria sido pago em troca do apoio de Dino, então deputado federal, ao Projeto de Lei nº 2.279/2007, de interesse da empreiteira.

O conteúdo do depoimento estava em sigilo. No dia 13 de março partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR) o pedido de investigação do caso e o levantamento do sigilo. No dia 4 de abril o ministro autorizou a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justiça – STJ – que é o foro competente para julgar governador – e quebra o sigilo das investigações.

Essas duas informações só chegaram ao público em geral no dia 11 de abril. Mas, tão logo teve seu nome confirmado na nova lista da Lava Jato, Flávio Dino lançou mão de uma certidão da Câmara dos Deputados informando que ele não deu qualquer parecer no Projeto de Lei nº 2.279 / 2007. O documento foi emitido no dia 17 de março, quase um mês antes de a publicização das decisões.

Daí, a suspeita de vazamento.

STJ analisará pedido de abertura de inquérito contra Flávio Dino

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça – STJ deve decidir nos próximos dias, sobre o pedido de abertura de inquérito formulado pela Procuradoria-Geral da República  – PGR contra o governador Flávio Dino (PC do B).

O pedido, assinado pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, toma por base a delação do ex-funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho.

O delator afirmou ter pago a Dino R$ 200 mil em propina para aplicação na eleição de 2010. Outros R$ 200 mil teriam sido doados, de forma oficial pela empreiteira, para a eleição 2014.

De acordo com o delator, toda a movimentação financeira que favoreceu Dino foi registrada no sistema de informática da Odebrecht, Drousys, que era mantido num servidor da Suíça. O comunista, segundo o delator, recebeu o nome de “Cuba”, no sistema, e a senha “Charuto”, para receber o dinheiro.

A referência à Cuba e a Charuto estão nas planilhas de propina da Odebrecht, já entregues ao Ministério Público Federal e à Justiça.

Na última quarta-feira ministros do STJ admitiram ao jornal Folha de S. Paulo a possibilidade de determinar a suspensão dos mandatos de todos os governadores que forem investigados na Lava Jato. Há também a possibilidade de prisão temporária.

Além de Dino, são alvos da PGR os governadores Beto Richa (PSDB-PR), Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), Fernando Pimentel (PT-MG), Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Marcelo Miranda (PMDB-TO), Raimundo Colombo (PSD-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Paulo Hartung (PMDB-ES).

 

 

Se continuar assim, Lava-jato e parte da imprensa vão acabar com o País

Espetacularização da imprensa, principalmente o Jornal Nacional e parte do judiciário brasileiro estão a serviço de quem mesmo??? Áudio bomba se tornou ao fim do dia, um verdadeiro ‘traque’ 

A parte que supostamente envolveu o presidente Michel Temer no áudio diz bem claramente “mantenha isso, viu”. A gravação clandestina do Presidente da República, que efetivamente não ficou comprovado com a divulgação do áudio, dizia que Temer estava se referindo a uma propina paga a Eduardo Cunha pelo seu silêncio. Na verdade, o que deu a entender, é que Joesley Batista disse que estava mantendo um bom relacionamento com o Cunha, e o Temer disse: “Mantenha isso, viu”.

O presidente Michel Temer disse que a “Montanha pariu um rato”, se referindo a espetacularização por parte imprensa e da própria investigação que não veio a público dar mais detalhes.

Na verdade, a informação “bombástica” restou mais para o Senador Aécio Neves do que para o próprio presidente Temer. A boataria que se espalhou durante o dia, deixou um recado bem claro aos brasileiros, – O resultado de todo este espetáculo foi o fechamento da Bolsa de São Paulo (fato que não ocorria a mais de uma década), queda de ações da Petrobras, Eletrobras, bancos brasileiros e outras estatais.

Por outro lado, a cotação do dólar subiu como um foguete e chegou a um aumento de quase 10% em poucas horas e quem paga a conta de todo este circo é população brasileira – a economia que estava com ares de recuperação despencou na mesma proporção.

Se membros do judiciário (Juízes e Ministros) não perderem o narcisismo, o superego e a prepotência em que tratam uma ação séria como a “Operação Lava-Jato”, com vazamentos seletivos, áudios quebrados, vídeos em partes, informações desencontradas, prende-solta, acusa-desacusa e o pior de tudo, que estas informações chegam em partes para a imprensa que no afã de obter audiência / acessos, não tem a mínima responsabilidade com o país e com o povo brasileiro, são tão criminosos quanto os investigados.

No Brasil, o princípio de Montesquieu acabou, os poderes não tem mais o mínimo de harmonia e ao que se parece, estão numa ‘guerra de corda’ que não tem mais fim.

Restou claro, o circo armado pela “Operação Carne Fraca”, o que seria uma “Bomba Nuclear”, e se espalhou na imprensa mundial, ao longo das investigações se chegou ao entendimento que na verdade, o fato foi pontual, e a espetacularização fez o Brasil perder Bilhões em dólares.

As perguntas necessárias são: Quem está por trás de todas estas ações ???  O porquê de tanta espetacularização ??? Quem está por trás destes vazamentos seletivos ???

Em tempo: Quem realmente perde com todo este circo é o povo brasileiro.

E mais: A Operação Lava-jato está parecendo a “Guerra dos Cem Anos”, em que no final, deixou um saldo de milhares de mortos em ambos os lados, e uma devastação sem precedentes nos territórios e na produção agrícola da Europa, até hoje, depois de quase 600 anos, não se estabeleceu.