Blog do Filipe Mota - Notícias de última hora

Com cofres cheio de dinheiro, governador do Maranhão ignora acordo com governo Temer

Governo Temer aceitou dar a governadores mais recursos da ‘repatriação’; Flávio Dino não foi ao encontro e mandou o vice, Carlos Brandão, colocar a digital

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O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), ignorou ontem(22), uma importante reunião com o presidente da República, Michel Temer (PMDB),  ocorre que o Governo federal e estados firmaram um “pacto nacional” pelo equilíbrio das contas públicas, que deve ser concluído até o início da próxima semana. O anúncio foi feito após reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, que contou com a participação do presidente Michel Temer, ministros da área econômica e governadores.

Como a reunião era para discutir a crise financeira dos estados da federação, o governador comunista ignorou, uma vez que, os cofres da máquina estadual estão abarrotados de dinheiro, parte deixado pela ex-governadora Roseana Sarney, que entregou o estado sanado e parte dos três créditos contraídos por meio de empréstimos com instituições financeiras.

Flávio Dino mandou o vive-governador, Carlos Brandão (PSDB), representá-lo no ato com o governo federal. O certo é que das duas ou as duas, o governador maranhense ainda não consegue digerir a derrocada da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e a outra hipótese é que o estado tem muita gordura para queimar nestes dois anos que ainda restam ao comunismo no Maranhão.

Em tempo: O governo federal arrecadou R$ 46,8 bilhões com a cobrança de Imposto de Renda e multas dos contribuintes que aderiram à “repatriação”, programa que deu incentivos para que brasileiros regularizassem bens mantidos no exterior e que não haviam sido declarados à Receita Federal.

E mais: Os estados da federação, incluindo o Maranhão, ficarão com cerca de 10% desta bolada, algo em torno de R$ 5 Bilhões de reais.

Vida longa ao governador João Castelo

joao-castelo-senadorDono de uma titulação política invejável, o ex-Senador, ex-governador, ex-prefeito de São Luís, e atualmente, Deputado Federal, João Castelo Ribeiro Gonçalves, de 79 anos de idade, conquistou tudo o que se pode  alcançar na política do estado do Maranhão.

O governador Castelo, está passando por uma dificuldade em sua saúde, tendo se submetido a um procedimento cirúrgico, contudo, a intervenção foi um sucesso, porém, por causa da idade, ele ficou mantido em tratamento intensivo.

O Blog estima melhoras e muita saúde ao ex-governador, na Fé que Deus possa curá-lo espiritualmente e conduzindo os médicos aqui da terra para fazer o mesmo.

Luís Vigilante está na UTI do Carlos Macieira e precisa de ajuda!!!

Luís Vigilante, figura folclórica da política maranhense, tendo sido candidato a vereador, deputado estadual, federal está enfrentando sérios problemas de saúde e financeiro  

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Cleonildo Fernandes Gonçalves, mais conhecido no meio político como “Luís Vigilante”, está internado no Hospital Carlos Macieira, há cerca de 30 dias. Ele está com insuficiência renal e teve várias paradas cárdio-respiratória. Vigilante encontra-se na enfermaria do 5º Andar, no leito 22.

A família entrou em contato com vários amigos e até agora não obteve nenhuma ajuda, em contato o Blog, sua filha, Rafaela, alertou que espertalhões utilizaram o nome do pai, para obter ajudas financeiras, sendo que tais benefícios nunca chegaram para ajudar o Luís Vigilante.

QUEM CONVIVEU, QUEM CONHECE O LUÍS VIGILANTE E QUISER CONTRIBUIR PARA AJUDÁ-LO, COM QUALQUER QUANTIA, PODE SER FEITO NO BANCO DO BRASIL NA CONTA DE SUA FILHA.

RAFAELA

AGÊNCIA: 1414 – 1 CONTA CORRENTE: 822.049-2 BANCO DO BRASIL

Vídeo: Chiador vive, viva Chiador!!!

O poeta e cantador do Boi de Ribamar, João Chiador está vivo e encontra-se internado no Hospital Carlos Macieira, em São Luís

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O poeta e cantador do Boi de São José de Ribamar, João Chiador, de 78 anos está vivo e encontra-se internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Carlos Macieira, em São Luís.

Chiador sofreu um acidente cardio-vascular (AVC). O quadro dele é estável, apesar de estar na UTI, ele se recupera e a família divulgou que ele dá sinais de melhoras.

