Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Estudantes da UFMA do município de Pinheiro emitem carta aberta e pedem SOCORRO!!!

Em um ato de salvar o câmpus da UFMA, no município de Pinheiro os estudantes juntamente com alguns professores lançaram uma carta aberta para denunciar o total abandono da instituição na cidade.
O caos espalhado na instituição não é um caso só de São Luís, mas também de outros municípios no qual a instituição tem extensões, a total falta de estrutura e sem ter verbas ou emendas voltada para o ensino superior daquela cidade está fazendo com que alguns alunos deixem de finalizar e sonhar com a desejada graduação almejada com tantão esforço, A reitoria através da sua titular, Vossa Magnificência Nair Portela não se pronuncia e se abstém de todo fato que acontece nessa comunidade estudantil, enquanto isso os estudantes temem o fechamento do campi de Pinheiro, veja a Carta aberta:

Estratégia de Flávio Dino com 60% é um tiro no pé, até as eleições percentual despenca

A “pesquisa”, saiu justamente após ele golpear os maranhenses com aumentos na conta de luz e apunhalar os professores com a ‘Lei do Cão’

O Governador Flávio Dino (PC do B), alardeou durante o final de semana, que 60% dos maranhenses aprovam seu governo. A “pesquisa”, saiu justamente após ele golpear os maranhenses com aumentos na conta de luz, na gasolina e demais serviços.

A “pesquisa” veio a ‘calhar’ também, após o governo Dino apunhalar os professores, não implantando o Piso Nacional da categoria e concedendo reajustes para apenas uma pequena parte professores, com o claro intuito de usá-los na propagando do Partido Comunista do Brasil – PC do B, e sustentar o discurso de que seu governo paga o 2º melhor salário a professores do Brasil. Apenas mais uma inverdade, como esta da “pesquisa”.

O governo Flávio Dino se sustenta em inverdades, meias verdades, mentiras grosseiras e às vezes até em coincidências, talvez não tenha sido coincidência soltar uma pesquisa no dia 1º de abril.

O Blog fez uma análise sobre os tais 60% de aprovação do governo Dino e não encontrou consistência, nem nos números e muito menos nas ações pudessem sustentar a primeira. Não há uma obra estruturante, não há um norteamento de mudanças efetivas na vida do povo maranhense.

O desemprego ataca e amedronta os maranhenses, aumentos de impostos e há uma ingerência na política econômica do estado sem norteamento, trazendo mais incerteza ao comércio, aos empresários e a população em geral. Não há uma formatação de longo prazo que se possa vislumbrar algo de concreto realizado pela atual gestão.

Está tudo como antes, até pior, municípios sem assistências, sem infraestruturas, sem escolas, sem hospitais, sem nada. E restando apenas 1 ano e 8 meses para o fim de uma gestão que nas propagandas mudou a vida dos maranhenses, não se tem nada além de uma obra de ficção, na vida real do pobre trabalhador.

As ações do governo da mudança que está na televisão, não chegaram às portas das casas. Esgotos estourados, assaltos, buracos ou até ausência deles, quando a rua não tem sequer o asfalto, estas ações não foram percebidas pelos maranhenses. 

Conta-se nos dedos, as ações que governo Flávio Dino conseguiu realizar, são questões pontuais com algumas reformas em escolas, reformas e construções de praças, algumas ruas que as chuvas levaram e nada mais do que isso. O resto, é apenas propaganda, que aliás, nunca se gastou tanto dinheiro público com empresas de publicidade e propaganda como esta gestão dinista.

É costumeiro se afirmar, que pesquisas forjadas tendem a se derreter quando chegam o período eleitoral, tanto que com o acirramento da campanha quem se intitular à frente, quando não despenca, cai. E pesquisas de aprovação a um governo A ou B, nem sempre se concretiza como possibilidade de votação. 

Querer forjar números, forçar à barra, contar pontos e contos podem não dar muito certo, há cerca de 500 dias antes da campanha eleitoral. Pode-se atirar e acertar no que não viu, melhor mesmo é trabalhar e tentar nestes dias que ainda restam, construir alguma coisa para servir de bandeira para a campanha, pois, apenas com propagandas…