Vídeo durante o ensaio do Boi de Ribamar, na Praça São Marçal, no bairro do João Paulo. Presença especial do Mestre João Chiador

 

Contra envolvidos em corrupção e figuras carimbadas da política, Flávio Dino é nome certo na disputa à presidência do Brasil

Isto ocorre porque as grandes figuras carimbadas da política brasileira estão envolvidas em escândalos e corrupção, situação esta que vai da esquerda à direita

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Com o fim da reeleição para cargos de Prefeito, Governador e Presidente da República, o nome do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), surge como forte opção para a disputa à Presidência da República Federativa do Brasil. Não apenas pelo simples fato de o governador ser ficha limpa. Isto ocorre também, porque as grandes figuras carimbadas da política brasileira estão envolvidas em escândalos e em corrupção e desgastadas politicamente, situação esta que vai da esquerda à direita. Além disso, o país não conseguiu renovar seu quadro político, figuras que surgem são da mesma família, em virtude de seus genitores estarem presos ou respondendo a processos criminais.

Dino, que exerce seu primeiro mandato como governador do Maranhão, tem se movimentado nos bastidores para ser alçado à disputa, coisa que não está muito difícil, o grande empecilho será a região Sul e Sudeste, contudo, o governador se quiser mesmo disputar a presidência terá que resolver a sua questão partidária, uma vez que, é membro do Partido Comunista do Brasil – PC do B, e o mundo se distancia desta corrente poltica-ideológica praticada. Basta fazer uma leitura nos discursos do recém eleito Donald Trump, nos Estados Unidos, o Brexit do Reino Unido e a favoritíssima de extrema-direita, Marine Le Pen, à presidência na França, e para não irmos muito longe, o prefeito eleito em primeiro turno, na maior capital do país, João Dória, do PSDB.

Flávio Dino, viria em uma eventual disputa à presidência do Brasil, contra figuras carimbadas tais como, (Aécio Neves – PSDB, José Serra – PSDB, Ciro Gomes – PDT, Marina Silva – REDE, Randolfe Rodrigues – PSOL, Geraldo Alckmin – PSDB)

Senador Aécio Neves – PSDB, pesam contra ele 14 processos ou envolvimentos em corrupção: 

1 – Envolvimento no escândalo da Petrobrás: valor ainda não contabilizado (As investigações, entretanto, apontam também para o possível envolvimento de lideranças tucanas. Em depoimento, o ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa, afirmou ter pago propina ao ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, que morreu este ano, para ele ajudar a esvaziar uma CPI criada em 2009 para investigar a Petrobrás).

2 – Desvio nas verbas da saúde mineira: R$ 7,6 bilhões

Ele é acusado de desviar R$7,6 bilhões da saúde quando foi governador de MG.

3 – Esquema de beneficiamento de Aeroporto:  R$ 14 milhões

Quando era governador de Minas Gerais (2003-2010), Aécio construiu cinco aeroportos em municípios pequenos, todos eles nas proximidades das terras de sua família. O caso mais escandaloso foi o do município de Cláudio, com cerca de 30 mil habitantes e que já fica próximo a outro aeroporto (o de Divinópolis, há apenas 50 Km). A pista, que foi construída a 6 Km da fazenda do presidenciável, fica nas terras do tio-avô de Aécio, desapropriadas e pagas com dinheiro público. Quem cuida das chaves do portão são os primos de Aécio. Custou R$ 14 milhões aos cofres mineiros.

4 – Relações com Yuosseff : R$ 4,3 milhões

O doleiro Alberto Yousseff ficou conhecido nacionalmente devido ao seu envolvimento no escândalo da Petrobrás. Mas a Polícia Federal também investiga os serviços prestados palas empresas de fachada do doleiro para uma outra estatal, a mineira Cemig, controlada há anos pelo PSDB de Aécio Neves, principal líder do partido no Estado. As suspeitas é que a Cemig tenha sido usada para engrossar o caixa do grupo, através da parceria com a empresa Investminas, uma sociedade de propósito específico, criada para construir e operar pequenas hidrelétricas, cuja única operação comercial foi uma parceria firmada com a Cemig. Vendida à Light, a participação na sociedade rendeu à Investminas, em poucos meses, R$ 26,586 milhões,  um ágil surpreendente de 157%. Três semanas depois, R$ 4,3 milhões foram depositados pela Investminas na conta MO Consultoria, empresa de fachada usada por Yousseff. As suspeitas é que tenham sido destinados a pagar os agentes públicos envolvidos na operação. O caso ainda está sob investigação.

5 – Favorecimento aos veículos de comunicação da Família Neves: valor não contabilizado

Nem Aécio Neves e nem o governo de MG divulgam qual a fatia da publicidade oficial do estado foi parar nos meios de comunicação da família do presidenciável, de 2003 até agora. E a falta de transparência, claro, gera suspeitas. A família Neves controla a Rádio Arco Íris, retransmissora da Jovem Pan em Belo Horizonte, e as rádios São João e Colonial, de São João del Rei, além do semanário Gazeta de São João del Rei. Aécio é sócio da Arco Íris com a mãe e irmã mais velha, Andrea que, quando ele foi governador, era coordenadora voluntária do grupo de assessoramento do governo que tinha como atribuição estabelecer as políticas de comunicação do governo e aprovar os gastos em publicidade.

6 -Nepotismo em Minas

Aécio diz que é a favor da meritocracia, mas, além de receber pelo gabinete do pai, em Brasília, quando morava no Leblon, de 1980 a 1983, não deixou de empregar parentes quando governou Minas. A lista é longa. Oswaldo Borges da Costa Filho, genro do padrasto do governador, foi presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico e Minas Gerais. Fernando Quinto Rocha Tolentino, primo, assessor do diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagem (DER/MG). Guilherme Horta, outro primo, assessor especial do governador. Tânia Guimarães Campos, prima, secretária de agenda do governador. Frederico Pacheco de Medeiros, primo, era secretário-adjunto de estado de Governo. Ana Guimarães Campos e Júnia Guimarães Campos, primas, servidoras do Servas. Tancredo Augusto Tolentino Neves, tio, diretor da área de apoio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Andréia Neves da Cunha, irmã, diretora-presidente do Serviço de Assistência Social de Minas Gerais (Servas). Segundo Aécio, o trabalho da irmã era voluntário.

7 – Mensalão tucano: pelo menos R$ 4,4 milhões

Trata-se do esquema de desvio de verbas de empresas públicas armado em Minas Gerais, em 1998, para favorecer a reeleição do então governador tucano Eduardo Azeredo. Além dos políticos tucanos, os acusados são os mesmos responsabilizados pelo chamado “mensalão petista”: o publicitário Marcos Valério e os diretores do Banco Rural. Entretanto, embora tenha acontecido antes, o esquema tucano ainda não foi julgado. E mais, não o será pelo STF,
mas pela justiça comum. O processo está engavetado há tanto tempo que vários envolvidos já se beneficiaram pela prescrição. Pela denúncia feita pelo Ministério Público, foram desviados pelo menos R$ 4,4 milhões. Mas os valores são discutíveis: como as operações de algumas empresas públicas, como a Cemig, ficaram de fora da denúncia, há quem defenda que possa ser bem maior.

8 – Mensalão tucano II: R$ 300

As conexões dos tucanos com o esquema de Marcos Valério são profundas. O candidato derrotado ao governo de Minas Gerais pelo PSDB nas eleições deste ano, Pimenta da

Veiga, é alvo de um inquérito da Polícia Federal que investiga porque ele recebeu, em 2003, um total de R$ 300 mil de agências de publicidade de Marcos Valério.

9 – Máfia do Cachoeira: valor não contabilizado

Em 2012, o Congresso instalou uma CPI para investigar as relações entre a máfia do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados. Entre os públicos, estavam o ex-senador Demóstenes Torres (à época filiado ao DEM), o então governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) e o então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, acusado de prevaricar ao descontinuar as investigações da Polícia Federal. Entre os agentes privados, destacaram-se veículos de imprensa, como a revista Veja, e empreiteiras, como a construtora Delta. Em função da pressão política dentro do parlamento, para aprovar seu relatório final, o deputado Odair Cunha (PT-MG) teve que retirar os pedidos de indiciamento de jornalistas e do ex-procurador geral. O mandado de Demóstenes no Senado foi cassado, mas, por decisão do ministro do STF, Gilmar Mendes, o mais afinado com o ideário tucano, ele teve o direito de reassumir sua vaga de promotor em Goiás.

10 – Cartel dos metrôs de SP e DF: pelo menos R$ 425 milhões

O escândalo vem de longa data, mas até agora nenhum político foi punido. Envolvem dois casos diferentes, mas com relações entre si: o Casol Alston, a multinacional francesa que teria subornado políticos ligados ao governo Alckmin para ganhar o contrato da expansão do metrô de SP, e o Caso Simiens, a empresa que admitiu ter formado cartel com outras 13 para fraudar as licitações do metrô de SP e do DF. A Simens entregou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma série de documentos que comprovam que o governo tucano tinha conhecimento da formação do cartel. Reportagem da Istoé estimou em R$ 425 milhões de reais os prejuízos para os cofres públicos. No Caso Alston, a PF indiciou, por corrupção passiva, o vereador Andrea Matarazzo (PSDB), ex-ministro do governo FHC.

11 – Privataria tucana: R$ 124 bilhões
Registradas e documentadas no livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Junior, as denúncias revelam os descaminhos do dinheiro público desviado pelos tucanos na era das privatizações, instaurada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e seu então ministro da Fazenda, José Serra. Resultado de 12 anos de investigação do ex-jornalista da Isto É e de O Globo, o livro irritou o ninho tucano. Serra o classificou como “lixo”. FHC, como “infâmia”. Aécio Neves, como “literatura menor”. Pelos cálculos do deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), delegado da Polícia Federal que atuou no caso, o montante desviado dos cofres públicos pelos tucanos para paraísos fiscais chega a R$ 124 bilhões.

12 – Emenda da reeleição de FHC: valor não contabilizado

Em 1997, durante o governo FHC, a Câmara aprovou a emenda que permitiria a reeleição presidencial. Poucos meses depois, começaram a pipocar as denúncias de compra de votos pelo Executivo para aprovação da matéria. Um grampo revelou que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre, receberam R$ 200 mil cada um. Na gravação, outros três deputados eram citados de maneira explícita e dezenas de congressistas acusados de participação no esquema. Nenhum foi investigado pelo Congresso nem punido. Apesar das provas documentais, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, engavetou as denúncias. No ano seguinte, FHC se reelegeu para um novo mandato. Brindeiro foi nomeado para um segundo mandato no cargo.

13 – O caso da Pasta Rosa: US$ 2,4 milhões

Em 1995, servidores do Banco Central que trabalhavam em uma auditoria no Banco Econômico encontraram um dossiê com documentos que indicavam a existência de um esquema ilegal de doação eleitoral, envolvendo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Antônio Calmon de Sá, dono do Econômico e ex-ministro da Indústria e Comércio da ditadura. O esquema apontava a distribuição ilegal de US$ 2,4 milhões dos bancos a 45 políticos que se candidataram nas eleições de 1990, entre eles o José Serra (PSDB), Antônio Magalhães (do antigo PFL, hoje DEM) e José Sarney (PMDB). O ex-banqueiro Ângelo Calmon de Sá foi indiciado pela Polícia Federal por crime contra a ordem tributária e o sistema financeiro, com base na Lei do Colarinho-Branco. Nenhum político foi punido por causa do escândalo.

14 – Caso Sivam: valor não contabilizado

Primeiro grande escândalo de corrupção do governo FHC, o Caso Sivam, que estourou em 1995. envolve denúncias de corrupção e tráfico de influência na implantação do Sistema de Vigilância da Amazônia. O ponto alto foi quando o vazamento de gravações feitas pela Polícia Federal expôs uma conversa entre o embaixador Júlio César Gomes dos Santos, à época chefe do cerimonial de FHC, e o empresário José Afonso Assumpção, representante da empresa norte-americana Raytheon no Brasil, em que ambos defendiam os interesses dessa última no Sivam. E foi justamente a Raytheon que arrematou, sem licitação, o contrato de US$ 1,4 bilhão. O escândalo também envolvia ministros e outros assessores de FHC, além de empresas brasileiras. Em 1996, o deputado Arlindo Chinglia (PT-SP) protocolou pedido de instalação de uma CPI, que só saiu em 2001, mas de forma esvaziada. Como tinha maioria no parlamento, o governo FHC conseguiu abafar as denúncias. Ninguém foi punido.

Ministro José Serra – PSDB, pesa contra ele: 

Executivos da Odebrecht afirmaram aos investigadores da Operação Lava Jato que a campanha do hoje ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), à Presidência da República, em 2010, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira via caixa dois. Corrigido pela inflação do período, o valor atualmente equivale a R$ 34,5 milhões.

A afirmação foi feita a procuradores da força-tarefa da operação e da PGR (Procuradoria-Geral da República) na semana passada por funcionários da empresa que tentam um acordo de delação premiada.

Durante a reunião, realizada na sede da Polícia Federal em Curitiba, os executivos disseram que parte do dinheiro foi entregue no Brasil e parte foi paga por meio de depósitos bancários realizados em contas no exterior. As conversas fazem parte de entrevistas em que os possíveis delatores da Lava Jato corroboram informações apresentadas pelos advogados na negociação da delação premiada.

Ciro Gomes – PDT, pesam contra ele

Investigação da Policia Federal apura um esquema de corrupção que teria desviado 300 milhões de reais de 66 prefeituras do Estado entre 2003 e 2009. O suposto esquema envolve repasse de verba obtida em licitações por empresas de Raimundo Morais Filho ao primeiro secretário da Assembléia Legislativa do Ceará, Zezinha Albuquerque (PSB), e finalmente as campanhas de Ciro e Cid em 2006. Cid, na nota, afirma jamais ter tido relações com o empresário citado na matéria. O nome do esquema seria “integração cearense” em alusão ao Ministério da Integração Nacional, ocupado por Ciro Gomes de 2003 a 2006.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação de improbidade administrativa contra  Ciro Gomes(PDT), ex-secretário de Saúde do Estado. Segundo o procurador Celso Leal, houve irregularidades na implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu) no Cariri. O MPF pede ainda a anulação do contrato e o congelamento liminar de R$1,9 milhão da Cooperativa de Trabalho de Atendimento Pré-Hospitalar (COAPH), contratada para prestar serviços pré-hospitalares ao programa.

Marina Silva – REDE, não tem nada que desabone sua conduta, contudo, seu marido é alvo em vários esquemas de corrupção.

A candidata à Presidência da República, Marina Silva (PSB) desponta no cenário político nacional, com a proposta de implantar uma nova forma de fazer política, contudo, as ligações de seu marido Fábio Vaz de Lima, com alguns escândalos de improbidade e suspeita de corrupção, podem respingar em suas pretensões e provar que ela está ligada diretamente com a “velha política” que diz combater.

Fabio Vaz de Lima é acusado de irregularidades na extinta Sudam. Segundo os autos do processo que tramitou no Supremo Tribunal Federal (STF) e posteriormente foi encaminhado ao Juízo da 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do Maranhão, o marido de Marina Silva, teria beneficiado ilegalmente a Usimar em São Luis, com recursos do Fundo de Investimentos da Amazônia. O caso do desvio é na ordem R$ 44,2 milhões  e envolve cerca de 30 pessoas.

Senador Randolfe Rodrigues – REDE do Amapá, não há nada que desabone a conduta ética e moral

Contra o pretenso candidato, o relator do processo da Lava-Jato, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki determinou o arquivamento da investigação envolvendo o senador, por suposto recebimento de propina. O nome do líder da Rede Sustentabilidade no Senado Federal havia sido citado pelo delator Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, que admitiu fazer entrega de dinheiro para políticos a serviço do doleiro Alberto Youssef.

Governador Geraldo Alckmin – PSDB – São Paulo, pesa contra ele:

A Procuradoria-Geral da Justiça do Ministério Público de São Paulo abriu procedimento para investigar responsabilidade do ex-governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, nas denúncias sobre contratos de publicidade da Nossa Caixa – que revelaram o esquema de direcionamento de verbas publicitárias do banco para veículos de comunicação ligados à base aliada na Assembléia Legislativa de São Paulo. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério Público estadual.

A Procuradoria-Geral também iniciou procedimento para investigar as denúncias de que a Cteep (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista) pagou R$ 60 mil, a título de “patrocínio institucional”, à revista Ch´an Tao, da Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil, presidida pelo médico Jou Eel Jia, acupunturista de Alckmin.

Na Promotoria de Justiça e Cidadania do Ministério Público de São Paulo também foi aberto procedimento para investigar responsabilidade da ex-primeira-dama do Estado, Lu Alckmin, no recebimento de mais de 400 peças de roupa do estilista Rogério Figueiredo.

A mesma Promotoria investiga uma lista de 14 contratos de informatização da Nossa Caixa, no total de R$ 1,2 bilhão, sendo que alguns deles, com suspeitas de superfaturamento e de direcionamento.

No final da tarde desta segunda-feira, a Promotoria da Justiça e Cidadania abriu procedimentos para investigar denúncias veiculadas na imprensa sobre a aquisição, em duplicidade, pela Nossa Caixa, de 500 fornos a gás por R$ 400 mil para doação ao programa das padarias artesanais que Lu Alckmin criou ao presidir o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.

A Promotoria está investigando ainda eventuais responsabilidades de outros supostos envolvidos nos casos de publicidade da Nossa Caixa e do pagamento da Cteep.

Vídeo: Prefeita que humilhou moradores de Axixá cria factóide contra prefeita eleita

Quem não se lembra de um vídeo protagonizado pela ainda prefeita de Axixá, Roberta Barreto, batendo boca e humilhando moradores do município por causa da pintura de uma praça???

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Quem não se lembra de um inusitado vídeo protagonizado pela ainda prefeita de Axixá, Roberta Barreto, perdendo o controle durante uma discussão com moradores por causa da pintura de uma praça no município???

Pois a mesma prefeita que humilhou os moradores e que foi afastada por 120 dias pela Justiça, em decisão, expedida pelo juiz Artur Gustavo Azevedo do Nascimento, da Comarca de Icatu, acatando pedido do Ministério Público do Maranhão, agora anda criando factóides contra a prefeita eleita da cidade, Sônia Campos (PDT).

A estratégia maquiavélica da prefeita derrotada é patrocinar matérias inverídicas, falsas e criminosas contra a prefeita eleita Sônia Campos (PDT). A justiça já concedeu liminar favorável à prefeita eleita, para que possa obter informações da atual gestão, para uma transição democrática e transparente.

Reveja o vídeo em que a atual gestora esculacha moradores e eleitores de Axixá, talvez por isso, ela não conseguiu a reeleição.

 

Fim da reeleição para cargos executivos já está acordada

No acordo, constam a PEC do teto dos gastos públicos, o projeto de abuso de autoridade, a repatriação e a PEC que acaba com a reeleição para presidente, governador e prefeito

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Após acordo com líderes partidários, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou um calendário movimentado de votações em Plenário até o fim de dezembro. Na lista, constam a PEC do teto dos gastos públicos, o projeto de abuso de autoridade, a reabertura da repatriação e a PEC para acabar com a reeleição para presidente, governador e prefeito.

Após amplo consenso entre os líderes, Renan também resolveu agilizar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a reeleição para os cargos de presidente, governador e prefeito.

O projeto a ser votado será a PEC 113A/2015, relatada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). A proposta já passou pela Câmara e, por isso, caso seja aprovada pelo Senado sem modificações, irá direto à promulgação. De acordo com o calendário de Renan, a votação em primeiro turno será em 30 de novembro, enquanto o segundo turno ficou para 15 de dezembro, mesma data da votação final da PEC do Teto.

Roseana participa de reunião com 22 prefeitos eleitos do PMDB

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A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), participou hoje (18), de uma reunião com os 22 prefeitos eleitos pelo Partido do Movimento Democrático do Brasil. Ela foi ao encontro como convidada, o evento contou com as presenças do Senador João Alberto, deputado federal João Marcelo e do ex-governador Arnaldo Melo, todos também do PMDB.

O PMDB conseguiu eleger 22 prefeitos no Maranhão para os próximos quatro anos, inclusive em municípios com grande densidade eleitoral como Imperatriz, Caxias e Bacabal.

O encontro serviu também para Roseana estreitar os laços com amigos, aliados e até com quem não tinha aproximação. Ao que tudo indica, as tentativas de manchar a imagem da mulher que mais trabalhou no estado do Maranhão, não deu muito certo e ela já está no batente.

Água Doce do Maranhão – Talita Dias

Alto Alegre do Maranhão – Fufuca Dantas

Bacabal – Roberto Costa

Barreirinhas – Albérico Filho

Benedito Leite – Ramon Barros

Bequimão – Zé Martins

Cachoeira Grande – Tonhão

Cidelândia – Fernando Teixeira

Grajaú – Mercial Arruda

Imperatriz – Delegado Assis

Jatobá – Consuelo

Magalhães de Almeida – Tadeu

Morros – Sidrack

Peri-Mirim – Dr. Geraldo Amorim

Rosário – Irlahi

Santa Filomena do Maranhão – Idan

Sã Bernardo – João Igor

São Domingos do Azeitão – Nicó

São Domingos do Maranhão – Zé da Folha

Trizidela do Vale – Fred Maia

Vitória do Mearim – Dídima Coelho